Ricardo Barbosa aguarda apenas o “sinal verde” do governador para deflagrar campanha pela Prefeitura de Cabedelo

Ricardo Barbosa

O deputado Ricardo Barbosa (PSB) tem, no momento, um desafio pessoal: vai se submeter a cirurgia, em São Paulo, para tratar de um câncer de próstata que o acomete. Mesmo diante do quadro preocupante, Barbosa está confiante que logo estará de volta aos trabalhos na Assembleia Legislativa e até sonha com outros projetos no campo político, um deles direcionado a Cabedelo, onde reside e tem atuação.

Barbosa aguarda apenas o “sinal verde” do governador Ricardo Coutinho (PSB), após o tratamento da doença, para se dedicar à campanha em busca de votos visando assumir a Prefeitura de Cabedelo. A pretensão não é de hoje. Em 2012, o deputado já admitia a vontade de disputar a eleição, mas preferiu ficar de fora. Um de seus colegas, Trócolli Júnior (PMDB), também insinuou candidatura, mas acabou desistindo. O restante da novela todos sabem: Luceninha foi eleito, renunciou ao mandato em circunstâncias deploráveis e deu lugar a Leto Viana, atual prefeito.

Trócolli Júnior, ao que parece, vai continuar adiando o sonho de administrar a cidade portuária. Ele até admite apoiar Barbosa, caso sua candidatura seja mesmo sacramentada na base governista.

Barbosa tem quase tudo para consolidar seu projeto. O “quase” quer dizer que falta o principal: o referendo do governador. Sem o apoio de Ricardo Coutinho, nem pensar. Por dois motivos: primeiro, não passa pela cabeça do deputado romper com Ricardo Coutinho, companheiro de partido e de campanhas anteriores, a quem segue politicamente. Segundo, Ricardo, o Barbosa, não tem estrutura para bancar uma campanha eleitoral cara como a de Cabedelo. Aliás, foi o custo de campanha que levou Tróclli Júnior a desistir. Com o deputado do PSB, certamente não seria diferente sem o “guarda-chuva” governamental.

Por isso, enquanto não tiver o “sinal verde” do chefe, Barbosa não dará partida em sua “ferrari”.

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Operação Lava Jato cumpre sua 17ª etapa e prende ex-ministro da Casa Civil José Dirceu

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A Polícia Federal (PF) cumpre, desde as 6h desta segunda-feira (3), a 17ª fase da Operação Lava Jato. Serão cumpridos 40 mandados judiciais, sendo três de prisão preventiva, cinco de prisão temporária, 26 de busca e apreensão e seis de condução coercitiva, quando a pessoa é obrigada a prestar depoimento.

Um dos mandados de prisão preventiva é contra o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu. A informação foi confirmada ao G1 pela PF. Ele foi detido em casa, em Brasília.

A operação foi batizada de Pixuleco, em alusão ao termo utilizado para nominar propina recebida de contratos. Cerca de 200 policiais federais participam da ação.

Ainda segundo a PF, esta fase da operação se concentra no cumprimento de medidas cautelares em relação a pagadores e recebedores de vantagens indevidas oriundas de contratos com o poder público, alcançando beneficiários finais e “laranjas” utilizados nas transações.

Também foram decretadas medidas de sequestro de imóveis e bloqueio de ativos financeiros, conforme a PF. Entre os crimes investigados estão corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. A prisão temporária tem prazo de cinco dias e pode ser prorrogada pelo mesmo período ou convertida em preventiva, que é quando o investigado fica preso à disposição da Justiça sem prazo pré-determinado.

Condenado no processo do mensalão do PT, Dirceu cumpre, desde novembro do ano passado, o restante de sua pena de 7 anos e 11 meses de prisão em regime domiciliar. Na ação penal, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) o consideraram culpado pela acusação de corrupção ativa.
Os presos serão levados para a Superintendência da PF em Curitiba.
16ª fase
A 16ª fase, batizada de Radioatividade, foi deflagrada no dia 28 de julho e cumpriu dois mandados de prisão temporária, além de 23 mandados de busca e apreensão e cinco de condução coercitiva em em Brasília, Rio de Janeiro, Niterói (RJ), São Paulo e Barueri (SP).

O foco das investigações, segundo a PF, são contratos firmados por empresas já mencionadas na Operação Lava Jato com a Eletronuclear, cujo controle acionário é da União.

Os presos são o diretor-presidente licenciado da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, e o presidente global da AG Energia, ligada ao grupo Andrade Gutierrez, Flávio David Barra.

Os dois são investigados por lavagem de dinheiro, organização criminosa e corrupção nas obras da usina nuclear de Angra 3, localizada na praia de Itaorna, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

Segundo o MPF, os valores ilícitos eram repassados por meio de empresas intermediárias para a Aratec Engenharia, Consultoria & Representações Ltda, que pertencente a Othon Luiz.

Com G1

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Destituição de diretórios municipais ligados a Gervasio Maia acirra disputa interna e amplia “racha” no PMDB

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Quem pensa que o clima no PMDB amenizou, com a indicação do deputado Trócolli Júnior para a Secretaria Estadual do Turismo e a consequente posse da suplente Olenka Maranhão na Assembleia Legislativa, está muito enganado. Fonte graduada do partido revelou que diretórios municipais ligados ao deputado Gervasio Maia estão sendo destituídos pela direção estadual sem sequer comunicado prévio. A medida teria irritado mais ainda o parlamentar, ampliando a disputa interna e o “racha” no partido.

O processo de destituição, que seria comandado pelo próprio senador José Maranhão, presidente do PMDB, teria irritado Gervasio Maia que cobra cumprimento de suposto acordo com o deputado federal e atual presidente, Manoel Júnior, para dirigir o diretório de João Pessoa. “Medidas desse tipo só contribuem para agravar a crise e desestimular o deputado (Gervasio) a permanecer no PMDB”, afirmou a fonte.

Um dos diretórios destituídos foi o de Mataraca, que até então era controlado pelo grupo do ex-prefeito João Madruga, já falecido. A medida foi vista como retaliação à postura de Gervasio Maia dentro do partido, principalmente em relação ao diretório da Capital. “São correligionários históricos que estão sendo desrespeitados e perseguidos por quem deveria incentivá-los”, sustentou o peemedebista, que prefere o anonimato.

A direção do PMDB não reconhece a crise. Trata a situação como “divergências internas” e prevê solução rápida para o problema. O deputado Gervasio Maia não se pronunciou ainda sobre as supostas retaliações, enquanto que Manoel Júnior mantém sua pré-candidatura a prefeito “a todo vapor” e diz que não abre “nem para um trem”. Júnior nega o acordo pregado por Gervasio e admite “bater chapa” com o colega na convenção para escolha da nova direção municipal de João Pessoa.

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Manoel Júnior reafirma desejo de disputar Prefeitura de João Pessoa e diz que não abre “nem para um trem”

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Os novos capítulos da novela envolvendo o governador Ricardo Coutinho (PSB) e o PMDB, com a convocação de Trócolli Júnior para a Secretaria Estadual de Esportes para permitir a volta da suplente Olenka Maranhão à Assembleia Legislativa, geraram desconfiança em relação às verdadeiras intenções do partido comandado pelo senador José Maranhão em relação às eleições de 2016. Mas, o deputado federal Manoel Júnior, pré-candidato a prefeito, agiu rápido tentando tranquilizar aliados e espantar os boatos.

“Nós temos o apoio da base do partido e também da cúpula. Prova disso foi a convenção que realizados, onde a ficou clara a decisão do PMDB de lançar candidatura própria. Temos o apoio do senador José Maranhão e não abrimos nem para um trem”, avisou Manoel Júnior.

O deputado federal é o mais cotado para encabeçar uma eventual chapa majoritária do PMDB em João Pessoa, mas outros nomes podem surgir até o ano que vem. Gervasio Maia, por exemplo, não esconde de ninguém a vontade de comandar a Prefeitura da Capital. “Qual o politico que não quer governar sua cidade natal? Nasci e me criei em João Pessoa e seria uma honra administrá-la”, tem dito Maia.

De concreto, o PMDB só tem até agora a decisão de lançar candidatura própria em João Pessoa e nos demais municípios onde houver viabilidade eleitoral. Essa decisão, no entanto, pode ainda ser revista. Na verdade, a manifestação final do partido deve ficar para 2016. Antes disso, só especulações.

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Câmara Municipal retoma trabalhos nesta terça-feira com presença do prefeito Luciano Cartaxo

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A Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) retoma os trabalhos legislativos na próxima terça-feira (4). A sessão de reabertura está prevista para as 9h30, no Plenário Senador Humberto Lucena, com a presença do prefeito da Capital, Luciano Cartaxo (PT), secretários e gestores da Administração Municipal, além de representantes da sociedade civil e organizada.

Apesar do recesso parlamentar, os serviços administrativos da Casa Napoleão Laureano continuam em funcionamento.
Esta semana, o vereador Marco Antônio (PPS), líder do Governo na CMJP, destacou as 39 obras que serão inauguradas pelo prefeito até o final deste ano, como parte das ações comemorativas pelos 430 anos da Capital.

O parlamentar esteve presente no anúncio realizado pelo gestor, nesta quinta-feira (30), na Estação Ciência, Cultura e Artes Cabo Branco. Na oportunidade, ele discursou em nome dos vereadores e destacou a parceria entre a Gestão e a bancada situacionista.

Com Maispb.com.br

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