O senador Cássio Cunha Lima resolveu agir para evitar o fracasso da aliança que reelegeu o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) em 2016. Cássio “puxou o freio de mão”, como se diz na linguagem popular, dos que buscam antecipar o procesao eleitoral, ameaçando o projeto coletivo das oposiçòes.
Entrevistado no Sistema Correio de Comunicação, nesta segunda-feira, o tucano näo só pregou a unidade das oposições, como devolveu o “carão” que levou do primo prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), semana passada.
“Cada partido tem direito a trabalhar nomes para serem avaliados dentro da aliança. Mas, a hora não é de discutir nomes e sim de trabalhar. 2018 deve ser discutido em 2018”, afirmou Cunha Lima.
Coincidência ou não, a receita é igualzinha ao “mantra” adotado por Cartaxo para responder a quem lhe questiona sobre as eleições do ano que vem. E parece ter sido escolhida a dedo.
Cartaxo já dava sinais de cansaço nas respostas, diante de tanta insistência no discurso dos próprios aliados, que desejam uma dedinição rápida do “lenga-lenga”.
Cássio agiu certo na hora certa.

