Novo cenário da covid-19 na Paraíba mostra 84% dos municípios com bandeiras amarelas

A 23ª avaliação do Plano Novo Normal Paraíba traz um expressivo crescimento no número de municípios paraibanos em bandeira amarela. São 187 cidades, o que equivale a 84% da Paraíba. O balanço das novas bandeiras passa a vigorar no Estado a partir desta segunda-feira (19).

De acordo com a Nota Técnica, o período entre a 22ª e 23ª avaliações mostrou uma tendência de redução das taxas de transmissibilidade e de ocupação hospitalar dos leitos de terapia intensiva adulto em toda a Paraíba. Além da importante transição para bandeiras amarelas, oito municípios também se destacam por saírem da bandeira vermelha para a laranja, que atualmente representam 16%. Apenas cinco municípios seguem na bandeira vermelha, que são: Prata, Santa Terezinha, São José do Bonfim, São Mamede e Uiraúna. Assim como na 22ª avaliação, a Paraíba continua sem municípios na bandeira verde.

O secretário executivo da Saúde da Paraíba, Daniel Beltrammi, afirma que, embora haja uma melhora no cenário epidemiológico do estado, ainda é necessário um esforço da população no sentido de seguir usando máscaras com frequência e não se aglomerando. Além de manter boa higiene das mãos, esses são gestos de solidariedade em favor da proteção da vida de todos.

Sobre a situação dos leitos hospitalares, o secretário executivo afirma que de janeiro a março deste ano foi possível observar um expressivo aumento da ocupação dos dedicados à Covid-19, em especial os leitos de UTI adulto. Porém, na primeira quinzena de abril, foi possível observar uma interrupção desse crescimento, com redução no que concerne à 1ª Macrorregião de Saúde e quebra das tendências de crescimento das taxas de ocupação destes leitos na 2ª e 3ª Macro.

“Isto de se deu em função da robusta ativação de leitos dedicados à Covid-19. São 398 leitos estaduais ativados só em 2021, sendo alcançados 1.234 leitos ativos para os cuidados à Covid-19 na Paraíba. São 549 leitos de terapia intensiva e 685 leitos de enfermaria/UDC. Estes números demonstram a imensa resiliência do sistema de saúde paraibano, em especial no que diz respeito às suas capacidades adaptativas para ampliação rápida e efetiva de ofertas hospitalares em tempos de crise”, pontua.

A 23ª avaliação também traz um recorte de como está a campanha de vacinação contra Covid-19 na Paraíba. O estado é o 3º ente federativo em número de doses aplicadas, tendo uma razão média de aplicação de mais de 13% de primeiras doses em relação à população estadual. Daniel Beltrammi destaca que já é possível ver os efeitos da vacinação por meio da redução em 11% das internações dos idosos, e 12% daqueles com mais de 80 anos. Ele reforça que, uma vez vacinadas, as pessoas devem continuar seguindo rigorosamente as recomendações quanto a proteção individual e coletiva.

Sobre a taxa de letalidade, o secretário executivo afirma que a 1ª Macrorregião de Saúde volta a se destacar neste momento pandêmico por apresentar letalidade pela Covid-19 acima do indicador estadual de 2,3%. Entre os 33 municípios com letalidade acima da taxa estadual, estão aqueles que permaneceram em bandeira vermelha nesta 23ª avaliação do PNN, além dos municípios que permaneceram em bandeira laranja.

Daniel Beltrammi lembra ainda que a pandemia da Covid-19 tem apresentado um comportamento cíclico, alternando fases de estabilidade e piora de forma cada vez mais rápida. Por isso pede o esforço dos paraibanos para que o estado não precise testemunhar um cenário de perdas igual ao de março deste ano. “Só nosso firme compromisso em defesa da vida poderá nos poupar de momentos de elevada tristeza, como os que vivenciamos, potencialmente reproduzíveis ainda no 1º semestre deste ano. Somente sua decisão e coragem são capazes de nos proteger e poderão nos manter seguros agora e no futuro. Esta tarefa é contínua e de todos nós”, completa.

Confira aqui a Nota Técnica

Com Secom-PB

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Mais de 740 mil doses de vacina contra covid-19 já foram aplicadas na Paraíba

Vacina Covid-19 – (Imagem: Secom-PB)

O sistema de informação SI-PNI registrou a aplicação de 741.431 doses. Até o momento, 561.683 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 179.448 com a segunda dose da vacina. Um total de 1.029.630 doses já foram distribuídas.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 67%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 70%. Em Campina Grande estão ocupados 67% dos leitos de UTI adulto e no sertão 72% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro Estadual de Regulação Hospitalar, 58 pacientes foram internados nas últimas 24h. Ao todo, 756 pacientes estão internados nas unidades de referência.

Concentração de casos

Cinco municípios concentram 555 novos casos, o que corresponde a 49,37% dos casos registrados nesta sexta. São eles: João Pessoa, com 380 novos casos, totalizando 75.408; Campina Grande, com 87 novos casos, totalizando 25.492; Bayeux, com 33 novos casos, totalizando 5.720; Santa Rita, com 29 novos casos, totalizando 6.781; Cajazeiras, com 26 novos casos, totalizando 6.190.

Com Secom

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OMS anuncia entrega de 4 milhões de doses de vacina contra covid-19 ao Brasil até o final de abril

Imagem Reprodução

A Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou nesta sexta-feira (16) a antecipação do envio ao Brasil de 4 milhões de doses de vacinas contra covid-19 ainda neste mês de abril por meio do consórcio Covax Facility, co-liderado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Há ainda a possibilidade de se antecipar o envio de outras 4 milhões de doses via Covax, informou a ONU, à qual a OMS é vinculada, em comunicado. O anúncio do repasse foi feito em reunião virtual de dirigentes da ONU e da OMS com 22 governadores e 4 vice-governadores do Fórum de Governadores do Brasil nesta sexta.

No dia 21 de março, o Brasil recebeu o primeiro lote de 1.022.400 doses de vacinas da AstraZeneca/Oxford contra Covid-19 por meio do Covax Facility.

O programa oferece auxílio especialmente a países em desenvolvimento, permitindo que eles vacinem profissionais de saúde e outros grupos em alto risco, mesmo se seus governos não conseguiram garantir vacinas com os fabricantes.

No caso do Brasil, foram adquiridas 42,5 milhões de doses de vacinas por meio do programa.

O Brasil tem atravessado nas últimas semanas o pior momento da pandemia, com elevados registros de mortes e casos de covid. O país sofre com o colapso nos sistemas de saúde com falta de leitos de UTI, escassez de medicamentos do chamado kit intubação e a demora na imunização.

Gestores regionais reclamam também da falta de coordenação do governo federal para fazer frente a essa situação e começaram a tomar iniciativas entre eles para se reorganizar.

Em entrevista coletiva após a reunião, o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), disse que a ONU vai pedir aos EUA que envie ao Brasil vacinas contra covid que não estão sendo usadas no país. Ele destacou que essa eventual ajuda humanitária seria uma exceção aberta pelo governo dos EUA.

Dias destacou que há vacinas da AstraZeneca nos EUA que não estão sendo utilizadas. Por isso, foi pedida uma flexibilização na legislação norte-americana para permitir que haja a doação ou venda de excedentes de imunizantes para o Brasil e outros países.

Segundo o governador, a representante da ONU se comprometeu a tratar do tema.

Para Dias, que coordena a temática das vacinas no fórum nacional dos governadores, o problema do Brasil não é só dele, mas do mundo. Ele citou a avaliação feita pela OMS que reconhece o Brasil como o “maior propagador” de variantes de covid.

“Se o mundo não cuidar do Brasil, há um risco de que essas variantes se alastrarem para o mundo”. alertou.

Com apenas dois imunizantes à disposição –CoronaVac e AstraZeneca– e atrasos no processo de fabricação, o Brasil vacinou até o momento 24,8 milhões de pessoas com a primeira dose, o equivalente a 11,8% da população, e 8 milhões com as duas, o que representa 3,8% da população.

Para acelerar a vacinação no país, a Pfizer entregará ao Brasil o primeiro lote de 1 milhão de doses da vacina desenvolvida pela empresa com a parceira BionTech contra a covid-19 em 29 de abril, como parte de uma antecipação do contrato total assinado com o Ministério da Saúde por 100 milhões de imunizantes, disse nesta sexta-feira uma fonte com conhecimento do assunto.

Com R7

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PMJP retoma vacinação priorizando aplicação da segunda dose para idosos com 78 anos ou mais

Imagem Secom/JP

A Prefeitura de João Pessoa vai retomar, neste sábado (17), a vacinação contra Covid-19 e priorizará a aplicação da dose de reforço da vacina Coronavac/Butantan para pessoas a partir dos 78 anos. A imunização será feita em sete postos, sendo cinco ginásios (8h às 12h) e dois pontos de drive thru (9h às 15h), instalados no Ronaldão (Cristo) e no Santuário Mãe Rainha (Aeroclube).

A Secretaria Municipal de Saúde reforça a necessidade das pessoas buscarem a segunda dose da vacina, mas que só o façam após o 28º dia de ter tomado a primeira dose do imunizante do Instituto Butantan, ou seja, até 20 de março. O secretário de Saúde, Fábio Rocha, afirmou que as pessoas podem procurar os postos de vacinação com tranqüilidade, sem pressa ou preocupação em conseguir tomar a dose de reforço.

“Todos os cuidados foram tomados para atender com segurança a todos que procurem os postos de vacina. Pedimos que, antes de se dirigir aos locais, cada um veja o seu cartão de imunização com a data de primeira dose e tenham a certeza de ter passado os 28 dias. Temos o levantamento do número de pessoas que precisam tomar o reforço nesse prazo e organizamos com base no quantitativo de doses que recebemos do Ministério da Saúde”, explicou.

A Secretaria de Saúde continua cadastrando os usuários – pelo aplicativo ‘Vacina João Pessoa’ ou pelo site vacina.joaopessoa.pb.gov.br – para contribuir com o fluxo da vacinação, organizando a distribuição de doses e evitando a aglomeração. O órgão esclarece, porém, que as pessoas com 78 anos ou mais que irão se vacinar hoje, caso não consigam realizar o cadastramento, serão atendidos e orientados no próprio local de vacinação.

Com o cadastramento dos usuários pelo aplicativo, será possível agilizar o atendimento que passará a acontecer prioritariamente através de agendamento, com o objetivo de evitar longa espera e problemas com aglomerações nos postos de vacinação. Após o cadastramento, o cidadão irá receber uma mensagem sobre a abertura de agendamento para o seu grupo prioritário, permitindo que ele saiba horário e local para tomar a primeira ou segunda dose.

Lançado no fim de março, o aplicativo ‘Vacina João Pessoa’ tem por objetivo agilizar o atendimento e reduzir as filas nos postos de vacinação. A população pode baixar o aplicativo de forma gratuita para smartphones com sistema operacional Android.

Documentação exigida

Quem for tomar o reforço é imprescindível levar documento oficial com foto, o cartão de vacinação com a primeira dose, cartão do SUS, CPF e comprovante de residência.

Transporte gratuito

As pessoas que precisarem se deslocar de um bairro a outro para tomar a vacina, podem utilizar o serviço gratuito do aplicativo Uber, parceria da empresa com o Governo da Paraíba. O código que deverá ser inserido é o VACINAPB e cada usuário só pode inseri-lo uma vez, garantindo a gratuidade para as duas viagens que devem chegar até R$ 25, cada.

Postos de vacinação (2ª dose)

Ginásios – 8h às 12h

Distrito Sanitário I

Escola Municipal Dom José Maria Pires (Oitizeiro)

Distrito Sanitário II

Escola M. Jornalista Raimundo Nonato Batista (Gramame)

Distrito Sanitário III

Centro Cultural Tenente Lucena (Mangabeira)

Distrito Sanitário IV

Ginásio Ivan Cantisani (Tambiá)

Distrito Sanitário V

Escola Municipal Seráfico da Nóbrega (Tambaú)

Drive thru (9h às 15h)

Santuário Mãe Rainha (Aeroclube)

Ginásio O Ronaldão (Cristo)

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Governo da Paraíba vai multar quem for pego conduzindo drogas ilícitas sem autorização judicial


Além de responder criminalmenteente, quem for pego conduzindo drogas ilícitas na Paraíba sem autorização judicial poderá ser multado em até 20 salários mínimos (R$ 22 mil).

É o que prevê  projeto de autoria do deputado Branco Mendes (Podemos), sancionado pelo governador e transformado na lei 672/2021. A lei tipifica o porte de drogas ilícitas e estabelece a multa como penalidade no ãmbito administrativo.

Segundo a nova lei, o infrator primário será multado em um salário mínimo (R$ 1.100) e o reincidente com o dobro desse valor. Já a terceira reincidência, valerá ao infrator o valor máximo de 20 salários mínimos (R$ 22 mil).

Vale lembrar que o pagamento da multa não livra o infrator das sanções penais previstas para o caso. “Além de responder criminalmente, quem for pego com droga ilícita vai colocar também a mão no bolso para responder pelo ato ilegal”, justificou o deputado Branco Mendes.

Como dizem que a parte mais sensível do homem é o bolso, a medida deve contribuir para redução do tráfico de drogas no Estado.

 

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Vereadores da Capital aprovam Consórcio Intermunicipal da Região Metropolitana

A Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) aprovou por unanimidade a criação do Consórcio Intermunicipal da Região Metropolitana de João Pessoa. Na sessão ordinária desta quinta-feira (15), ainda foram aprovados mais oito Projetos de Lei (PL).

Além de autorizar o município de João Pessoa a constituir o Consórcio Metropolitano, o Projeto de Lei 234/2021, de autoria do Executivo Municipal, ratifica o Protocolo de Intenções firmado no dia 8 de fevereiro, em Assembleia Geral de Prefeitos dos Municípios consorciados. O objetivo é aumentar as ofertas de serviço de interesse comum para a promoção e o desenvolvimento político, administrativo, econômico, social e ambiental dos municípios envolvidos.

 

Após explicar que precisou se aprofundar sobre o projeto, para entender melhor sua aplicabilidade, a relatora Eliza Virgínia (Progressistas) ratificou seu parecer favorável apresentado na Comissão de Políticas Públicas (CPP), destacando a importância do Consórcio para o desenvolvimento da região. “Sob o ponto de vista da necessidade, as regiões metropolitanas enfrentam dilemas de cooperação, que dificultam a implantação de políticas públicas de forma integrada com todos os membros. Para dirimir esse dilema, os consórcios públicos se formam para garantir os interesses comuns de determinada região. Não resta dúvida que esse consórcio público terá um grande impacto no desenvolvimento socio- econômico da Região Metropolitana de João Pessoa e o fortalecimento dos vínculos entre os entes federativos”, declarou.

 

O vereador Odon Bezerra (Cidadania), presidente da CCJ e relator da matéria também ratificou seu parecer favorável. “Enxergo isso como um grande marco para toda a região metropolitana, um grande divisor de águas para que a nossa região possa se desenvolver mais ainda. É a união dos municípios, deixando as questões políticas de lado para cuidar da nossa população. João Pessoa vai liderar esse Consórcio com todo o cuidado necessário”, ressaltou.

 

Outros projetos aprovados

 

Também foi aprovado o PL 41/2021, do vereador Bruno Farias (Cidadania), que cria o Projeto de Meditação e Desenvolvimento da Inteligência Emocional, a ser desenvolvido em escolas públicas da rede municipal de ensino, com os seguintes objetivos: aprimorar o processo educativo nas escolas por meio do desenvolvimento da meditação e da inteligência emocional de professores e alunos; promover a melhoria da atenção, da concentração e do desempenho cognitivo; aprimorar o controle da impulsividade; reduzir os níveis de ansiedade e estresse, a incidência de violência e bullying e os índices de evasão escolar; promover a melhoria da qualidade de vida de professores e alunos; e fomentar a empatia, a compaixão e a solidariedade nas escolas e na sociedade. A matéria recebeu voto contrário da vereadora Eliza Virgínia (Progressistas). “Precisamos ter cuidado com projetos que acrescentam atividades extracurriculares no cotidiano de nossos estudantes porque já existem campanhas e ações psicopedagógicas nas escolas. Estamos com muitas atividades extracurriculares e muitas vezes negligenciamos o cerne da educação com as atividades de ler e escrever, que acarreta avaliações tão ruins nos índices educacionais do país”, justificou.

 

Cinco projetos de autoria do vereador Zezinho Botafogo (Cidadania) foram aprovados em plenário: o PL 19/2021 estabelecendo a prioridade da adoção de livros paradidáticos de autores paraibanos, destinados aos alunos matriculados nas escolas públicas municipais da cidade de João Pessoa, desde que as escolas adotem ou vierem a adotar livros paradidáticos na sua programação e que o conteúdo se enquadre na grade curricular; o PL 72/2021 que institui o Programa Municipal de Equoterapia como opção de tratamento de saúde pública para pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida e/ou com outras necessidades específicas no âmbito do município de João Pessoa; o PL 94/2021 declarando as feiras livres como patrimônio histórico cultural imaterial no âmbito do Município de João Pessoa; e o PL 102/2021 instituindo o mês de agosto de cada ano como o mês de promoção e incentivo à prática de esportes de praia: “Agosto – Mês dos Esportes de Praia do Município de João Pessoa”, e o PL 17/2021 institui o programa de preservação, revitalização, tombamento e desapropriação dos campos de futebol no município de João Pessoa. Esse último projeto recebeu voto contrário da vereadora Eliza Virgínia. “Esses campos são importantes na formação de nossos jovens, mas é preciso ter cuidado com a questão da desapropriação de bens privados. Estaremos dando um aval a mais ao poder público sobre os bens privados”, justificou.

 

O projeto 164/2021, de autoria do vereador Guga (Pros), que assegura a prioridade de matrícula ou transferência de matrícula, nas escolas de ensino infantil e fundamental, às crianças e adolescentes cuja mãe ou responsável tenha sido vítima de violência doméstica ou familiar, sempre que haja necessidade de mudança de endereço da vítima da violência, com vistas à sua segurança e a segurança de seus filhos; e o PL 65/2021, de Marcos Henriques (PT), que institui o calendário municipal permanente de cultura popular do município de João Pessoa, objetivando assegurar a promoção de eventos nos bairros da cidade, promover a difusão e a preservação da cultura popular e gerar renda para os artistas da terra; também foram aprovados nesta plenária.

Com CMJP

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Reeleito presidente da Abap na Paraíba, Ruy Dantas defende “relacionamento saudável” entre agências de publicidade

Ruy Dantas, da SIN Comunicação

A Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) manteve os membros da diretoria nacional e da regional da Paraíba em eleição realizada no último dia 31 de março. A posse dos novos dirigentes será no dia 30 deste mês e ocorrerá de forma virtual.

Para o biênio 2021/2023, junto com Ruy Dantas, seguem o diretor de Relações com o Mercado, Júnior Guerreiro( Agência Antares), e o diretor Administrativo Financeiro, Eduardo Cury ( Super Liga 66).

Na diretoria nacional da Abap, Mario D’Andrea permanece na presidência. Ao lado dele, como primeiro, segundo e terceiro vice-presidentes se mantêm, nessa ordem: Eduardo Simon Pereira, Maria Laura Quintino Nicotero e Marcos Quintela.

“Acho que os presidentes de entidades precisam trabalhar um período e depois sair para dar oportunidades a novos parceiros , mas recebi a missão dos pares locais e do presidente Mário D’Andrea para permanecer mais um tempo”, disse Ruy Dantas.

Para ele, sua gestão nos últimos anos foi baseada na construção de um relacionamento saudável entre as agências, buscando a aproximação através do diálogo constante, cada vez mais importante para os desafios que o segmento vem enfrentando.

Ruy Dantas diz que um dos objetivos da nova gestão dele é continuar fazendo um trabalho integrado aos movimentos nacionais que influenciam os mercados locais, além de atuar na representação de temas setoriais relevantes para o negócio da atividade. “O publicitário é tão focado no cliente que muitas vezes não acompanha o quanto entidades como a Abap brigam na defesa do negócio dele”
“Conseguimos inserir a Abap nos debates sobre economia, empresas e negócios. Participamos ativamente ao lado de outras entidades de reuniões com órgãos públicos e governamentais, sugerindo ideias nos protocolos de retomada das atividades nos períodos da pandemia do Covid-19 , afinal, as agências além de levar soluções criativas também tiveram papel importante ajudando clientes das áreas de saúde, governos, transportes e varejo a ter uma comunicação mais eficiente nesse momento tão difícil.

Ele acredita que esses movimentos estão dando mais visibilidade a entidade que tem sido chamada para atuar em novos espaços como o Polo de Tecnologia Extremo Oriental das Américas, situado em João Pessoa, com atuação voltada para as áreas de tecnologia da informação e economia criativa e o Parque Tecnológico Horizontes da Inovação, o primeiro da prefeitura de João Pessoa e o segundo, do governo do Estado.

“Ora, somos uma indústria que a cada R$1 investido gera R$ 10,07 na economia. Não fazia sentido a Abap não ser inserida nas discussões de economia e negócios do nosso Estado. Daqui para frente, queremos mostrar ainda mais o potencial da entidade e de seus membros, evidenciando nossa capacidade criativa e inovadora e trazendo um ambiente de oportunidade para as agências”, explicou Ruy Dantas.

Para ele, a publicidade tem um papel importante na superação das dificuldades ocasionadas pela pandemia, não só para passar uma mensagem eficiente, mas também para ajudar as marcas e a economia local. É preciso atrair mais agências que possam ocupar ainda mais espaço e ajudar na retomada.

Parceria com Sinapro e Abradi

“Participar das entidades tem a ver com minha visão de mercado, por isso, faço questão de reconhecer o papel que o Sinapro, presidido pelo colega Eduardo Cury tem tido nestes últimos anos. O mesmo posso dizer da Abradi, comandada por Alek Maracajá. Juntos, temos atuado e buscado criar um ambiente de negócios respeitoso e profissional.

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Paraíba registra mais 24 mortos por covid-19 nas ultimas 24 horas

Também foram confirmados 31 novos óbitos desde a última atualização, sendo 24 nas últimas 24h. Os óbitos ocorreram entre os dias 26 de março e 15 de abril de 2021, sendo 03 deles em hospitais privados, 01 em residência e os demais em hospitais públicos. Com isso, o estado totaliza 6.347 mortes. O boletim registra ainda um total de 193.852 pacientes recuperados da doença.

Concentração de casos

Cinco municípios concentram 732 novos casos, o que corresponde a 53,50% dos casos registrados nesta quinta. São eles: João Pessoa, com 488 novos casos, totalizando 75.028; Campina Grande, com 148 novos casos, totalizando 25.405; Picuí, com 41 novos casos, totalizando 1.066; Santa Rita, com 28 novos casos, totalizando 6.752; Bayeux, com 27 novos casos, totalizando 5.687.

  • Dados oficiais preliminares (fonte: e-sus VE, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h do dia 15/04/2021, sujeitos a alteração por parte dos municípios.

Óbitos

Até esta quinta, 215 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. Os 31 óbitos confirmados neste boletim ocorreram entre residentes dos municípios de Alagoa Grande (1), Arara (1), Barra de São Miguel (1), Cacimba de Dentro (1), Campina Grande (2), Cubati (1), Fagundes (1), João Pessoa (10), Mamanguape (1), Nova Palmeira (1), Picuí (1), Pitimbu (1), Queimadas (1), Santa Cruz (1), Santa Rita (1), Santa Teresinha (1), São Bento (1), São Mamede (1), Sapé (1) e Sumé (2).

As vítimas são 17 homens e 14 mulheres, com idades entre 35 e 88 anos. Hipertensão e diabetes foram as comorbidades mais frequentes e 09 não tinham comorbidades.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 68%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 75%. Em Campina Grande estão ocupados 66% dos leitos de UTI adulto e no sertão 68% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro Estadual de Regulação Hospitalar, 76 pacientes foram internados nas últimas 24h. Ao todo, 762 pacientes estão internados nas unidades de referência.

Cobertura Vacinal

Foi registrado no sistema de informação SI-PNI a aplicação de 731.797 doses. Até o momento, 556.998 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 174.799 com a segunda dose da vacina. Um total de 919.380 doses já foram distribuídas.

Os dados epidemiológicos com informações sobre todos os municípios e ocupação de leitos estão disponíveis em: www.paraiba.pb.gov.br/coronavirus

Com Assessoria

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Governo Federal prevê rombo de R$ 170,5 bi em 2022 e contas no vermelho até 2024

Imagem Reprodução

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) — No projeto que estabelece as diretrizes para o Orçamento de 2022, enviado ao Congresso nesta quinta-feira (15), o governo estipulou uma meta fiscal de rombo de R$ 170,5 bilhões para o ano que vem.

Será o nono ano consecutivo de rombo nas contas públicas, com o governo federal gastando mais do que arrecada. O projeto ainda traz estimativas do governo para os dois anos seguintes e aponta que o buraco persistirá ao menos até 2024, totalizando onze anos seguidos de déficit primário.

O texto ainda definiu que o salário mínimo deverá ser reajustado de R$ 1.100 para R$ 1.147 em janeiro.

O reajuste, antecipado pelo jornal Folha de S.Paulo, ficará em 4,3%, sem ganho real aos trabalhadores. Será o terceiro ano seguido que o piso nacional não terá aumento acima da inflação, mantendo o plano do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que acabou com a política de ganhos reais que vigorou no Brasil por mais de duas décadas.

Ainda sem solução para o Orçamento deste ano, o governo apresentou o projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2022 nesta quinta, prazo limite para envio ao Congresso.

O valor estipulado para a meta do ano que vem é semelhante à última previsão do governo, que estimava um déficit de R$ 178,9 bilhões.

A meta fiscal é o esforço que o governo promete fazer com o objetivo de evitar o crescimento da dívida pública. O valor estabelecido corresponde à diferença entre as receitas e despesas previstas para o ano, exceto o gasto com juros.

A LDO é a primeira etapa da formalização do Orçamento e traz as bases para as contas do ano seguinte, com projeções de receitas e despesas, além de outros parâmetros. Esse alicerce depois é usado para produzir a LOA (Lei Orçamentária Anual), que é apresentada até agosto e define o Orçamento propriamente dito, com todo seu detalhamento.

A estimativa da LDO para o salário mínimo pode ser alterada ao longo da tramitação do projeto no Legislativo. O novo valor só entrará em vigor depois que o presidente da República assinar um decreto formalizando o cálculo.

O Congresso tem até meados de julho para aprovar a LDO de 2022, mas, como já ocorreu em anos anteriores, a votação pode ser adiada. Pela Constituição, o Legislativo só pode entrar em recesso em julho após ter aprovado a Lei de Diretrizes Orçamentárias do próximo ano.

Em muitas ocasiões, no entanto, os parlamentares acabam saindo em um recesso informal e deixam a votação da proposta para depois.

Esses atrasos motivaram parte dos problemas do Orçamento deste ano. Por divergências políticas, a LDO de 2021 só foi votada no encerramento do ano passado. A LOA, por sua vez, foi apreciada às pressas e promulgada apenas em março deste ano, com uma série de problemas.

A peça orçamentária de 2021, que ainda precisa ser sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, subestimou gastos obrigatórios, como os benefícios previdenciários, e turbinou as emendas parlamentares — recursos que deputados e senadores podem destinar para projetos e obras em suas bases eleitorais.

Agora, Bolsonaro tem que decidir se acata a orientação da equipe econômica, que pede veto parcial ao texto e recomposição dos gastos, ou a ala política e parlamentares, que pressiona pela sanção integral com correção das contas ao longo do ano.

Para 2021, a meta fiscal do governo está definida em déficit de R$ 247 bilhões. No entanto, a depender da necessidade de gastos com medidas de enfrentamento da pandemia, esse valor poderá ser afrouxado.

Com Bernardo Karam/Folhapress

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Em visita ao Butantan, Ruy Carneiro defende apoio político para fortalecer o instituto

Com 120 anos de pesquisas na área da saúde, é graças à produção do Butantan que o Brasil tem conseguido garantir mais vacinas para imunizar a população contra o coronavírus. Por isso, é fundamental fortalecer o trabalho do Instituto neste ano e nos próximos. A opinião é do deputado federal paraibano Ruy Carneiro, que teve nesta quinta-feira (15) uma longa reunião de trabalho com a diretoria da entidade, em São Paulo.

“O Butantan é estratégico para o desenvolvimento do Brasil e para proteger a população neste momento e no futuro, quando novas pandemias poderão atingir o nosso país”, disse Ruy. “Temos que atuar no Congresso Nacional e no governo federal para que o instituto seja fortalecido”, afirmou Ruy, ao lado dos diretores da instituição Dimas Covas, Rui Curi e Paulo Capelo. “Precisamos estar prontos para dar respostas a problemas como este da pandemia sem depender de nenhum outro país”, acrescentou.

O Butantan fabrica atualmente a CoronaVac com compostos produzidos na China, mas vai passar a produzir em breve uma nova vacina, por meio de cooperação, a partir das cepas do vírus identificadas em Manaus e no Rio de Janeiro. Além disso, atualmente, todas as vacinas contra a gripe que estão sendo aplicadas no Brasil, são cerca de 80 milhões de doses, foram desenvolvidas no Butantan. “É neste laboratório que está em fase de finalização uma vacina contra a dengue, que também será uma grande vitória brasileira”, ressalta. Além disso, o Butantan já produz vacinas contra a raiva, tétano, difteria, coqueluche, hepatites A e B, além de HPV e soros.

Ruy assumiu o compromisso de reabrir no Congresso Nacional os debates sobre as Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs), a legislação específica para o desenvolvimento tecnológico e de inovação na área da saúde. “Precisamos modernizar a legislação porque a tecnologia avança muito rapidamente, mas as leis não acompanham, impedindo um avanço ainda maior”, afirmou Ruy.

Com Assessoria

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