Conheça a cidade paraibana onde servidores municipais foram exonerados e continuam trabalhando mesmo sem receber salários

Imagem da Internet

Em dezembro do ano passado, o prefeito Marcos Eron Nogueira (MDB) deu um “presente de grego” aos próprios auxiliares. Pouco antes do natal, Eron sacou a caneta e demitiu todos os secretários e ocupantes de cargos comissionados. A desculpa era economizar para poder pagar a folha de pessoal, que estava muito alta. Até diretores de escolas entraram na “canetada”.

Pois bem, o Diário Oficial dos Municípios, ediçào desta segunda-feira (11), trouxe a publicação de ato do prefeito renomeando secretários, subsecretários e diretores de escolas.

Até aí tudo bem. A gestão não poderia funcionar por muito tempo sem esses servidores. O problema é que os outros ocupantes de cargos comissionados, também demitidos no final do ano passado, não foram readmitidos.

Mesmo estando formalmente “no olho da rua”, a maioria dos servidores afastados continua dando expediente, mas sem receber seus salários. Apesar de “escanteados” os ex-funcionários ainda têm esperança de recontratação e temem ser substituídos por apadrinhados do prefeito, caso abandonem os postos de trabalho.

Segundo os próprios servidores, Marcos Eron teria prometido muitos empregos durante a campanha e a única maneira de cumprir o compromisso seria afastando os que já trabalham para abrir vagas aos cabos eleitorais.

Cenário triste, mas verdadeiro.

Com informações do portal Radar Sertanejo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

prefeito de Monte Horebe, Marcos Eron Nogueira (MDB), nomeou os secretários municipais, subsecretários e diretores de escolas municipais que foram exonerados há dois meses. As nomeações foram publicadas da edição, desta segunda-feira (11), do Diário Oficial dos Municípios do estado.

Os demais servidores demitidos não foram nomeados nesta edição do Diário Oficial e continuam sem receber salários.

Mesmo sem receber pelos serviços prestados, muitos dos funcionários que foram demitidos no início do mês de dezembro do ano passado continuaram trabalhando sem receber nenhuma remuneração, segundo relatos de horebenses, para não perderem suas vagas para outros da fila de espera que receberam promessas de emprego ainda durante a campanha política.

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