O ex-senador Ney Suassuna demorou a fechar acordo com Veneziano Vital nas elwiçõea de 2018. Dizem que o homem preferia ser suplente de Cássio Cunha Lima, o favorito nas pesquisas. Mas, acabou optando pelo “Cabeludo” e deu certo.
Ney aceitou a suplência por ser o caminho mais fácil de retomar o mandato de senador. O “Carequinha” jura de pés juntos que fez um acordo para Veneziano disputar a sucessão do prefeito Romero Rodrigues em 2020 e, em caso de vitória, ele herdaria seis anos de mandato do socialista.
O problema é que esqueceram de avisar a Veneziano. O senador já trabalha intensamente para viabilizar a candidatura de sua esposa, Ana Cláudia Vital, à sucessão municipal e assim continuar em Brasília. Nesse caso, Ney sobraria na curva.
Sem a operação prevista no supoato acordo, o sonho de Suassuna voltar a ser senador pode ir para o espaço. Quem conhece a história sabe o quanto é “fácil” convencer os irmãos Vital a tirar licença de um mandato para beneficiar o suplente.
O ex-senador Raimundo Lira e o ex-vereador Tavinho Santos sabem bem disso.

