Frei Anastcio diz que PT no tem condies de lanar candidato ao Governo do Estado em 2018

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O deputado Frei Anastcio disse, agora a pouco, que o PT no te condies de lanar candidato prprio ao Governo do Estado nas eleies de 2018. Segundo ele, os escndalos nacionais tero grande influncia nas disputas estaduais e h uma tendncia de voto, pelo eleitor, em nomes e no em partidos. “No temos at agora nenhum debate sobre as eleies de 2018, mas acredito que o PT apoie algum (candidato de outro partido) porque no tem como lanar candidato prprio”, afirmou.

Anastcio afirmou ainda que no h qualquer direcionamento sobre o rumo do PT na Paraba, j que em junho haver mais um Processo de Eleies Diretas para escolha de novos dirigentes. No PED, tambm sero aprovadas teses para a disputa eleitoral. “Desde as eleies passadas que me sinto meio afastado. Em 2014, conseguimos eleger trs prefeitos e quinze vereadores. Na hora certa, vamos discutir com eles os encaminhamentos para 2018”, sustentou o parlamentar, que defende o fim do PED no PT.

Pelo jito, o Frei vai agora trabalhar por conta prpria.

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Oposio promete definir lderes at amanh; Gervasio Maia aguarda deciso para reunir colegiado

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A Oposio garantiu que, at amanh (sexta-feira), ter definido os lderes partidrios ou de blocos, se for o caso. PSDB, PSC, PP, PMDB e PTN devem se reunir com o lder oposicionista, Tovar Correia Lima (PSDB), para resolverem de vez essa questo. Na sesso desta quarta-feira, o presidente da Assembleia Legislativa Gervasio Maia (PSB) voltou a cobrar nomes para poder convocar reunio do Colegiado de Lderes.

A demora tambm provocou reclamao do lder do governo, Hervsio Bezerra (PSB). Segundo Bezerra, a bancada de Oposio reclama de tudo, mas no comparece ao plenrio quando necessrio. “Onde esto os deputados de Oposio? Onde est o deputado Tovar Correia Lima? No veio ontem (tera-feira) e no veio hoje (quarta). parece at que a Oposio est em greve”, ironizou.

A Situao j definiu seus lderes. Hervzio foi mantido no comando da bancada do governo e o ex-presidente Adriano Galdino (PSB) foi indicado para liderar o “Bloco”.

Gervasio Maia quer reunir o Colegiado de Lderes para definir algumas medidas que adotar nesse incio de gesto. Antes mesmo de ser empossado, o presidente garantiu que far uma gesto democrtica, ouvindo os colegas antes de tomar decises.

o que vem fazendo.

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TRE cassa mandato do governador do Rio por falta de prestao de contas de material de campanha em 2014

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O TRE do Rio acaba de cassar o mandato da chapa do governador Luiz Fernando Pezo e do vice Francisco Dornelles. Por 3 votos a 2, o tribunal considerou os argumentos do Ministrio Pblico Eleitoral. A desembargadora eleitoral Fernanda Trtima, que anteontem pediu vista do processo, hoje se declarou impedida de julgar o caso.

A ao trata da produo de material irregular de campanha, sem prestao de contas, em 2014. Segundo a Procuradoria Regional Eleitoral no Rio de Janeiro, foram omitidos gastos de mais de R$ 10 milhes na campanha.

Mesmo com a derrota no TRE, Pezo pode apelar ao TSE.

Por Lauro Jardim
Com O Globo

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Procuradoria Geral da Repblica deve pedir fim do sigilo das delaes premiadas da Odebrecht

Braslia – Eduardo Pelella, chefe de gabinete do procurador-geral da Repblica, Rodrigo Janot, afirmou nesta tera-feira, 7, a senadores que a inteno do Ministrio Pblico Federal pedir o fim do sigilo de apenas parte das delaes de executivos e ex-executivos da Odebrecht.

Em reunio com parlamentares da oposio, o procurador da Repblica disse que, diante da “peculiaridade” do caso, a solicitao deve ocorrer antes mesmo da apresentao da denncia (acusao formal).

Conforme apurou o jornal O Estado de S. Paulo, Janot deve pedir o fim do sigilo de algumas delaes ao solicitar a abertura de inquritos baseados nos depoimentos dos 77 executivos e ex-executivos da empreiteira, ainda sem data para ocorrer. As delaes foram homologadas pela presidente do Supremo Tribunal Federal, Crmen Lcia, no incio da semana passada e remetidas de volta aos procuradores.

Parlamentares da oposio e da base cobram que os depoimentos sejam tornados pblicos o quanto antes com o argumento de que isso “facilitaria” as investigaes e evitaria vazamentos seletivos, o que tambm tem preocupado o governo de Michel Temer.

Nos bastidores, porm, a avaliao de parlamentares de que a divulgao de uma s vez divide as atenes da sociedade e dilui os efeitos negativos entre os diversos investigados.

Um projeto de lei protocolado na semana passada pelo lder do governo no Congresso, Romero Juc (PMDB-RR), prev o fim dos sigilos de investigaes. Caso aprovada, a medida poderia, por exemplo, trazer a pblico processos e delaes premiadas da Lava Jato, da qual Juc um dos alvos.

Na reunio com os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Joo Capiberibe (PSB-AP), Vanessa Grazziotin (PC do B-AM) e Ldice da Mata (PSB-BA), Pelella afirmou que a Procuradoria tenta acelerar as providncias necessrias para pedir a divulgao dos depoimentos, mas apenas aqueles em que a publicidade essencial e no atrapalhem as investigaes.

“Obviamente no vai ser em todos os casos, no um levantamento de sigilo linear. preciso fazer algumas verificaes do que precisa ficar em sigilo, algumas coisas precisam ser investigadas depois e precisam do sigilo agora”, afirmou.

Ao vivo
O encontro ocorreu quando os parlamentares foram at a sede da Procuradoria-Geral da Repblica para protocolar uma representao contra a nomeao do ministro Moreira Franco na Secretaria-Geral da Presidncia. A reunio foi transmitida ao vivo pelo Facebook em uma pgina administrada pela oposio de Temer no Senado. Pelella, porm, disse que no sabia que estava sendo gravado.

Na reunio, o procurador lembrou que o ministro do STF Teori Zavascki, que era o relator da Lava Jato na Corte, entendia que a abertura era obrigatria quando a denncia era recebida e os investigados se tornavam rus. “Mas, nessa situao de peculiaridade, do caso envolvendo muito gente, para no termos aquela ansiedade, parece que talvez o procurador-geral j antecipe um pouco esse pedido, que s vai ser levantado quando o ministro (Edson Fachin) decidir e se decidir “, disse o procurador, em referncia ao novo relator no STF das aes envolvendo a operao.

Em dezembro, Janot chegou a afirmar a Temer e a parlamentares que pediria a divulgao das delaes logo aps homologadas. Com a morte de Teori, porm, o pedido no foi feito.

Pelella, que auxilia Janot nos trabalhos da Lava Jato envolvendo polticos, disse que o sigilo das investigaes til para o Ministrio Pblico, mas um “grande nus” porque custa tempo e dinheiro. “So 77 colaboradores, 950 depoimentos. Para dar tratamento sigiloso disso, precisamos restringir o nmero de pessoas que tm acesso, isso custa tempo, tem pouca gente para trabalhar.”

Ele disse tambm que, se fosse deixar aberto para mais funcionrios do Ministrio Pblico Federal, o risco de vazamento seria maior.

Sobre vazamentos de delaes em que polticos so citados, Pelella afirmou que os procuradores so “usados”. “Isso acontece, infelizmente.” Na conversa, Pelella disse ainda que a publicidade dos fatos investigados protege os rus. “ bom que seja publicado para evitar que se faa uma denncia abusiva. A publicidade no ruim, o prejuzo poltico disso tudo uma (outra) discusso.” As informaes so do jornal O Estado de S. Paulo.

Com Estado

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Tribunal de Contas determina suspenso de contratao e pagamentos a escritrios de advocacia por prefeituras paraibanas

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O Tribunal de Contas da Paraba, reunido nesta quarta-feira (8), emitiu cautelar no sentido de que as Prefeituras paraibanas se abstenham do pagamento e contratao de escritrios de advocacia para resgate de crditos do antigo Fundef, do atual Fundeb e de recursos de repatriao. Tambm, que remetam ao exame da Corte, no prazo mximo de 15 dias, toda a documentao atinente a contratos desse gnero.

A determinao, anunciada nesta quarta-feira (8) pelo presidente Andr Carlo Torres Pontes, ocorreu depois de o conselheiro Fernando Cato levar ao conhecimento do Pleno o referendo da 1 Cmara do TCE a deciso singular DS1 03/17.

Trata-se de julgamento que suspendeu contrato idntico firmado, sem licitao, pela ex-prefeita de Pombal Yasnaia Pollyanna Werton Dutra, no estgio em que se encontrar, nos termos do acrdo AC1-TC/80/17. O processo n 18.038/2016, que trata do assunto, foi avocado da 1 Cmara para o Tribunal Pleno.

Assessoria

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CARNAVAL: Presidente do TCE volta a alertar prefeitos paraibanos sobre risco de gastos com festas

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O presidente do Tribunal de Contas da Paraba, conselheiro Andr Carlo Torres Pontes, reiterou, na sesso ordinria do Tribunal Pleno, nesta quarta-feira (08), os termos da recomendao expressa que a Corte de Contas fez, por meio da Circular 007/2017, alertando os prefeitos dos 223 municpios paraibanos sobre os cuidados que devem observar ao promoverem festividades financiadas com recursos pblicos. O alerta foi encaminhado a todas as prefeituras em 12 de janeiro passado.

O conselheiro lembrou as providncias j adotadas pela Corte, reforando a necessidade da comunicao ao rgo fiscalizador sobre os procedimentos atinentes promoo de eventos festivos, na forma estabelecida nas Resolues Normativas RN TC 03/2009, 01/2013 e 07/2015. Na oportunidade agradeceu a manifestao levada ao Pleno pela procuradora geral, Sheyla Barreto Braga de Queiroz, que por meio de expediente encaminhou Presidncia sua preocupao em relao ao assunto.

No documento circular a Presidncia recomenda que os prefeitos demonstrem que no haver comprometimento, dentro do cronograma de desembolso mensal da prefeitura, de obrigaes financeiras como: folha de pessoal, investimentos em educao e sade, previdncia, pagamento de fornecedores, entre outras.

Os gestores foram alertados tambm sobre o dever de observar os princpios constitucionais que regem a Administrao Pblica, com destaque para os da legalidade, impessoalidade, moralidade, economicidade, legitimidade e eficincia, evitando excesso de gastos com contrataes e assegurando o equilbrio das contas pblicas, conforme preconizado no 1 do art. 1 da Lei Complementar n 101/00, notadamente em casos de situao de decreto de emergncia ou calamidade pblica.

J a Resoluo Normativa 01/2013, encaminhada anexa circular, traz, entre outras determinaes, a obrigatoriedade de envio, ao tribunal, dos quadros demonstrativos das despesas realizadas, convnios, contratos, parcerias, acordos, patrocnios e concesses gratuitas e/ou onerosas firmados com entidades pblicas e/ou privadas e pessoas fsicas, indicando o objeto, a parte signatria, o valor, a contrapartida da Prefeitura (se houver), e os critrios de seleo utilizados, conforme modelo do Anexo II.

A mesma resoluo define, igualmente, que so consideradas festividades locais quelas relacionadas, direta ou indiretamente, aos diversos eventos comemorativos de carnaval e/ou festas juninas realizadas no exerccio financeiro pelas Prefeituras Municipais, independentemente da data de empenhamento.

Com Ascom

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CPI da Telefonia convoca operadoras para prestar contas de investimentos na Paraba

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A CPI da Telefonia da Assembleia Legislativa deu mesmo o que falar. Depois de forar as operadoras a garantir investimentos e melhorar a qualidade dos servios prestados na Paraba, agora est convocando os empresrios do setor para que, tambm na Casa de Epitcio Pessoa, mostrem os avanos que tenham promovido aos consumidores paraibanos.

“Queremos saber o que de concreto j foi feito e o que as operadoras pretendem ainda fazer. Uma coisa o compromisso que as operadoras assumiram. Outra coisa o que fizeram na prtica para resolver os problemas apontados no sistema de telefonia do Estado”, disse o relator da CPI, Joo Bosco Carneiro (PSL), na manh desta quarta-feira.

O deputado explicou ainda que, embora a fase de investigao j tenha se encerrado com a entrega e aprovao do relatrio final, a CPI tem ainda pela frente outras aes complementares como a comprovao ou no de cumprimento pelas empresas do que foi acordado com os deputados. “Alm disso, temos que encaminhar ao Ministrio Pblico e Receita Federal o resultado das investigaes para, se for o caso, tomarem as providncias cabveis”, sustentou.

A primeira operadora a prestar contas ser a TIM, mas a data da audincia pbica em plenrio no foi ainda definida. Para se ter ideia, somente a operadora OI se comprometeu em investir R$ 33,7 milhes no Estado.

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Raimundo Lira perde disputa pela presidncia da CCJ para senador citado na Lava Jato

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O senador paraibano Raimundo Lira (PMDB) anda sem sorte. Primeiro, perdeu a presidncia do Senado, abrindo mo para o cearense Euncio de Oliveira (PMDB). Depois, foi convencido a desistir da luta pela liderana do PMDB em favor de Renan Calheiros (AL) e, agora, lutou, mas no conseguiu chegar ao comando da Comisso de Constituio e Justia, a principal da Casa. Perdeu a queda de brao para um senador citado na Lava Jato, o maranhense Edison Lobo, que teve apoio de Renan Calheiros e Jos Sarney. O mais irnico que Lira foi citado como favorito em todas essas disputas.

Lira alega que foi trado por Renan. Segundo ele, o senador alagoano lhe pediu para abrir mo da disputa pela liderana, na qual tinha interesse. Calheiros teria garantido que a presidncia da CCJ seria do paraibano. depois de indicado como lder, Renan mudou de ideia e apoiou o nome de Lobo.

Resultado: o ex-ministro deve ser confirmado ainda hoje como novo presidente da CCJ e Lira ficou “chupando o dedo”.

Se no bastasse, o parlamentar cajazeirense teve que reconhecer a supremacia do colega Jos Maranho no PMDB da Paraba. Lira “se acertou” com o atual presidente e ps fim ao “racha” que ameaava as chances do partido nas eleies de 2018.

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Lder do governo manda recado para Oposio: “O tom que tocar aqui, ns vamos danar”

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O lder do governo, Hervsio Bezerra (PSB), mandou na manh desta quarta-feira mais um duro recado bancada de Oposio, especialmente ao lder da bancada, Tovar Correia Lima (PSDB). “O tom que tocar aqui, ns vamos danar”, avisou, referindo-se supostas declaraes de Tovar alegando que “a Justia Eleitoral custa caro para no dar resultados”.

“Talvez pela jovialidade, pela agressividade, o deputado Tovar no tenha se tocado para o que disse. Ele foi absolvido de denncias que eu julgava indefensveis. E, at onde eu sei, a Justia Eleitoral paraibana formada por homens srios e ntegros”, afirmou Bezerra.

Hervsio disse ainda que tem evitado fazer debates de mbito pessoal, preferindo levar as discusses em plenrio para o mbito politico-administrativo. “temos problemas na Sade, na Segurana Pblica. Isso, o prprio gvernador reconhece. “Mas, se o deputado quiser trazer o tema para o plenrio no tem problema. Acho que o partido dele, o grupo que ele faz parte, no aguenta dois minutos de discusso”, sustentou.

Segundo Hervsio, ficou claro que o lder da Oposio referiu-se ao julgamento das aes que tramitam na Justia Eleitoral contra o governador Ricardo Coutinho.

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Deputado teme que guas do So Francisco no possam resolver problema hdrico do Vale do Pianc

O deputado Branco Mendes (PEN) visitou vrios municpios do Serto e demonstrou preocupao com a possibilidade de retardamento da transposio do So Francisco no trecho que beneficiar a regio do Vale do Pianc. Segundo ele, na situao em que se encontra, o rio Pianc no ter como receber as guas do So Francisco que passaro antes pelo aude de Condado, em Conceio.

Branco explicou que o rio Pianc sofre com o assoreamento e a poluio provocada por esgotos depositados pelas populaes ribeirinhas. “Do jeito que est, no h como o rio Pianc receber essas guas. Temos cobrado providncias da Secretaria de Recursos Hdricos para que no haja mais atraso na concretizao dessa obra (transposio) que beneficiar a populao paraibana”, sustentou.

Essa questo da poluio do Rio Pianc antiga.

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