A declaração aconteceu durante audiência pública realizada na Assembleia Legislativa da ParaÃba (ALPB), onde foram ouvidos representantes de empregados e empregadores.
Durante sua fala, Motta destacou o cronograma de audiências públicas para discutir o tema nas demais regiões do PaÃs, e projetou que se tudo ocorrer dentro do previsto, a proposta pode ser votada ainda este mês.
â€Depois das discussões, teremos o relatório e acredito, inclusive, que possamos aprovar por unanimidade o projeto, para quem sabe termos essa conquista aprovada ainda no mês do trabalhadorâ€, afirmou.
A prefeita de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, Adriane Lopes (PP), que transformou sua administração em um reduto de lideranças da Igreja Assembleia de Deus Missões (IADMCG), acumula a maior rejeição popular do paÃs entre administradores das capitais.
Na área social, a presença se estende às pastas de maior peso orçamentário. A Secretaria de Saúde, que concentra cerca de R$ 2 bilhões, conta com quatro pastores em funções ligadas à gestão financeira e aos processos de licitação. Entre eles estão Julinei Herão Ferreira e Fausto Azevedo Tlaes, responsável pela gerência de Suprimentos e Abastecimento.
Prefeita sancionou lei que proÃbe mulheres trans em banheiros femininos
Recentemente, a prefeita sancionou uma lei que restringe o uso de banheiros femininos por mulheres trans na capital de Mato Grosso do Sul. A norma foi publicada no Diário Oficial do MunicÃpio de Campo Grande (Diogrande) e faz parte da PolÃtica Municipal de Proteção da Mulher. Pelo texto, os banheiros femininos devem ser usados apenas por “mulheres biológicasâ€.
No documento enviado à PGR, a deputada sustenta que a legislação “segrega mulheres trans e travestis ao proibir que usem banheiros públicos de acordo com sua identidade de gênero†e afirma que a norma cria um ambiente de constrangimento generalizado.
A prefeita Adriane Lopes publicou um vÃdeo nas redes sociais e reafirmou que sancionou a lei para, segundo ela, “resguardar o direito das mulheresâ€.
O presidente da Assembleia Legislativa da ParaÃba (ALPB), Adriano Galdino, destacou que o estado será palco da primeira audiência pública promovida pela Câmara Federal para discutir o fim da escala de trabalho 6×1. Conforme antecipado pelo ClickPB, o debate acontecerá nesta quinta-feira (7), à s 10h e integra o projeto “Câmara pelo Brasilâ€.
Embora garanta que o assunto não vem sendo tratado dentro do grupo governista, o presidente da Assembleia Legislativa da ParaÃba, Adriano Galgino (Republicanos) não descarta a possibilidade de ocupar a vaga de vice na chapa encabeçada pelo governador Lucas Ribeiro (PP).
Galdino disse que vai aguardar a manifestação do governador, mas confirmou que o Republicanos tem interesse na vaga. “Vamos aguardar que o tema seja discutido para que o partido possa colocar suas pretensões”, explicou.
Assembleia Legislativa da Paraiba (Foto: Divulgação / Assessoria)
O presidente da Assembleia Legislativa da ParaÃba, Adriano Galdino (Republicanos), anunciou nesta segunda-feira (4) a destinação de recursos diretos para auxiliar famÃlias atingidas pelas enchentes recentes no estado.
O presidente da ALPB informou ainda que o tema será debatido nesta terça-feira (5), durante sessão ordinária, quando os deputados devem definir a forma de aplicação dos recursos. Entre as medidas em análise estão a aquisição de cestas básicas, colchões e itens de higiene pessoal, priorizando demandas mais urgentes da população atingida.
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) da ParaÃba rejeitou, por unanimidade, nesta segunda-feira (4), os recursos nas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes) propostas por Ruy Carneiro (Podemos) e Marcelo Queiroga (PL). Os dois pediam a cassação dos mandados do ex-prefeito de João Pessoa, CÃcero Lucena (MDB), e do atual prefeito, Leo Bezerra (PSB).
O voto de Vasconcelos foi seguido por todos os magistrados em relação a este ponto. Houve divergência, no entanto, em relação à proposta de multa contra as coligações por citação em um dos recursos de jurisprudência inexistente. Os votos contrários, neste quesito, foram dos juÃzes Rodrigo Clemente de Brito Pereira e Helena Delgado Ramos Fialho Moreira.
No âmbito do Senado, o ex-presidente da República recebeu o mais duro golpe. A rejeição de um cara de currÃculo invejável para o STF. Falta de atributos, certamente não foi o motivo da decisão.
Na mesma rota,, tramitou o projeto que reduz as penas dos envolvidos nos episódios de “tentativa de golpe” contra a Nação, incluindo aà o ex-presidente Jair Bolsonaro.