EXCLUSIVO: Cssio descarta renovar licena, retoma mandato em janeiro e encerra especulaes sobre sua sade

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O senador Cssio Cunha Lima, lder do PSDB no Senado, descartou na manh desta quinta-feira renovar a licena parlamentar e anunciou que retomar o mandato em janeiro, quando acaba o o perodo de afastamento solicitado. Ele aproveitou para dar por encerrado o processo de especulaes sobre sua situao de sade.

“Tudo j foi devidamente explicado. Tirei licena por quatro meses, justamente o perodo em que o suplente permanece no exerccio do mandato. Mas, em janeiro estaremos retornando s atividades no Senado”, afirmou Cunha Lima.

Cssio chegou a gravar vdeo explicando o problema de sade que o acometeu e descartando ter sofrido um Acidente Vascular Cerebral (AVC), como foi divulgado em alguns veculos de comunicao. Com a retomada do mandato na data prevista, o senador coloca um ponto final nas especulaes sobre seu estado de sade.

Veja o vdeo abaixo:

https://youtu.be/grmf_O9TL_A

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Senado aprova reforma poltica com clusula de barreira e fim das coligaes proporcionais

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O plenrio do Senado aprovou hoje (9) a proposta de emenda Constituio (PEC) que acaba com as coligaes partidrias nas eleies proporcionais e institui a clusula de barreira para os partidos polticos. O texto foi aprovado em primeiro turno e ainda dever passar por trs sesses de discusso antes da votao em segundo turno.

A PEC, de autoria dos senadores Acio Neves (PSDB-MG) e Ricardo Ferrao (PSDB-ES), tambm refora a fidelidade partidria ao estabelecer que polticos eleitos j no pleito deste ano perdero os mandatos caso se desfiliem de seus partidos, bem como suplentes ou vices perdem a possibilidade de atuar como substitutos se tambm mudarem de legenda.

A proposta tambm refora a necessidade de os partidos serem fiis aos programas que apresentarem nas eleies. A mudana em relao a esses programas constitui ressalva para que os eleitos possam trocar de agremiao sem perder o mandato. Alm disso, prev a possibilidade de eles se unirem em federaes, no caso dos partidos com afinidade ideolgica, que tero atribuies regimentais nas casas legislativas como se fossem legenda nica. As federaes poderiam ser desfeitas nas convenes partidrias e no teriam efeitos para contagem de votos nas eleies como no caso das coligaes partidrias.

A PEC tambm estabelece uma clusula de barreira que divide os partidos polticos em dois tipos: os com funcionamento parlamentar e os com representao no Congresso Nacional. Os primeiros sero os que obtiverem no mnimo 2% dos votos nas eleies gerais de 2018 e 3% nas de 2022. Tais siglas podero ter acesso a fundo partidrio e tempo de rdio e televiso, estrutura funcional prpria no Congresso e direito de propor ao Supremo Tribunal Federal (STF) aes de controle de constitucionalidade.

Os partidos com representao no Congresso, mas que no superarem a barreira do nmero mnimo de votos, tero o mandato de seus eleitos garantidos, embora percam o acesso aos benefcios. Os polticos filiados a eles tambm tero o direito de mudar de legenda sem perder o mandato. No entanto, os deputados e vereadores que fizerem a mudana no contaro no novo partido para fins de clculo do tempo de televiso e do Fundo Partidrio.

Senadores de oposio, da Rede, PCdoB e PT, tentaram reduzir as clusulas de barreira para 1% em 2018, 1,5% em 2022 e 2% em 2026, mas a emenda foi rejeitada. Se o texto for aprovado em dois turnos no Senado, ele seguir para a Cmara dos Deputados, onde ainda poder ser alterado.

Com Agncia Brasil

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Cada vez mais governista, Raimundo Lira trabalha para disputar reeleio em 2018 na chapa de Ricardo Coutinho

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Desde as eleies municipais de outubro, quando defendeu o apoio do PMDB candidatura da professora Cida Ramos em Joo Pessoa, o senador Raimundo Lira d sinais claros de divergncia da maioria do seu partido. Mais que isso, no esconde a insatisfao com o distanciamento entre seu partido e o governador Ricardo Coutinho (PSB). Ricardo apostou todas as fichas em Cida e foi derrotado pelo prefeito Luciano Cartaxo (PSD), que teve apoio do PMDB do senador Jos Maranho e do PSDB, do senador Cssio Cunha Lima.

Para no piorar sua relao com a cpula do PMDB, Lira declarou neutralidade no processo eleitoral da Capital. Mas, s da boca para fora. At o mais leigo cidado sabe que ele torceu e ajudou na campanha do PSB. Os peemedebistas, claro, tambm sabem.

Depois que presidiu com maestria o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rossef (PT), Lira ganhou fora e prestgio dentro e fora do PMDB, em nvel nacional. hoje homem com trnsito livre no Planalto, seja com os ministros de Michel Temer ou com o prprio presidente da Repblica, e est cotado para ocupar um ministrio, suceder Renan calheiros na presidncia do Senado ou liderar a bancada peemedebista na Casa. No pouca coisa.

De “bola cheia”, o senador decidiu engrossar o tom do discurso e “peitar” os prprios aliados (ou seria os futuros adversrios?). Tomou a frente do tumultuado processo de audincia Ricardo Coutinho, cobrando ao presidente Temer a mesma ateno que d aos demais governantes e deixando os colegas de plenrio Cssio Cunha Lima e Jos Maranho a ver navios.

Com a desculpa de ajudar a Paraba, Lira desnudou de vez seu verdadeiro propsito ao se agarrar com unhas e dentes ao projeto poltico-administrativo de Ricardo Coutinho: ele quer disputar a reeleio na chapa do atual governador, virtual candidato ao Senado. Mesmo que, para isso, tenha que deixar o PMDB mais tarde. Do outro lado, da Oposio, Lira sabe que no h espao para suas pretenses. Por isso, decidiu assumir de vez a postura ricardista.

E como o PMDB gosta tanto de dissidentes, no pode nem reclamar.

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Deputado governista se une a Jos Aldemir para reclamar da demora em adutora de Cajazeiras

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O deputado estadual Jeov Campos (PSB), da bancada governista, uniu-se ao colega Jos Aldemir (PP), da bancada de oposio, para reclamar da demora na construo da adutora do aude Lagoa do Arroz, visando a melhoria do abastecimento d’gua de Cajazeiras. Campos disse que a obra deveria ser executada em seis meses e se arrasta h trs anos sem a devida concluso. “Que mistrio esse? J estive em vrias secretrias e ningum explica. a construtora que no presta? O que est acontecendo? Tentei derrotar Jos Aldemir, mas tenho que concordar com ele nesse caso”, afirmou Campos.

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Segundo Jos Aldemir, no somente a demora que preocupa. Ele revelou que a pouca qualidade da obra, no que foi executado at agora, deixa a desejar. “Acho at que o governador Ricardo Coutinho nem est sabendo disso, mas preciso mostrar a verdade em nome do povo de Cajazeiras”, sustentou.

Aldemir revelou ainda que uma equipe tcnica (engenheiros) j vem fazendo mapeamento do solo em Cajazeiras para, assim que comear a nova gesto, ser implantado um programa de perfurao de poos no municpio. “Isso, se no chover at l. No temos outra alternativa”, explicou.

A coisa t feia.

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Prefeito, secretrios e vereadores de Joo Pessoa tero salrios congelados por quatro anos

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O Prefeito Luciano Cartaxo (PSD) ter seu salrio congelado pelos prximos quatro anos. A deciso, anunciada nesta quarta-feira pelo prprio prefeito, atinge tambm os secretrios municipais. Nos prximos quatro anos, Cartaxo continuar recebendo os R$ 22 mil que atualmente recebe.

Na Cmara Municipal, a tendncia tambm de no aumentar salrios. O presidente Durval Ferreira (PP) revelou que a medida deve ser adotada para evitar aumento de gastos. Com isso, os vereadores eleitos em outubro passado continuaro com o salrio de R$ 15 mil que recebem os atuais.

Alm do congelamento de salrios, Cartaxo pretende adotar outras medidas para economizar e combater os efeitos da crise financeira. Cortes em gastos com pessoal e custeio da mquina administrativa esto previstos.

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TSE derruba agravo regimental e prefeito eleito de Alhandra vence mais uma batalha judicial

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O prefeito eleito de Alhandra, Renato Mendes (DEM), venceu mais uma disputa judicial contra o prefeito derrotado, Marcelo Rodrigues (PMDB), nesta quarta-feira (8), quando o plenrio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou por unanimidade provimento a um agravo regimental que pedia o indeferimento do registro da candidatura de Renato.

O agravo foi apresentado pela coligao A Fora do Trabalho encabeada pelo atual prefeito Marcelo Rodrigues.

Com o resultado, Renato Mendes j soma cinco vitrias contra o seu opositor que sofreu a primeira derrota quando o seu grupo de oposio dizia que Mendes no conseguiria registrar candidatura, porm, a 73 Zona Eleitoral paraibana julgou improcedente o pedido de impugnao e deferiu o registro.

O prefeito recorreu ao Tribunal Regional Eleitoral da Paraba (TRE-PB) e tambm perdeu. Depois, Renato Mendes conquistou vitria nas urnas, ficando na histria de Alhandra como o primeiro prefeito eleito em trs mandatos.

Diante do fato, o grupo de oposio recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas, aps deciso monocrtica do ministro Henrique Neves, o recurso objetivando barrar a candidatura de Renato Mendes foi negado em 19 de outubro.

A quinta vitria de Renato se deu ontem, quando o relator, ministro Henrique Alves, deu parecer contra ao agravo da coligao A Fora do Trabalho sendo acompanhado no voto pelos demais ministros Admar Gonzaga, Rosa Weber, Luiz Roberto Barroso, Herman Benjamin, Napoleo Nunes Maia e Luiz Fux (presidente).

O opositor alegava que o candidato estaria inelegvel de acordo com a lei da Ficha Limpa, em razo da rejeio de contas de um convnio pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB).

O julgamento do caso seguiu a deciso do TRE-PB que entendeu no configurada a causa de inelegibilidade prevista no artigo 1, I, letra g, da Lei Complementar 64/90, uma vez que havia uma deciso da Justia suspendendo os efeitos do processo julgado pelo TCE.

O prefeito eleito Renato Mendes falou sobre mais uma vitria e, dessa vez, definitiva. S tenho que agradecer a Deus e lamentar essa falta de humildade do meu adversrio em querer ganhar de todas as formas tentando passar por cima das urnas e da vontade do povo que elegeu quem considera ser o melhor para Alhandra. Acho que essa deciso de hoje, que definitiva, mostrar que hora de descer do palanque e reconhecer a derrota nas urnas e na Justia, destacou.

Eleito com 7,722 votos, referente a 51.42% do eleitorado alhandrense, Renato Mendes assume mais uma vez a prefeitura de Alhandra no dia 01 de janeiro de 2017.

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PRESSO POLTICA: Governo do Estado j projeta reviso de nota fiscal e liberao de emprstimos

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Valeu a presso poltica. A reunio entre o governador Ricardo Coutinho (PSB) e o ministro da Fazenda, Henrique Meireles, foi bastante produtiva. Mais que isso, para o Governo do Estado foi decisiva. Com ajuda de parte da bancada federal, a Paraba fez valer sua fora poltica no Congresso Nacional e levou o Planalto a, no mnimo, reavaliar o processo de rebaixamento de sua nota fiscal. Foi essa a promessa do ministro.

Na prxima quarta-feira, Ricardo ter outra audincia, desta vez com o presidente Michel Temer (PMDB), contrariando previses de adversrios polticos locais que apostavam em negativa do Planalto para o encontro. Antes mesmo da conversa, o secretrio estadual de Infraestrutura, Joo Azevedo, fez uma leitura muito positiva de todo processo. Segundo ele, a prpria Secretaria do Tesouro Nacional reconhece que a Paraba cumpriu suas metas fiscais de 2015, requisito indispensvel para volta do Estado categoria B, permitindo-lhe a realizao de operaes de emprstimos previstos. So pelo menos quatro pretendidos.

Na audincia em Braslia, foi fundamental a presena do senador Raimundo Lira (PMDB) e dos deputados federais Damio Feliciano (PDT), Hugo Mota (PMDB), Wilson Filho (PTB), Andr Amaral (PMDB) e Veneziano Vital do Rgo (PMDB).

Se a ao parcial da bancada “abre janelas”, imagine o poder de fogo da bancada inteira?

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Paraba ter R$ 187 milhes da repatriao e busca ampliar montante em ao junto ao STF

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O Governo Federal, atravs da Secretaria do Tesouro Nacional, j fez as contas e definiu quanto cada Estado receber dos recursos oriundos da repatriao (dinheiro transferido para outros pases ilegalmente que ser devolvido ao Brasil). A Paraba ficar com R$ 187 milhes, de acordo com detalhamento divulgado nesta tera-feira. Mas, o montante pode crescer. O Estado busca a diviso tambm de multas atravs de ao no STF.

A lei da repatriao foi aprovada pelo Congresso Nacional e teve relatoria do deputado federal paraibano Manoel Jnior (PMDB). O extra que a Paraba receber deve ajudar a minimizar os efeitos da crise econmica que sufoca Estados e Municpios, sem dinheiro para pagar 13 dos servidores. Veja abaixo matria completa sobre a diviso do “bolo” da repatriao divulgada pelo site G1:

Alexandro Martello
Do G1, em Braslia

A Secretaria do Tesouro Nacional detalhou nesta tera-feira (8) a diviso, entre os estados, dos recursos arrecadados com o processo de repatriao. Segundo o governo, os estados recebero, ao todo, R$ 4,02 bilhes dos R$ 46,8 bilhes arrecadados.

Esse valor co responde parcela de 21,5% a que os estados tm direito do total arrecadado com a cobrana de 15% de Imposto de Renda sobre os bens regularizados, excluda a parcela do Fundeb (cerca de R$ 1 bilho). No processo de repatriao, a Receita tambm cobrou dos contribuintes multa de 15% sobre o valor do bem. O governo federal diz que os estados no tem direito a parte da arrecadao com a multa. Entretanto, os estados j questionam isso na Justia.

Repatriao diviso estados (Foto: Divulgao/Tesouro Nacional)

Imagem: Divulgao Tesouro Nacional Obs: J reduzido o Fundeb

Parte do valor referente ao IR j foi paga pelo governo aos estados. De acordo com o Ministrio da Fazenda, porm, a maior parte ser repassada na prxima quinta-feira (10).

A Bahia o estado que receber a maior fatia da repatriao: R$ 359 milhes, ao todo. Em segundo lugar, aparece o Maranho (R$ 286 milhes), seguido pelo Cear (R$ 283 milhes), Pernambuco (R$ 256 milhes), Par (R$ 249 milhes) e Minas Gerais (R$ 180,9 milhes).

O Rio de Janeiro, que passa por forte crise financeira, receber R$ 88,86 milhes em recursos da repatriao. O governo do estado anunciou nesta semana uma srie de medidas para tentar reequilibrar as suas contas, entre elas o aumento da contribuio previdnciria dos servidores, de 11% para 14%, e o aumento da tarifa do Bilhete nico, de R$ 6,50 para R$ 7,50 em 2017.

O pacote fiscal gerou protestos de servidores pblicos. Nesta tera, pessoas que participavam de um protesto contra as propostas do governo invadiram a Assembleia Legislativa do RJ. So Paulo receber R$ 35,78 milhes. Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que tambm atravessam situao fiscal difcil, recebero, respectivamente, R$ 79,7 milhes e R$ 55,5 milhes.

Critrio para a diviso

A diviso dos recursos feita com base nos Fundos de Participao dos Estados (FPE), modalidade de transferncia de recursos financeiros da Unio para os estados e municpios, prevista na Constituio Federal.
Os coeficientes de participao na distribuio de recursos tributrios da Unio so definidos pelo Tribunal de Contas da Unio (TCU), com base em dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica (IBGE), entre eles o nmero de habitantes de cada regio e a renda domiciliar per capita.

Recentemente, um grupo de 12 unidades da Federao pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma fatia maior valores arrecadados pela Unio no processo de regularizao de recursos no declarados por brasileiros mantidos no exterior. Alm de parte do imposto devido, os estados tambm querem receber uma parcela da multa – que o governo federal alega no ter obrigatoriedade de repartir.

Arrecadao

A Receita Federal revelou na segunda-feira (7) que a arrecadao com o processo de regularizao de bens mantidos por brasileiros no exterior, a chamada repatriao, somou R$ 46,8 bilhes e no R$ 50,9 bilhes – valor declarado pelos contribuintes.

De acordo com Rachid, o clculo foi feito com base nas declaraes enviadas ao governo e identificou que os contribuintes deixaram de declarar R$ 4,1 bilhes e acabaram no pagando o valor devido em Imposto de Renda e multa, o que gerou a diferena. A arrecadao, portanto, ficou abaixo dos R$ 50 bilhes estimados pelo Ministrio da Fazenda.

Com G1

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Raimundo Lira defende fim da reeleio no Executivo e mandato estendido para cinco anos

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Em pronunciamento na Tribuna do Senado, o Senador Raimundo Lira (PMDB-PB) defendeu uma reforma poltica que estabelea clusula de barreiras para partidos polticos, o fim da reeleio para os cargos do Executivo com mandato estendido para cinco anos e que mantenha a proibio do financiamento privado de campanha, estabelecida pelo Supremo Tribunal Federal.

Lira, que foi relator da Proposta de Emenda Constituio 113, observou que nesses dois ltimos itens (reeleio e financiamento eleitoral), estariam as causas da corrupo. Firme em seu posicionamento, ele defendeu a extino da reeleio para Presidente, governadores e prefeitos.

Se, eventualmente, a experincia mostrar que um perodo administrativo de quatro anos pequeno para se fazer o programa governamental, seja do prefeito, do governador ou do presidente, ento poderemos chegar a um mandato de cinco anos sem reeleio. Mas isso no fundamental. O fundamental, o determinante a extino, em carter definitivo, da reeleio de governadores, de Presidente da Repblica e de prefeitos disse Lira.

Quanto ao financiamento das campanhas, Raimundo Lira manifestou-se contra a contribuio de empresas, mas favorvel s contribuies individuais.

Algum poder encontrar ainda defeitos nesse processo. H, sim, defeitos, como o uso indevido de CPF algumas pessoas podero usar, de forma irregular, CPF de terceiros , e algum poder falar em caixa dois. Mas tudo isso so apenas detalhes, que precisam ser corrigidos, melhorados e aperfeioados, e no que isso sirva de discurso para aqueles que defendem e que querem o retorno do financiamento empresarial de campanha afirmou o Senador paraibano.

Raimundo Lira se disse contra o financiamento pblico exclusivo das campanhas eleitorais. Para ele, esse um custo que no pode ser assumido somente pelo Estado.

Tambm sou contra o financiamento pblico. Por qu? Porque uma democracia tem exatamente uma diferena [para com] um Estado totalitrio: na democracia, voc faz as coisas com as foras, com a inteligncia, com os meios, com os instrumentos do pas, da nao, da populao, e no do Estado. O dinheiro pblico para sade, educao e segurana pblica de forma predominante e, em muitos casos tambm, para infraestrutura do pas.

Com Assessoria

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