O ex-senador Cássio Cunha Lima deixou de renovar o mandato nas eleições de 2018, mas mantém a cabeça erguida. Sabe que fez uma campanha limpa, principalmente longe das mentiras e calúnias das quais foi vítima ao longo da carreira política.
Mas, como mentira tem pernas curtas, a verdade vai aos poucos aparecendo e derrubando as farsas montadas pelos adversários do tucano. O caso mais recente se refere à campanha eleitoral de 2002, quando o doleiro Alwxandre Mageiro denunciou suposto esquema de lavagem de dinheiro por políticos nordestinos.
Na lista dos acusados estava Cássio Cunha Lima, então candidato a governador da Paraíba. Cássio sofreu “o pão que o diabo amassou” após Mageiro disparar sua verve caluniosa em depoimento ao MPF, que investigava o caso.
Somente agora, dezessete anos depois, veio o alívio. O Tribunal Regional Federal, em Recife, onde tramitava o processo, derrubou aa mentiras de Mageiro e manteve a pena de três anos e dez meses de cadeia sentenciada em primeira instância.
Mageiro confessou a “denunciação caluniosa”, mas quem vai pagar pelos estragos causados à vítima? Restou a Cássio apenas o alívio demonstrado em curto desabafo ao blog.
“Mais uma farsa, em meio a tantas outras mentiras que já enfrentei, caindo por terra e com a condenação do criminoso”, declarou o tucano.