Saiba quais foram os pagamentos adiados ou suspensos durante o período de pandemia

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Terminar o mês escolhendo quais boletos pagar. Essa virou a rotina de milhões de brasileiros que passaram a ganhar menos ou perderam a fonte de renda por causa da pandemia do novo coronavírus. Para reduzir o prejuízo, o governo adiou e até suspendeu diversos pagamentos esse período. Tributos e obrigações, como o recolhimento das contribuições para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), ficarão para depois.

Em alguns casos, também é possível renegociar. Graças a resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN), os principais bancos estão negociando a prorrogação de dívidas. Os agricultores e pecuaristas também poderão pedir o adiamento de parcelas do crédito rural. A Agência Nacional de Saúde (ANS) fechou um acordo para que os planos não interrompam o atendimento a pacientes inadimplentes até o fim de junho.

Além do governo federal, diversos estados estão tomando ações para adiar o pagamento de tributos locais e proibir o corte de água, luz e gás de consumidores inadimplentes. No entanto, consumidores de baixa renda ficarão isentos de contas de luz por 90 dias em todo o país. Os adiamentos não valem apenas para os consumidores. Em alguns casos, a Justiça está agindo. Liminares da 12ª Vara Cível Federal em São Paulo proibiram o corte de serviços de telefonia de clientes com contas em atraso. Diversos estados estão conseguindo, no Supremo Tribunal Federal, decisões para suspenderem o pagamento de dívidas com a União durante a pandemia.

Confira as principais medidas temporárias para aliviar o bolso em tempos de crise:

Empresas

•        Adiamento do pagamento da contribuição patronal ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e dos Programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). Os pagamentos de abril serão quitados em agosto. Os pagamentos de maio, em outubro. A medida antecipará R$ 80 bilhões para o fluxo de caixa das empresas.

•        Adiamento da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) do 15º dia útil de abril, maio e junho para o 15º dia útil de julho.

•        Redução em 50% da contribuição das empresas para o Sistema S por três meses, de abril a junho.

Microempresas

•        Adiamento, por seis meses, da parte federal do Simples Nacional. Os pagamentos de abril, maio e junho passaram para outubro, novembro e dezembro.

•        Adiamento, por três meses, da parte estadual e municipal do Simples Nacional. Os pagamentos do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS, pertencente aos estados) do Imposto sobre Serviços (ISS, dos municípios) de abril, maio e junho passaram para julho, agosto e setembro.

Microempreendedores individuais (MEI)

•        Adiamento das parcelas por seis meses. Os pagamentos de abril, maio e junho passaram para outubro, novembro e dezembro. A medida vale tanto para a parte federal como para parte estadual e municipal (ICMS e ISS) do programa.

Pessoas físicas

•        Adiamento, por dois meses, do prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física e do pagamento da primeira cota ou cota única. A data passou de 30 de abril para 30 de junho.

•        O cronograma de restituições, de maio a setembro, está mantido.

Empresas e pessoas físicas

•        Suspensão, por 90 dias, do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para empréstimos. Imposto deixará de ser cobrado de abril a junho, injetando R$ 7 bilhões na economia.

Empresas e empregadores domésticos

•        Suspensão das contribuições para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por três meses, inclusive para empregadores domésticos. Valores de abril a junho serão pagos de julho a dezembro, em seis parcelas, sem multas ou encargos.

Compra de materiais médicos

•        Redução a zero das alíquotas de importação para produtos de uso médico-hospitalar

•        Desoneração temporária de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bens necessários ao combate ao Covid-19

Contas de luz

•        As suspensões ou proibição de cortes de consumidores inadimplentes cabe a cada estado. No entanto, consumidores de baixa renda, que gastam até 220 quilowatts-hora (kWh) por mês, estarão isentos de pagarem a conta de energia. O valor que as distribuidoras deixarão de receber será coberto com R$ 900 milhões de subsídio da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

Contas de telefone

•        Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) comunicou a operadoras telefônicas que não cortem o serviço de clientes com contas em atraso. Serviços interrompidos deverão ser restabelecidos em até 24 horas. Decisão atende a liminares da 12ª Vara Cível Federal em São Paulo que valem para todo o país. A agência tentou recorrer das decisões, mas perdeu.

Dívidas em bancos

•        Autorizados por uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), os cinco principais bancos do país – Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander – abriram renegociações para prorrogarem vencimentos de dívidas por até 60 dias.

•        Renegociação não vale para cheque especial e cartão de crédito.

•        Clientes precisam estar atentos para juros e multas. Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), é preciso verificar se o banco está propondo uma pausa no contrato, sem cobrança de juros durante a suspensão, ter cuidado com o acúmulo de parcelas vencidas e a vencer e perguntar se haverá impacto na pontuação de crédito do cliente.

Financiamentos imobiliários da Caixa

•        Caixa Econômica Federal anunciou pausa de 90 dias os contratos de financiamento habitacional, para clientes adimplentes ou com até duas parcelas em atraso, incluindo os contratos em obra. Quem tinha pedido dois meses de prorrogação terá a medida ampliada automaticamente para três meses.

•        Clientes que usam o FGTS para pagar parte das parcelas do financiamento poderão pedir a suspensão do pagamento da parte da prestação não coberta pelo fundo por 90 dias.

•        Clientes adimplentes ou com até duas prestações em atraso podem pedir a redução do valor da parcela por 90 dias.

•        Carência de 180 dias para contratos de financiamento de imóveis novos.

Produtores rurais

•        CMN autorizou a renegociação e a prorrogação de pagamento de crédito rural para produtores afetados por secas e pela pandemia de coronavírus. Bancos podem adiar, para 15 de agosto, o vencimento das parcelas de crédito rural, de custeio e investimento, vencidas desde 1º de janeiro ou a vencer.

Estados devedores da União

•        Governo incluiu uma emenda ao Plano de Promoção do Equilíbrio Fiscal (PEF), ainda em discussão na Câmara, para suspender os débitos dos estados com o governo federal por seis meses. A medida injetará R$ 12,6 bi nos cofres estaduais para enfrentarem a pandemia.

•        Enquanto a emenda não é votada, 17 estados conseguiram liminares no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspenderem as parcelas de dívidas com a União.

Com Agência Brasil

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Secretário de Saúde quer manter isolamento social na Paraíba por mais trinta dias

 

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Covid-19 ultrapassa barreira dos mil mortos no Brasil

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Ruy Carneiro se antecipa e doa metade do salário para o Hospital Padre Zé

Dedicado ao esforço de fortalecer da saúde e o combate ao novo coronavírus, o deputado federal Ruy Carneiro apresentou um projeto de decreto legislativo defendendo o corte de 50% nos salários de deputados federais e senadores, durante três meses. No entanto, antes mesmo de a medida ser aprovada no Congresso, o parlamentar tomou a iniciativa por conta própria e já destinou metade do seu salário para uma instituição de saúde.

O Hospital Padre Zé, que desenvolve um amplo trabalho de atendimento às famílias mais pobres de João Pessoa e da Paraíba, foi escolhido por Ruy para receber a doação. Segundo ele, é importante que toda a Câmara e o Senado façam o mesmo para ampliar os investimentos que necessários à rede pública de saúde neste momento de crise.

“Todo investimento que a gente faça neste momento representa muitas vidas salvas. Seria possível dispor de R$ 30 milhões com os 50% dos salários pagos aos membros do Congresso Nacional. E, se as Assembleias Estaduais e Câmaras Municipais também adotassem tal medida, poderíamos fazer ainda mais para combater o coronavírus”, enfatizou Ruy.

O valor destinado por Ruy Carneiro, no valor de R$ 12,4 mil, será utilizado na campanha de alimentação das pessoas em situação de rua. Segundo o Padre Egídio, presidente do Hospital Padre Zé, “ações como esta têm possibilitado o prosseguimento do trabalho desenvolvido pela Instituição, que tem por objetivo amenizar a dor e o sofrimento dos mais necessitados”.

O momento é de dar exemplos, acrescentou o deputado. “Muitas pessoas, muitos trabalhadores e também as empresas terão perdas neste período de crise. Então, nós, parlamentares e gestores públicos, precisamos dar o exemplo, dando forças a todos para que possamos sair, juntos, deste momento difícil”, arrematou.

Com Assessoria

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Bolsonaro projeta prazo de “três ou quatro meses” para normalização das atividades no país

Imagem Divulgação/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (9) que espera a normalização da atividades do país em menos de “três ou quatro” meses, para não haver, segundo ele, uma complicação no cenário econômico. Ao citar os gastos de cerca de R$ 600 bilhões para programas de combate à pandemia do novo coronavírus e manutenção de empregos e renda das empresas, o presidente comparou a situação às margens de um rio após a destruição de uma ponte.

“Estamos com esses R$ 600 bilhões mantendo a comunicação com as duas margens do rio, só que temos um limite, acredito que três meses ou quatro meses fica complicado, então a gente espera que as atividades voltem antes disso”, afirmou durante sua live semanal transmitida pelo Facebook.

Bolsonaro voltou a defender o fim do isolamento social amplo para pessoas fora dos grupos de risco da covid-19, como idosos e pessoas com doenças crônicas. “Por mim, quem tem menos de 40 anos já estaria trabalhando, porque nós deveríamos, no meu entender, partir para o isolamento vertical”, disse.

O presidente lembrou decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que assegurou a autonomia de governos estaduais e prefeituras para determinar medidas de fechamento de comércio e isolamento social, e disse que quem se sente prejudicado por essas decisões deve cobrar os governadores e prefeitos. Ainda de acordo com presidente, no entanto, alguns estados e cidades já estão retomando as atividades, como ele defende.

“Eu tenho certeza que brevemente isso tudo estará resolvido. Tenho notícias que alguns governadores, alguns prefeitos também, [em] cidades que não tem ninguém detectado com o vírus, está sendo liberado [o comércio] pelo respectivo governador”, afirmou.

O número de mortes decorrentes do novo coronavírus totalizou 941, segundo atualização divulgada pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira. Ao todo, o Brasil registrou 141 mortes e 1.930 novos casos confirmados nas últimas 24 horas.

Com Agência Brasil

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Hospitais de São Paulo começam a usar cloroquina para tratar pacientes infectados pelo coronavírus

O prefeito Bruno Covas (PSDB) anunciou que os hospitais municipais de São Paulo vão passar a utilizar a cloroquina no tratamento de pacientes infectados pelo coronavírus. O uso da cloroquina por pacientes infectados com o novo coronavírus ainda está em fase de testes e de estudos. Não há resultados conclusivos para as pesquisas com o medicamento, usado principalmente contra a malária.

“A Secretaria Municipal de Saúde introduziu no seu protocolo de tratamento contra a Covid-19 a cloroquina desde que haja prescrição médica e desde que haja consentimento do paciente ou da família”, afirmou o prefeito.

Covas determinou a compra de mais cloroquina para uso na rede pública. “Nós temos hoje 6 mil cápsulas a disposição, como cada paciente precisa de seis, portanto, medicamento para tratar mil pessoas internadas hoje nos hospitais municipais. Então, já determinei à Secretaria Municipal de Saúde que possa fazer aquisição mais dessas cápsulas pra que seja uma alternativa de tratamento. Ainda não é possível ser uma política pública porque nós ainda não temos pesquisas concluídas.”

Com G1

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Prefeito paraibano é investigado por promover festa para secretário em plena pandemia do coronavírus

Genilson Dutra (Imagem Divulgação)

A Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e à Improbidade Administrativa do Ministério Público da Paraíba (Ccrimp/MPPB) instaurou um procedimento investigatório criminal para apurar ato do prefeito de Cuité de Mamanguape, Genilson Dutra, que teria promovido aglomeração de pessoas, durante isolamento social imposto pela pandemia do novo coronavírus.

De acordo com portaria ministerial, o gestor, no último dia 2, realizou uma festa  para comemorar o aniversário do secretário-adjunto de Agricultura, Samuel Andrade, no Sítio Arroz, zona rural daquela cidade.

A portaria 43/2020, que instaura o PIC, foi assinada pelo 1º subprocurador-geral de Justiça e presidente da Ccrimp, Alcides Jansen, nessa quinta-feira (09/04). Segundo o membro do MPPB, a notícia de fato foi instrumentalizada a partir da solicitação do promotor de Justiça, João Benjamim Delgado Neto, após constatar, em portal de notícias e em redes sociais, a conduta do prefeito, que, em tese, pode ser enquadrada em crime previsto no Código Penal, que atribui pena de detenção a quem “infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa”.

“A conduta praticada pelo alcaide, além de contrariar frontalmente as orientações estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde para o combate à pandemia da Covid-19 (coronavírus) bem como os decretos emitidos pelo Governo Estadual, sugere a prática do crime descrito no artigo 268 do Código Penal pátrio”, diz o 1º subprocurador-geral em trecho da portaria, acrescentando  que há a necessidade de analisar os indícios de atos ilícitos, com vistas à caracterização de materialidade, bem como da respectiva autoria.

Ele lembra, ainda, que a Constituição Federal e a legislação infraconstitucional pertinente conferem atribuições ao Ministério Público não só para a propositura de ação penal, mas igualmente para realização de investigação criminal.

A portaria designa os promotores de Justiça integrantes da CCrimp para, conjunta ou separadamente, instruir o PIC, delegando-lhes atribuições para expedir notificações, colher depoimentos, requisitar documentos e praticar todos os atos executórios necessários à completa instrução do feito.

Além disso, determinar a realização de diligências, como notificação do investigado para tomar conhecimento da investigação criminal, bem como para, querendo, oferecer defesa escrita; a juntada das certidões atualizadas dos antecedentes criminais do investigado.

Com clickpb

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Paraíba tem 11 mortes e 79 casos confirmados de covid-19

Imagem Reprodução da Internet

Subiu para 11 o número de mortes por coronavírus na Paraíba. Antes eram 7 óbitos confirmados. Mais quatro foram constatados nesta quinta-feira (9) e divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde.

Agora, a Paraíba tem 79 casos confirmados de infectados, no total.

  • Casos Confirmados: 79
  • Casos Descartados: 770
  • Óbitos confirmados: 11

Os óbitos que tiveram a investigação concluída e confirmadas para COVID-19:

Mulher, 34 anos, residente no município de João Pessoa com óbito ocorrido em 24 de Março em Hospital Privado na capital. Estava em investigação após análise da primeira amostra apontar “não reagente’.

Homem, 68 anos, residente do município de Cabedelo, teve início de sintoma 18/03 indo a óbito em 04 de abril em hospital público na capital.

Homem, 84 anos, residente em João Pessoa com óbito ocorrido em 31 de março.

Idoso de 87 anos, residente em João Pessoa, comorbidades, estava interno em UTI, evoluiu a óbito em 06 de abril.

Dos casos confirmados nesta quinta, 09 de abril, são 19 no município de João Pessoa, 1 em Santa Rita, 2 em Patos e 2 em Cabedelo.

Com Clickpb

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API lamenta morte do jornalista e advogado Levi Borges

A Associação Paraibana de Imprensa (API) vem a público lamentar a morte trágica do jornalista, advogado, defensor público e professor Levi Borges de Lima, 72 anos, ocorrida nesta quinta-feira (9), durante uma tentativa de assalto em um condomínio na Praia do Paiva, no Cabo de Santo Agostinho, na região metropolitana de Recife (PE).

As informações sobre o local do velório e do sepultamento ainda não foram divulgadas pela família do advogado.

Levi Borges era associado a API e filiado ao Sindicato dos Jornalistas, tendo exercido a profissão de jornalista durante muitos anos. Exerceu ainda diversos cargos no sistema OAB, sendo Conselheiro Federal, conselheiro estadual por diversos mandatos, membro da diretoria da Seccional, e de comissões temáticas da Instituição. Foi também professor universitário, presidente do Sindicato dos Defensores Públicos da Paraíba e vereador de João Pessoa na década de 1970.

A API se solidariza com familiares e amigos neste momento de dor e consternação, ao mesmo tempo em que cobra das autoridades respostas rápidas e concretas no sentido de identificar, prender e punir os autores do crime e esclarecer o fato.

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Ruy Carneiro insiste na defesa do uso do fundo eleitoral contra coronavírus

Imagem ReproduçãoDepois de votar contra a criação do Fundo Eleitoral e Partidário, o deputado federal paraibano Ruy Carneiro defendeu nesta quinta-feira (9) a decisão da Justiça Federal de bloquear a liberação dos R$ 3 bilhões previstos para o fundo neste ano e destinar os recursos integralmente ao combate à pandemia do novo coronavírus.

“Todos os esforços neste momento devem ser feitos em favor da vida, em defesa das vidas das pessoas”, diz Ruy, acrescentando: “É preciso concentrar os recursos do país nesta guerra, lutando de um lado para proteger a saúde de todos e, de outro lado, para garantir a sobrevivência das famílias, oferecendo a renda mínima necessária ao sustento das pessoas”.

Na avaliação de Ruy Carneiro, cada setor da sociedade vai precisar dar o seu exemplo e a sua parcela de sacrifício para que o país como um todo minimize os efeitos negativos desta crise, seja na saúde pública, seja na economia. “Sou contra a criação do Fundo Eleitoral e Partidário e votei contra na Câmara dos Deputados. A maioria aprovou, mas o momento agora é outro, a urgência pede de nós respostas rápidas. Cada dia nessa luta são muitas vidas que salvamos”, defende Ruy Carneiro.

O bloqueio dos recursos do fundo eleitoral e sua destinação ao combate à Covid-19 foi decidido por meio de liminar pelo juiz da 4ª Vara Federal Cível do Distrito Federal, Itagiba Catta Preta.

Com Assessoria

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