A medida, segundo o parlamentar, é necessária para “dedicar-se integralmente à sua defesa no processo que tramita no Tribunal de Justiça da Paraíba”. A decisão judicial recente determinou a suspensão de Edvaldo Neto apenas em relação ao cargo de prefeito interino, sem atingir o mandato legislativo. Conforme apurou o ClickPB, eleito como prefeito no último domingo (12), Edvaldo Neto foi afastado pouco mais de 24h depois o resultado das urnas pela Operação Cítricos da Polícia Federal.
Antes de ser eleito, Edvaldo Neto assumiu a Prefeitura de Cabedelo, interinamente, no dia 15 de dezembro do ano passado, em razão da cassação dos eleitos nas Eleições Municipais de 2024 — André Coutinho e Camila Holanda. Na época, a Justiça Eleitoral determinou a realização de um pleito suplementar. Edvaldo era presidente da Câmara de Vereadores, cargo que alçou no segundo mandato como vereador em Cabedelo. Ele havia sido reeleito vereador em 2024 com pouco mais de um mil votos.
Após ser afastado do cargo recém eleito, Edvaldo Neto (Avante), usou as redes sociais, no último dia (16), para se pronunciar oficialmente a respeito da Operação Cítricos, que o afastou do cargo na última terça-feira (14). Na mensagem, Edvaldo Neto alegou que é inocente e que combateu a infiltração de membros de organizações criminosas na Prefeitura Municipal. “Estou com minha consciência tranquila, não cometi nenhum ato ilegal, seja à frente da Prefeitura de Cabedelo, seja à frente da Câmara Municipal”, afirmou.
Com Clickpb

