
Como se costuma dizer no vocabulario popular: a montana pariu um rato. Foi esse o resultado do encontro entre o deputado federal Hugo Motta é os vereadores do Republicanos em João Pessoa, no sábado (04).
Ao final da reunião, Motta anunciou, através de sua Assessoria, que o partido continuará integrando a base do governador João Azevedo, junto com PP e PSB. Disso, todo.mundo já sabía.
Esperava-se do Republjcanos uma postura “mais dura” em relação aos aliados do prefeito Cícero Lucena, filiados ao partido. Más, estranhamente, os vereadores Marmuthe Cavalcante e Marcílio do HBE, por exemplo, ambos secretários municipais, não receberam nenhuma “recomenndação” do partido, a não ser de permanência na base do governador João Azevedo.
O fato causou estranheza e deixa transparecer que o rompimento político, na verdade, ocorreu apenas entre o PP e Cícero Lucena. Não atingiu o PSB, o Republicanos e muito menos o governador.
Caso contrário, os aliados de Cícero já teriam sido “aconselhados” a entregar os cargos que ocupam na Prefeitura de João Pessoa. Como aconteceu com o PP.
Outro fato semelhante é que ciceristas filiados ao PSB também não deixaram o partido nem se afastaram do prefeito da Capital, mesmo após reiteradas declarações de João Azevedo e Lucas Ribeiro, cobrando lealdade total dos alinhados ao projeto governista.
Talvez por isso, Cícero insista tanto em adiar para 2026 a definição de sua chapa majoritária. E, pelo jeito, o atual governador não considera uma.má ideia.
