Exonerações não interferem na relação de deputado do PMDB com Ricardo Cutinho

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O apoio do deputado Nabor Wanderley, do PMDB, ao governador Ricardo Coutinho (PSB) não sofrerá mudança com as exonerações de peemedebistas do Governo do Estado. Foi o próprio parlamentar quem garantiu a manutenção da aliança nesta terça-feira, durante sessão na Assembleia Legislativa. Nabor lembrou que a adesão do PMDB ao prefeito Luciano Cartaxo (PSD) ocorreu à revelia da direção estadual, o que levou ele e o deputado federal Veneziano Vital do Rego a abrirem dissidência no partido.

“O diretório municipal deveria ter consultado a direção estadual sobre o apoio ao prefeito Luciano Cartaxo e isso não ocorreu. O correto seria haver uma deliberação do diretório estadual, mesmo após a decisão do partido em nível municipal”, explicou Nabor.

Além desse “atropelo” de uma instância inferior sobre a superior no PMDB, o deputado citou o bom relacionamento que seu grupo político mantém com o atual governador, situação que vem beneficiando principalmente a cidade de Patos, administrada pela prefeita peemedebista Francisca Motta. “Temos uma parceria que vem dando certo. Lá em Patos mesmo, não tenho do que reclamar em relação às ações do Governo do Estado. Espero que possamos manter essa parceria”, sustentou o peemedebista.

Em time que está ganhando não se mexe.

Deputado governista afirma que polícia deve ter “a hora certa” para atirar em bandidos

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O deputado Anísio Maia (PT) deixou os poucos colegas que acompanhavam a sessão desta quarta-feira, por volta das 11h30, ao afirmar que a polícia deve ter “a hora certa” para atirar em bandidos. Anísio se referia ao assalto aos caixas eletrônicos no Bessa Shopping, onde a Polícia Militar da Paraíba foi chamada, mas evitou trocar tiros com os marginais.

“A polícia agiu corretamente. Se fosse trocar tiros com os bandidos poderia provocar um problema ainda maior, colocando em risco a vida dos moradores. A polícia não pode sair atirando toda hora, tem que saber a hora certa de atirar”, afirmou Maia, em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa.

Anísio travou debate com o líder da Oposição, deputado Renato Gadelha (PSC), que culpou o Governo do Estado pela violência na Paraíba, principalmente os constantes assaltos aos caixas eletrônicos. O parlamentar petista disse que a responsabilidade pela segurança dos caixas eletrônicos é dos bancos.

Se a polícia deve ter hora para atirar nos bandidos eu não sei. Agora que os bandidos sabem a hora certa de agir, isso ninguém tem dúvida.

Benilton não teme perda do mandato e acredita em derrubada do parecer do relator

TRE

O vereador Benilton Lucena (PSD) disse, agora a pouco, que não teme perder o mandato por conta da ação do diretório estadual do PT que o acusa de infidelidade partidária. Mesmo com o relator, juiz Emiliano Zapata Leitão, tendo votado pela procedência da iniciativa. Segundo Lucena, o mesmo magistrado já se pronunciou de forma semelhante em outros processos e foi voto vencido em plenário.

“Tem o caso de um vereador de Campina Grande muito parecido, onde a Justiça Eleitoral acabou aceitando as alegações para mudança de partido”, afirmou Lucena.

Benilton adiantou que sua assessoria jurídica acompanha de perto o processo e trabalha com pelo menos três teses de defesa. Uma delas, de perseguição por parte do seu antigo partido, o PT. Outra, a de que ele poderia ter usado a “janela” para trocar de legenda e, por último, de mudança programática do PT. “Todo mundo sabe que o PT, em nível nacional, deu uma grande guinada programática”, sustentou.

O julgamento do caso foi adiado pelo TRE, após o pedido de vistas do juiz Ricardo da Costa Freitas. O processo deveria voltar à pauta na próxima quinta-feira. Mas, por ser o Dia do Jurista, é mais provável que continue sendo apreciado na sessão da segunda-feira.

Relator no TRE da Paraíba vota pela perda de mandato do vereador Benilton Lucena

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O juiz Emiliano Zapata de Miranda Leitão, relator da ação contra Benilton Lucena, votou pela perda do mandato do vereador pessoense julgando procedente o pedido feito pelo Partido dos Trabalhadores da Paraíba na sessão desta segunda-feira, no Tribunal Regional Eleitoral. O julgamento da ação foi suspenso por um pedido de vistas do juiz Ricardo da Costa Freitas.

Benilton é acusado de infidelidade partidária por ter trocado o PT pelo PSD, acompanhando o prefeito Luciano Cartaxo na mudança. Em sua defesa, o vereador alegou que o PT mudou de programa e queixou-se ainda de perseguição por parte da antiga legenda. O relator considerou insuficientes os argumentos para justificar a troca de partido, votando pela procedência da ação e, consequentemente, pela perda do mandato.

O julgamento do processo, iniciado em julho deste ano, pode ter um desfecho final no âmbito do TRE na próxima quinta-feira, data da próxima sessão da Corte eleitoral. Benilton é candidato à reeleição pelo PSD.

SITUAÇÕES OPOSTAS NA CAPITAL: PT tenta superar isolamento e PSB demonstra confiança na vitória

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Charliton Machado e Cida Ramos foram os primeiros candidatos a prefeito de João Pessoa a solicitar registro junto à Justiça Eleitoral. Os dois enfrentam situações completamente opostas. Enquanto o PT, de Charliton, se esforça para superar o isolamento a que foi submetido, por causa dos escândalos nos governos Lula e Dilma, o PSB, de Cida Ramos, demonstra entusiasmo com a possibilidade de eleger a primeira mulher para comandar a administração municipal.

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O PT não conseguiu um único aliado na Capital, enquanto o PSB conta com 14 partidos políticos apoiando a candidatura de Cida. Militantes e dirigentes petistas, entretanto, fizeram questão de acompanhar Charliton e seu vice, o empresário Nelson Lira, ao Fórum Eleitoral, onde solicitaram registro de suas candidaturas nesta segunda-feira.

“Muita gente vai se surpreender com o desempenho do PT nessas eleições”, ponderou Charliton Machado.

“Vamos vencer as eleições”, garantiu Cida Ramos.

As frases atestam bem a situação de cada candidato.

Com chapa “puro sangue”, Walter Brito Neto entra na disputa e critica “gangorra” eleitoral em Campina Grande

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O ex-deputado federal Walter Brito Neto entrou na disputa pela Prefeitura de Campina Grande. Sua candidatura foi homologada na noite da última sexta-feira, pelo PEN. O partido também indicou Marcelo Arruda para a vaga de vice, apresentando uma chapa “puro sangue”. Walter Neto também foi vereador na Rainha da Borborema e quer acabar com a “gangorra” que beneficia as famílias Cunha Lima e Vital mais de uma década.

Na convenção realizada na sede do partido, no bairro da Prata, Walter Neto fez questão de destacar o slogan de sua campanha: “A Força da Mudança”. Esse será o foco de sua caminhada em busca do cargo hoje ocupado pelo prefeito Romero Rodrigues. O candidato está tão confiante que nem coligação fez para a disputa.

“Temos a sustentabilidade como uma das metas principais. Por isso, priorizamos a elaboração de um Plano de Desenvolvimento Sustentável que contemple a preservação dos recursos hídricos e do meio ambiente”, explicou o candidato do PEN.

Com Walter Brito Neto, Campina Grande terá seis candidatos à sucessão municipal. Foram homologados também em convenções o atual prefeito Romero Rodrigues (PSDB), o ex-prefeito Veneziano Vital (PMDB), o empresário Arthur Bolinha (PPS) e Davi Lobão (PSOL).

Mesmo depois de morto, ex-prefeito Luciano Agra continua perseguido por ex-aliados?

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O ex-prefeito Luciano Agra entrou na política como coadjuvante. Foi escolhido candidato a vice por Ricardo Coutinho não pelos votos que pudesse render, mas pela amizade que existia entre os dois. Isso, claro, antes do rompimento que o levaria ao protagonismo. Agra fez uma boa administração, mas foi a briga com Ricardo que o “consagrou” politicamente. Ao ponto de patrocinar e eleger seu sucessor, Luciano Cartaxo, até então apenas um ex-parlamentar sem luz própria.

Demorou pouco para “a cria se virar contra o criador”. Quando Luciano Agra morreu, já se queixava das ações do pupilo contra seus aliados, incluindo a então secretária Roseana Meira, com quem foi casado. Roseana se transformou numa espécie de porta-voz do falecido ex-prefeito. Rompeu com Cartaxo, fez duras críticas à sua gestão e, a exemplo de Agra, reclamou o quanto pode de supostas perseguições por parte do ex-aliado. Outros como o vereador Bruno Farias, o empresário e ex-secretário Beto Brunet e até o vice-prefeito Nonato Bandeira endossaram o coro de Meira e viraram adversários de Cartaxo.

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E as queixas continuam, dois anos após a morte de Agra. A reforma de praças é uma das ações prediletas da gestão de Cartaxo. Não foram poucas as obras entregues nesses quase quatro anos de governo como se fossem novas. Mas, de pelo menos uma o prefeito esqueceu. A praça Neuza Agra, no Bairro dos Ipês, justamente a que mereceria, politicamente falando, os maiores cuidados. Por “coincidência”, a praça abandonada foi construída na gestão do então prefeito Ricardo Coutinho, ex-aliado e hoje adversário de Cartaxo. Outra “coincidência”: tem o nome da mãe de Luciano Agra, também ex-aliado do atual prefeito da Capital.

O local nem de longe parece com aquele equipamento de convivência e lazer inaugurado em 2009. A praça conta com quadra poliesportiva, parquinho completo para crianças, área para caminhadas, mas nada disso pode ser usado pela população. Lixo, mato invadindo a área, brinquedos quebrados, galhos secos espalhados e fios pelo chão são alguns dos problemas descritos por moradores do entorno da praça, que, cansados de esperar por uma ação da Prefeitura de João Pessoa, resolveram procurar a imprensa para pedir socorro.

Seria mais um caso da perseguição a que tanto os adversários de Cartaxo se referem? Será que, mesmo após morto, Agra continua pagando o preço por ter dado à Cartaxo as condições para sucedê-lo? São questões que somente o atual prefeito pode responder.

Em abandono. É assim que se encontra a Praça Neuza Agra, localizada no Bairro dos Ipês, e inaugurada pela Prefeitura de João Pessoa em 2009, na gestão do então prefeito Ricardo Coutinho (PSB). O nome do equipamento é uma homenagem à mãe do ex-prefeito Luciano Agra, já falecido.

Hoje, o local nem de longe parece com aquele equipamento de convivência e lazer inaugurado em 2009. A praça conta com quadra poliesportiva, parquinho completo para crianças, área para caminhadas, mas nada disso pode ser usado pela população.

Lixo, mato invadindo a área, brinquedos quebrados, galhos secos espalhados e fios pelo chão são alguns dos problemas descritos por moradores do entorno da praça, que, cansados de esperar por uma ação da Prefeitura de João Pessoa, resolveram procurar a imprensa para pedir socorro.

Candidata à “musa das eleições 2016”, jovem do PV quer mostrar que beleza pode “rimar” com trabalho

Waleska Cabral

Se houvesse concurso para “Musa das Eleições 2016” certamente Waleska Cabral seria séria candidata. Dona de um sorriso cativante, a jovem de 22 anos tem tudo também para se tornar a vereadora mais jovem de João Pessoa. Waleska deixou o cargo que exercia no Governo do Estado para disputar uma vaga na Câmara Municipal pelo Partido Verde, que se coligou com o PRTB e com o PROS na proporcional.

Antes de se tornar servidora pública estadual, a jovem fazia trabalhos sociais com a mãe, Flávia Cabral, na periferia de João Pessoa, apesar da pouca idade. Aos que se arriscam em vincular sua beleza à candidatura, Waleska tem a resposta na ponta da língua: “A beleza pode até ajudar, mas quero ser reconhecida pelo meu trabalho. Quero uma chance de fazer algo pela minha cidade”.

Waleska sabe que a tarefa que tem pela frente não é fácil. A campanha é dura, exige muito sacrifício e a concorrência é alta. Para uma jovem iniciante na política as dificuldades são ainda maiores. Mesmo assim, está disposta a enfrentar a batalha das urnas. “Ninguém conquista objetivos sem sacrifícios. Acho que a renovação é inevitável diante do desgaste da classe política. Vamos apostar também nessa hipótese”, afirmou a candidata.

Apesar da inexperiência política, ela já fala como “gente grande”.

PSTU acusa PSOL de cometer “mesmos erros do passado” e anuncia rompimento com Frente de Esquerda em João Pessoa

Imagem: Divulgação

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O PSTU abandonou a Frente de Esquerda, que disputa a eleição em João Pessoa, alegando que o PSOL vem cometendo os mesmos erros do passado. O rompimento foi aprovado em convenção na última sexta-feira, por unanimidade dos diretorianos, mas só anunciado oficialmente neste domingo. Os integrantes do PSTU acusam o PSOL comete “os mesmos erros do passado”.

Veja abaixo nota oficial do PSTU da Capital na íntegra:

Porque rompemos com a Frente de Esquerda em João Pessoa

Normalmente, as eleições municipais são marcadas por questões específicas dos bairros e por campanhas clientelistas. No entanto, as eleições deste ano se dão em uma situação diferente e muito especial.

O país vive a maior crise econômica de sua história. São os trabalhadores e trabalhadoras e os setores populares os que estão pagando por ela com enormes sacrifícios. São mais de 11 milhões de desempregados. O preço dos alimentos sobe todos os dias. A renda média da população caiu 9% nos últimos três anos. A dos pobres, muito mais. O governo e os patrões planejam impor sacrifícios ainda piores: aumentar a idade mínima de aposentadoria para 65 anos; retirar direitos trabalhistas e cortar gastos sociais em Saúde e Educação. Enquanto eles enchem os bolsos com a corrupção e os roubos milionários de dinheiro público.

Por outro lado, durante muitos anos, os trabalhadores e o povo pobre viram os governos do PT como uma alternativa para melhorar suas condições de vida. Foram traídos. O PT se aliou com partidos burgueses de direita como o PMDB, o PSD e o PP, se atolou até o pescoço no mar de lama da corrupção e terminou adotando medidas contra os trabalhadores e o povo, que hoje o governo Temer trata de continuar.

O PSTU foi o primeiro a denunciar (e continua a fazer isso) que as eleições são manipuladas pelo poder econômico. Que os candidatos, inclusive a esquerda oportunista, são financiados pelos empresários e depois devolvem este dinheiro em “benefícios”, também chamados de propinas ou superfaturamentos em obras públicas.

Participamos das eleições para oferecer uma alternativa independente dos patrões e dos governos, uma alternativa de luta pelos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras e do povo pobre. Não aceitamos dinheiro de empresas nem de empresários.

Temos um programa com propostas em defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, emprego, salários dignos, moradia, transporte, saúde e educação. Que os ricos paguem pela crise. Um programa que levante a luta contra este governo e todos os políticos exploradores e corruptos.

No nosso estado, a situação da classe trabalhadora não é diferente, o governador “socialista” Ricardo Coutinho governa com mão de ferro, e trata o servidor de forma desumana, congelando os salários em um momento em que a inflação e o custo de vida aumentaram vertiginosamente, além disso os serviços oferecidos a população paraibana são cada vez mais escassos e caóticos, os/as trabalhadores/as não tem empregos, não tem segurança, não tem saúde e educação de qualidade e a lista de maldades se estende para todos os lados.

Na cidade de João Pessoa, não existe diferença entre o governo Cartaxo e o governo dos seus antigos aliados Ricardo e Dilma/Temer, na saúde o principal exemplo do descaso é o “Trauminha” em Mangabeira onde a população sofre a espera de um atendimento ou de uma cirurgia, com os servidores não há diferença no tratamento, os professores foram brutalmente atacados na última greve e desrespeitados com o descumprimento da lei do piso, se nacionalmente existem vários escândalos de corrupção, aqui o prefeito faz tudo para que CPI’s como a da Lagoa não aconteçam.

Para barrar estes ataques que os/as trabalhadores/as vem sofrendo é necessário construir uma grande greve geral para derrubar Temer e todos os demais, rumo a novas eleições sobre o controle dos trabalhadores, só com a luta da classe trabalhadora poderemos derrotar este governo e impedir ataques às nossas conquistas e conseguir novos avanços.

Neste sentido havia uma necessidade urgente de garantirmos a unidade da classe trabalhadora com um programa classista, e assim se desenhava a construção da Frente de Esquerda em João Pessoa. No dia 21de julho, o PSOL realizou a sua convenção municipal em João Pessoa, nela foi homologada a candidatura de Victor Hugo para prefeito de João Pessoa, na atividade estavam presentes militantes de várias organizações e compondo a mesa estava a companheira Rama Dantas, então pré-candidata pelo PSTU a vice-prefeita em uma coligação com o PSOL. Estávamos dispostos a compor a Frente de Esquerda em João Pessoa por acreditarmos que aqui na Paraíba ela era possível pela postura diferenciada do PSOL, aqui não se aceitaria de nenhuma forma financiamento de empresas e empresários, como infelizmente aconteceu com o PSOL em outros lugares.

Uma candidatura para os trabalhadores e trabalhadoras tem de rechaçar explicitamente a política dos governos do PT de colaboração com os banqueiros, empreiteiros e corruptos, que levou o país a uma enorme crise econômica com mais de 12 milhões de desempregados e, agora, está totalmente envolvido nos escândalos de corrupção. A candidatura que o PSOL apresenta para prefeito, Victor Hugo, que é um conhecido lutador dos movimentos sociais e que continua na luta apesar de muitos terem se vendido e traído os trabalhadores.

Mesmo identificando no camarada Victor Hugo uma postura diferenciada, infelizmente o PSOL na Paraíba repete os mesmos erros do PSOL nacional com uma política de alianças que não faz parte do campo da classe trabalhadora, aqui estava compondo a Frente de Esquerda o movimento Raiz Cidadanista que tem como fundadora Luiza Erundina. Em São Paulo o partido cedeu a legenda para Luiza Erundina. Muitos podem não saber ou se lembrar, mas quando prefeita da capital paulista (1989-1992), Erundina não governou para os trabalhadores. Pelo contrário, enfrentou e reprimiu greves, como a dos professores e a dos rodoviários. Após sua gestão à frente da cidade, rompeu com o PT para integrar o governo de Itamar Franco. Ingressou posteriormente no PSB, e chegou a ter o atual presidente interino, Michel Temer, como vice em sua chapa à prefeitura em 2004.Em uma recente entrevista, Erundina afirmou que poderá compor o seu governo na prefeitura de São Paulo com petistas.

É necessário que o PSOL de João Pessoa rompa com essa prática de alianças com partidos e organizações que não são da classe, que exija que os outros diretórios também façam o mesmo, pois não entendemos como o PSOL pode ser oposição a Cartaxo/PSD e Ricardo/PSB aqui na capital, e em Sousa por exemplo, apoia uma candidatura dos partido destes dois senhores.

Diante dos fatos, o PSTU vem publicamente anunciar, que . A nossa convenção, realizada nesta sexta-feira dia 05 de agosto, aprovou por unanimidade a ruptura e o lançamento de nossas candidaturas. Não iremos neste pleito lançar candidaturas para o cargo majoritário e assim, mesmo discordando da política de alianças do PSOL.

Por uma João Pessoa para os/as trabalhadores/as, para a juventude e a população mais pobre! Basta de governarem para os ricos!

Por um governo dos/as trabalhadores/as baseado em conselhos populares, em que os/as trabalhadores/as de forma organizada, junto com a juventude mais carente, o movimento popular, os movimentos de luta contra a opressão, contra o machismo, o racismo e a LGBTfobia, decidam os rumos da cidade! Não precisamos nem queremos mais dos mesmos, queremos uma revolução pra mudar de verdade!

PSTU – DIRETÓRIO MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA

Deputado Gervasio Maia garante apoio à candidatos do PMDB em Vista Serrana

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O deputado estadual Gervásio Maia (PSB) prestigiou a chapa “puro sangue” lançada pelo PMDB para disputar a Prefeitura do Município de Vista Serrana, no Sertão da Paraíba. Gervasio garantiu total apoio ao empresário Sérgio de Levi, candidato a prefeito, que tem como vice o vereador Hugo Araújo, ex-presidente da Câmara Municipal e sobrinho do atual prefeito, Jurandi Araújo.

“Com muita competência, o prefeito Jurandi Araújo garantiu a unidade do seu grupo político e o lançamento de uma chapa muito forte, capaz de manter a hegemonia do PMDB em Visa Serrana. Essa chapa terá nosso apoio integral”, afirmou Maia.

O candidato agradeceu o apoio do futuro presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba e disse que o povo de Vista Serrana terá oportunidade de escolher, nas urnas, se quer ver a cidade continuar crescendo ou quer voltar ao passado”, afirmou Sérgio de Levi.

O PMDB tomou o poder após 26 anos de comando do grupo da ex-deputada Socorro Marques. Jurandi Araujo foi eleito em 2008 e reeleito em 2012. Agora, Sérgio de Levi vai tentar manter a prefeitura nas mãos do partido presidido pelo senador José Maranhão. A outra chapa tem a própria Socorro como candidata à prefeita e Coló como vice.