Governador veta aumento de emendas parlamentares no Orçamento de 25 bi para 2026

O Governo da Paraíba sancionou, nesta sexta-feira (17), uma lei que estima a receita e fixa a despesa do Estado em 25,1 bilhões para o exercício financeiro de 2026. A norma, de autoria do Poder Executivo, estabelece um orçamento total de R$ 25.109.328.413,00, valor que será destinado ao funcionamento da máquina pública, investimentos e políticas voltadas à população paraibana.

De acordo com a lei publicada no Diário Oficial do Estado, a receita e a despesa do Estado estão fixadas em valores iguais, respeitando o que determinam a Constituição Estadual e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026.

O texto, publicado no Diário Oficial do Estado, foi sancionado com veto parcial a centenas de emendas parlamentares.

As razões para os vetos, segundo a portaria, segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal. Agora, os vetos do governador ainda passarão por análise da Assembleia Legislativa, que poderá mantê-los ou derrubá-los, a depender da maioria parlamentar.

Orçamento

O orçamento estadual é composto por três partes: o Orçamento Fiscal, o Orçamento da Seguridade Social e o Orçamento de Investimentos das Empresas Estatais que não dependem do Tesouro para seu funcionamento.

A legislação ainda autoriza o Poder Executivo a abrir créditos suplementares de até 30% do total das despesas fixadas, tanto no orçamento fiscal e da seguridade social quanto no orçamento de investimentos.

Esses créditos poderão ser abertos com base em superávit financeiro, excesso de arrecadação, anulação de dotações ou operações de crédito autorizadas em lei.

A lei também detalha que as receitas estaduais são provenientes da arrecadação de tributos, contribuições, transferências constitucionais e outras fontes previstas na legislação vigente.

Com MaisPB

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Projeto do deputado Hervázio Bezerra dá nome de ex-prefeito de João Pessoa à viaduto na BR-101

O governador da Paraíba João Azevêdo, sancionou a Lei nº 14.246, de 15 de janeiro de 2026, de autoria do deputado estadual Hervázio Bezerra, que denomina de Viaduto Oswaldo Trigueiro do Valle o equipamento em construção sobre a BR-101, no trecho que interliga o Bairro das Indústrias ao Conjunto Costa e Silva, em João Pessoa.

Reprodução

A nova legislação presta uma justa homenagem a Oswaldo Trigueiro do Valle, reconhecendo os relevantes serviços prestados ao Estado da Paraíba e, especialmente, à capital paraibana. A iniciativa do parlamentar reforça a importância de valorizar personalidades que contribuíram de forma significativa para o desenvolvimento social e institucional do estado.

Para Hervázio Bezerra, a sanção da lei representa não apenas o reconhecimento histórico, mas também um gesto de respeito à memória e ao legado de Oswaldo Trigueiro do Valle.

“É uma homenagem legítima a alguém que deixou uma marca importante na história da Paraíba, sobretudo em João Pessoa”, destacou o deputado.

A lei entra em vigor na data de sua publicação, consolidando oficialmente o nome do viaduto, considerado uma obra estratégica para a mobilidade urbana da capital.

Com Portal paraiba

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João Gonçalves mantém mistério sobre permanência no PSB e apoio a João Azevedo

João Gonçalves não revelou futuro político (Imagem reprodução Blog Vavá da Luz)

O deputado estadual João Gonçalves (PSB) afirmou, nesta sexta-feira (16), que ainda não há uma definição sobre sua permanência no Partido e nem sobre seus apoios políticos futuros. Durante entrevista ao programa Arapuan Verdade, da radio Arapuan FM, o parlamentar fala que sua continuidade na legenda depende da formação de uma nominata.

“Eu sou do partido de João Azevêdo. O partido, se não tiver uma nominata, eu estou fora”, declarou João Gonçalves.

O deputado também comentou sobre a possibilidade de participar de solenidades promovidas pelo prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, afirmando que comparecerá caso seja convidado. “Se Cícero me chamar para a solenidade dele, eu vou”, disse.

João Gonçalves reforçou que, até o momento, não manteve conversas com outros partidos sobre uma eventual mudança de legenda. Segundo ele, o tema já foi tratado diretamente com o governador João Azevêdo.

“Evidentemente que não conversei com ninguém sobre partido. Eu disse ao governador quando ele me questionou: ‘João, você vai deixar o partido?’. Aí respondi: ‘Governador, é mais fácil, pelo que estou vendo, é o partido que vai me deixar’”, afirmou.

Com.portal paraiba

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Se cuida João, que Nabor vem por aí!

João, Veneziano, Queiroga e Nabor

O prefeito de.de Patos começou literalmente do zero sua campanha por uma das vagas ao Senado. Contava apenas com seu prestígio pessoal e da família. Pouco para quem sonha chegar tão longe

Mas, a “virada” veio em.pouco tempo e o sonho sertanejo acabou virando projeto político robusto, com largo espaço para crescimento.

Preocupado em apresentar seu candidato a governador e atual vice-governador Lucas Ribeiro aos paraibanos, o governador João Azevedo acabou esquecendo de si próprio.

Não que Nabor esteja ameaçando o favoritismo do governador na disputa pelo Senado. Ainda não chega a isso. Mas, o projeto de reeleição de Veneziano parece bem mais pujante e equilibrado, mesmo em se tratando de um governador muito bem avaliado concorrendo.

Da maneira como as coisas estão sendo colocadas, fica a impressão de que, se houver disputa mais acirrada, será entre os aliados PSB e Republicanos.  Ou seja, entre João e Nabor. É tudo que os governistas não querem.

Claro que ainda há tempo de rever a estratégia. A eleição é em outubro.  O que não se sabe é se o PP e Lucas Ribeiro concordariam com.isso. É numa fase final de “construção ” como essa, seria um risco contrariar a família Ribeiro.

Para João e seus aliados, por enquanto o jeito é acompanhar a corrida pelo retrovisor.

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Família toscano faz festa em Guarabira e anuncia apoio a Cicero Lucena

Uma multidão se reuniu em uma casa de festas da cidade de Guarabira para receber, na noite desta quinta-feira (8), o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena. A festa, liderada pela prefeita Léa Toscano e pela deputada estadual Camila Toscano, marcou o anúncio do apoio do grupo ao projeto de Cícero para o Governo do Estado.

A prefeita Léa afirmou que não poderiactomarvum caminho diferente que não o do projeto de Cícero. “Teremos um caboquinho governando a Paraíba. O que quero, Cícero, é respeito pelo Brejo. Quero que, quando você for governador, olhe para Guarabira, olhe para essa população que precisa do seu apoio e do seu carinho”, afirmou em discurso emocionado.

A deputada Camila Toscana destacou a seriedade da escolha feita pelo grupo. “Eu digo, com a propriedade de quem tem três mandatos na oposição, que Guarabira merece coisa melhor, merece muito mais do que o Governo tem feito. Tomamos essa decisão olhando para a frente, optando por aquele quevtemos convicção que vai vencer a eleição”, afirmou.

“A adesão de Léa e se Camila, ao lado de tantas líder do brejo paraibano, renova minha confiança decque estamos no caminho certo. Queremos chegar ao Governo conduzidos pela força do povo, debatendo os problemas e construindo soluções. Queremos fazer um grande trabalho, com competência e eficiência”, afirmou o prefeito Cícero Lucena.

O evento contou com a presença do deputado federal Mersinho Lucena, dos deputados estaduais Felipe Leitão e Hervazio Bezerra, do vice-prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra, e da prefeita de Araçagi, Josilda Benício.

Com Assessoria

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Lula sanciona Orçamento de R$ 6,5 trilhões para 2026

O presidente00 o Orçamento de 2026, aprovado pelo Congresso Nacional em dezembro³. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) na quarta-feira (⁰031).

O Orçamento total da União para 2026 é de cerca de R$ 6,5 trilhões. O texto destaca ainda que 28% dos orçamentos fiscal e da seguridade social (OFSS) serão destinado exclusivamente para o pagamento de juros da dívida pública, o que equivale a R$ 1,82 trilhão.

O limite global de despesas para os Três Poderes foi fixado em aproximadamente R$ 2,4 trilhões.

Para 2026, o Orçamento sancionado prevê um superávit primário de R$ R$ 34,26 bilhões, podendo chegar a um superávit de até R$ 68,52 bilhões. Pela legislação do arcabouço fiscal, a meta será cumprida mesmo com resultado zero.

A meta fiscal para 2026, fixada na LDO, permite um déficit primário de até R$ 6,75 bilhões.

Não serão consideradas na meta de déficit primário as despesas de investimento destinadas ao Programa de Aceleração do Crescimento – Novo PAC, limitadas a R$ 5 bilhões.

O texto garante que a revisão anual do valor do salário mínimo definido na lei orçamentária seja compatível com a inflação apurada (variação do Índice de Preços ao Consumidor – INPC) e com a regra de valorização. No caso de 2026, um salário mínimo equivale R$ 1.621, a partir de 1º de janeiro.

A LDO explicita ainda que está vedado o reajuste, em 2026, dos benefícios de auxílio-alimentação ou refeição e assistência pré-escolar em percentual superior à variação acumulada do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desde a última revisão de cada benefício pelos Três Poderes, pelo Ministério Público da União e pela Defensoria Pública da União.

Emendas parlamentares

O texto prevê cerca de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares para deputados e senadores destinarem a obras, programas e projetos em seus estados e municípios. Desse total, cerca de R$ 37,8 bilhões serão destinados a emendas impositivas, de pagamento obrigatório. As emendas individuais, dos deputados e senadores, somam R$ 26,6 bilhões; as de bancada, destinadas às bancadas estaduais, ficaram com R$ 11,2 bilhões.

Vetos

Na quarta-feira, também foi publicado em edição extra do DOU o texto em que o presidente explica juridicamente por que vetou cada um dos 26 trechos do projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional.

Na mensagem presidencial, um dos vetos descritos é do trecho que aumenta o valor do Fundo Partidário, usado pelas legendas para financiar campanhas e custear atividades. No despacho, o presidente justifica que a medida reduziria o montante destinado ao pagamento das demais despesas da Justiça Eleitoral e ultrapassaria o limite previsto em lei para as despesas primárias do governo.

Outro trecho vetado pelo governo permitiria o pagamento de emendas mesmo a projetos sem licença ambiental prévia ou sem projeto de engenharia. O Executivo explica que esses procedimentos são requisitos para o início da execução de projetos e que identificação dos impedimentos de ordem técnica ou legal possibilitaria o remanejamento de recursos para outros projetos viáveis.

O presidente também vetou um trecho que permitia ressuscitar emendas não pagas de 2019 a 2023, os chamados “restos a pagar”. O governo entende que os recursos não liberados entre 2019 e 2023 estariam “em desacordo com o prazo de validade dos restos a pagar não liquidados, estabelecido pelo Decreto nº 93.872, de 23 de dezembro de 1986″.

Sobre as despesas que não poderiam ser contingenciadas, o despacho lista aquelas decorrentes da fiscalização nas agências reguladoras, os custos com defesa agropecuária, programas para inclusão de mulheres na transição energética e despesas com o apoio à educação de pessoas com altas habilidades. Na mensagem, o mandatário defende que essas despesas que não possam ser contingenciadas por “reduzir a flexibilidade e a liberdade dos órgãos na gestão de suas próprias despesas orçamentárias.”

Com Assessoria

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Prefeitos de Alhandra e Serra Redonda exoneram todos servidores comissionados no último dia do ano

As prefeituras de Alhandra e Serra Redonda, localizadas no Litoral Sul e no Agreste da Paraíba, respectivamente, publicaram no Diário Oficial desta quarta-feira (31) atos administrativos que determinam a exoneração coletiva de todos os ocupantes de cargos comissionados no âmbito do Poder Executivo municipal.

Em Alhandra, o prefeito Marcelo Rodrigues assinou um decreto, datado de 30 de dezembro, que exonerou todos os servidores comissionados da estrutura administrativa. A medida abrange tanto a Administração Direta quanto a Indireta e entrou em vigor imediatamente após a publicação.

Já em Serra Redonda, o prefeito Chico Bernardo editou uma portaria, também publicada no dia 30, determinando a exoneração de todos os cargos em comissão da Administração Pública Direta. O ato inclui secretários municipais, adjuntos, diretores, coordenadores, assessores e demais funções de livre nomeação e exoneração.

O documento estabelece que a Secretaria de Administração deve adotar as providências necessárias para o cumprimento da decisão, como registros funcionais e comunicação oficial aos servidores desligados.

Até o momento, os atos não detalham os motivos das exonerações coletivas e nenhuma das prefeituras informou quando deverão ocorrer novas nomeações para recompor os cargos exonerados.

Com PB Agora

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Motta cita escala 6×1, segurança e regulação da IA entre prioridades para 2026

Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Ao fazer um balanço de 2025, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), avaliou o ano como positivo, destacou a alta produtividade do Congresso e apontou desafios para 2026, que será marcado pelo calendário eleitoral. Segundo ele, a Casa conseguiu responder aos anseios da sociedade, mesmo em um cenário de polarização política.

De acordo com Hugo Motta, mais de 300 matérias foram aprovadas em Plenário, resultado de uma estratégia baseada no diálogo com diferentes partidos. Ele ressaltou que, apesar de embates e dificuldades na relação com o governo, o Parlamento entregou propostas relevantes para a população. “A Câmara conseguiu produzir e entregar matérias importantes que melhoraram a qualidade de vida do povo brasileiro”, afirmou.

Prioridades para 2026

Para 2026, Motta prevê um primeiro semestre com muitas votações, mesmo sendo ano eleitoral. Entre as pautas prioritárias estão segurança públicaregulação da inteligência artificialredução da jornada de trabalho (escala 6×1) e a regulamentação do trabalho por aplicativos. Segundo ele, o diálogo continuará sendo fundamental para manter a produtividade legislativa.

Economia e justiça fiscal

Na área econômica, o presidente destacou a colaboração do Congresso com a agenda do Executivo. Um dos principais pontos foi a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, beneficiando mais de 16 milhões de brasileiros. A compensação veio por meio de medidas de justiça fiscal, como maior taxação sobre rendas mais altas, fintechs, apostas on-line e Juros sobre Capital Próprio.

Segurança pública em foco

segurança pública foi apontada como a principal demanda da sociedade. Em 2025, quase 50 propostas foram aprovadas, endurecendo penas para crimes hediondosviolência contra a mulher e agressões a agentes de segurança. Também avançou o marco legal de combate ao crime organizado, que tipifica práticas como o “novo cangaço”.

Educação e respostas rápidas

Na educação, Motta destacou a aprovação do novo Plano Nacional de Educação (PNE) e a criação do Sistema Nacional de Educação (SNE). Além disso, a Câmara respondeu rapidamente a pautas populares, como o combate à falsificação de bebidas, a proteção de crianças no ambiente digital, por meio do ECA Digital, e medidas contra a cobrança de bagagem de mão em voos.

Tensões políticas

Apesar do saldo positivo, Hugo Motta reconheceu que 2025 foi marcado por tensões. Segundo ele, houve embates e momentos difíceis na relação com o governo, reflexo da polarização política. Ainda assim, avaliou que o ano terminou com um ambiente institucional mais equilibrado e com fortalecimento da relação entre Câmara e Senado.

Com Agência Senado

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Felipe Leitão diz que entrega de cargos foi questão de “coerência política”


O deputado estadual Felipe Leitão (Republicanos) explicou, nesta terça-feira (23), os motivos que o levaram a devolver os cargos que indicava no Governo do Estado. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Ô Paraíba Boa.

Segundo o parlamentar, a decisão foi tomada com base na coerência política e no compromisso com a transparência. Felipe Leitão classificou o gesto como uma “limpeza de gavetas”, necessária para alinhar discurso e prática política.

“Se eu estou me posicionando contra um projeto defendido por esse governo, não posso continuar participando dele. Nem eu, nem meus apoiadores”, afirmou. Para o deputado, manter indicações em cargos enquanto faz oposição seria uma postura incoerente e incorreta.

Felipe destacou ainda que sua trajetória política sempre foi marcada por posições claras e firmes. “Tenho quase 20 anos de vida pública e sempre fiz política com coerência, com posições fortes, mas, sobretudo, corretas e transparentes”, disse. Ele também reforçou que não considera legítimo tentar derrotar um projeto político e, ao mesmo tempo, usufruir de cargos e benefícios da gestão.

Com PBAGORA 

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Grupo de oposiçâo no município da Prata anuncia apoio à pré-candidarura de Cícero Lucena ao Governo do Estado em 2026

Mais um grupo político anunciou apoio à pré-candidatura do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), ao Governo do Estado. Nesta quinta-feira (18), lideranças de oposição do município da Prata fecharam questão em torno do nome do gestor da Capital.

“Estamos somando forças a um projeto que une experiência, diálogo e compromisso com o desenvolvimento da Paraíba. Cícero tem mostrado em João Pessoa que sabe governar e acreditamos que esse modelo pode avançar para toda a Paraíba. Ele é uma referência para nós do Cariri e ficamos felizes com seu pensamento em prol do povo”, afirmou a liderança Arthur Moura.

O grupo ainda conta com o vereador Bobô, o ex-prefeito Marcel Nunes, o ex-vereador Nô e a liderança Felizardo Moura. Nos últimos dias Cicero também recebeu o apoio da oposição do município de Cacimba de Dentro e do grupo de situação em Sobrado.

Com Assessoria

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