Conselho de Ética escolhe deputado do PDT para relatar processo contra Eduardo Cunha

Marcos Rogerio PDT

O presidente do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, José Carlos de Araújo (PSD-BA), informou nesta quarta-feira (9) que o deputado Marcos Rogério (PDT-RO) será o novo relator do processo que tramita no colegiado relativo ao presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Mais cedo, enquanto ocorria a sessão do conselho, que foi marcada por bate-boca entre os integrantes, Araújo comunicou que a Mesa Diretora havia ordenado a substituição do então relator, Fausto Pinato (PRB-SP). Segundo o presidente do Conselho de Ética, a decisão foi assinada pelo vice-presidente da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA).

No entanto, integrantes da Mesa Diretora disseram que não foram consultados da decisão de afastar o relator. De acordo com o primeiro-secretário da Casa, Beto Mansur (PRB-SP), a decisão foi monocrática do vice-presidente da Câmara.

O conselho foi acionado em outubro deste ano por deputados do PSOL e da Rede para que apure se Cunha quebrou o decoro parlamentarpor supostamente mentir à CPI da Petrobras quando disse que não tem contas na Suíça – suspeito de envolvimento no esquema de corrupção que atuou na Petrobras e é investigado na Operação Lava Jato, Cunha disse em entrevista ao G1e à TV Globo que tem “usufruto” de contas no país europeu.

‘Golpe’

Em meio à sessão na qual comunicou a ordem da Mesa Diretora da Câmara, José Carlos de Araújo classificou o episório como “golpe” e disse que se pode continuar em uma Casa “em que a cada instante chega uma ordem diferente pra cumprir”.

“Não somos meninos de escola, somos deputados representando a população”, declarou o presidente do Conselho de Ética.

Em resposta a Araújo, Eduardo Cunha disse que “golpe era o que estavam fazendo, descumprindo o regimento”. “A cada hora há manobra no conselho com o intuito de descumprir o regimento”, acrescentou o peemedebista.

Com G1

Ricardo Coutinho instala Conselho Estadual de Transparência e Combate à Corrupção nesta sexta-feira

Imagem da Internet

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O governador Ricardo Coutinho assina, nesta quarta-feira (9), no Dia Internacional de Combate à Corrupção, portaria oficializando os nomes que vão compor o Conselho Estadual da Transparência e Combate à Corrupção, que será lançado nesta sexta-feira (11), às 10h, no Palácio da Redenção, em João Pessoa.

Anunciado no discurso de posse do governador neste segundo mandato, o Conselho foi criado em outubro deste ano, conforme decreto publicado no Diário Oficial do Estado. Trata-se de mais um instrumento de aperfeiçoamento dos mecanismos de transparência adotados pela gestão estadual.

Ele terá o objetivo de propor soluções para aprimorar a política de transparência da gestão de recursos públicos e de combate à corrupção no âmbito do serviço púbico estadual, bem como atuar como instância de articulação e mobilização da sociedade civil organizada para o combate à corrupção e à impunidade.

O Conselho Estadual da Transparência será formado por representantes do Poder Executivo, entre eles, da Controladoria Geral do Estado, da Procuradoria Geral do Estado, da Ouvidoria Geral do Estado e das secretarias estaduais da Administração e do Planejamento, Orçamento, Gestão e Finanças, além de um representante do Poder Judiciário, do Poder Legislativo e do Ministério Público Estadual. Entre os representantes da sociedade civil organizada, o Conselho terá ainda em sua formação um representante da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Paraíba, do Fórum de Combate à Corrupção e das entidades gerais de trabalhadores.

Caberá ao colegiado indicar a presidência do Conselho, que terá 90 dias, após sua instalação, para constituir regimento interno. Poderão ser convidados para participar das reuniões do Conselho, mesmo sem direito a voto, representantes de outros órgãos ou entidades públicas, bem como organizações e pessoas que representem a sociedade civil, sempre que na pauta constarem assuntos de sua área de atuação. O trabalho do Conselho é considerado serviço público relevante, não remunerando seus integrantes.

“Com a ajuda dos demais poderes e órgãos constituídos, é mais um instrumento importante e de grande relevância adotado pelo Governo do Estado, que já possui sua política de transparência reconhecidamente aprovada pelos órgãos de controle externo, bem como instrumentos de controle interno, como a Controladoria Geral do Estado, para assegurar o máximo de transparência dos atos e ações registradas no serviço público deste estado. No momento em que a sociedade brasileira vê a corrupção com o maior problema do Brasil torna-se imperioso que se crie cada vez mais mecanismos de vigilância desta sociedade no que diz respeito aos destinos dos recursos públicos”, ponderou o secretário de Comunicação Institucional do Estado, Luís Tôrres.

O Conselho Estadual de Transparência e Combate à Corrupção será composto no ato de sua instalação pelos seguintes representantes:

Poder Executivo do Estado
Titular: Waldir Porfírio da Silva
Suplente: Ednaldo Joaquim da Silva Júnior
Controladoria Geral do Estado

Titular: Gilmar Martins de Carvalho Santiago
Suplente: Letácio Tenório Guedes Júnior
Secretaria de Estado da Administração

Titular: Livânia Maria da Silva
Suplente:Ricardo Jorge de Farias Aires
Procuradoria Geral do Estado

Titular: Gilberto Carneiro da Gama
Suplente: Sebastião Florentino de Lucena

Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento, Gestão e Finanças
Titular: Mário Sérgio de Freitas Lins Pedrosa
Suplente: Ricardo Lavor Cavalcanti

Ouvidoria Geral do Estado
Titular: Tânia Maria de Oliveira Brito
Suplente: Nilton dos Santos Silva

AUTORIDADES PÚBLICAS CONVIDADAS

Poder Legislativo Estadual
Titular: Deputado João Bosco Carneiro Júnior
Suplente: Deputado Anísio Soares

Poder Judiciário Estadual
Titular: Aluízio Bezerra Filho (Juiz de Direito)
Suplente: Antonio Carneiro de Paiva (Juiz de Direito

Ministério Público do Estado
Titular: Bertrand de Araújo Asfora (Procurador Geral de Justiça)
Suplente: Francisco Seráphico Ferraz da Nóbrega (Promotor de Justiça)

CONVIDADOS DA SOCIEDADE CIVIL

Seção Paraíba da Ordem dos Advogados do Brasil
Titular: Nildo Moreira Nunes
Suplente: Felipe Solano de Lima Melo

Fórum Paraibano de Combate a Corrupção (Focco/PB)
Titular: Gabriel Aragão Wright
Suplente: Eduardo Ferreira Albuquerque

Entidades Gerais de Trabalhadores
Titular: Marcos Henrique e Silva (CUT-PB)
Suplente: Ana Cristina Pereira da Silva (CUT-PB)

Com Secom-PB

Conselho de Ética acata proposta de Manoel Júnior e definirá relator do processo de Cunha em lista tríplice

Imagem da Internet

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Em uma sessão tumultuada, o presidente do Conselho de Ética da Câmara, deputado José Carlos Araújo (PSD-BA), suspendeu a sessão desta quarta-feira (9) e promoveu novo sorteio para a relatoria, excluindo os deputados do bloco do PMDB, de Eduardo Cunha.

Antes do anúncio da suspensão da sessão, parlamentares debateram calorosamente a validação da primeira troca de relatores, quando Fausto Pinato (PRB – SP) foi substituído por Zé Geraldo (PT – PA).

O deputado do PMDB da Paraíba, Manoel Júnior criticou as decisões tomadas na tarde e alegou que muitos parlamentares estariam tentando “atropelar o regimento” e conduzir o processo contra Eduardo Cunha a ‘toque de caixa’. O deputado recorreu da decisão do presidente do Conselho de Ética em nomear Zé Geraldo, como relator.

“Eu respeito meus colegas e chamo atenção para a minha conduta. Se há aqueles que querem atropelar o regimento, que querem conduzir esse processo a ‘toque de caixa’, então é importante que o presidente seja firme, duro e eu proponho a criação de uma lista tríplice para a escolha de um nome para estar à frente da relatoria”, disse Manoel Júnior.

Manoel Júnior, contudo, apresentou uma questão de ordem ao conselho alegando que tudo o que havia sido feito até o momento deveria ser anulado. “Tudo que foi feito anteriormente é um ato nulo. Quero recorrer da sua decisão porque foi feita sem sorteio. Obviamente, sem fazer as formalidades”, argumentou o peemedebista.

O impasse gerado no Conselho de Ética levou o presidente do colegiado a adiar a sessão para sortear uma nova lista tríplice, da qual ele irá escolher o novo relator do processo. Desta vez, os deputados sorteados para o posto de relator foram Léo de Brito (PT-AC), Marcos Rogério (PDT-RO) e Sérgio Brito (PSD-BA).Caberá agora a José Carlos Araújo escolher um dos três nomes para a relataria do processo de cassação de Cunha. A nova sessão acontece nesta quinta-feira (10), a partir das 9h30.

Com Clickpb

MAIS LENHA NA FOGUEIRA: Delcídio contrata especialista e resolve fazer delação premiada

Delcidio

O senador Delcídio do Amaral, preso há quase duas semanas na superintendência da Polícia Federal, em Brasília, abriu uma nova frente de defesa na Operação Lava Jato e contratou um especialista em delações premiadas: Antônio Figueiredo Basto. O criminalista está assumindo a defesa do parlamentar junto com o advogado Mauricio Leite.

Basto ficou nacionalmente conhecido após fechar delações relevantes para as investigações na Operação Lava Jato, entre elas a do doleiro Alberto Youssef e a do dono da UTC, Ricardo Pessoa. Basto, que tem escritório em Curitiba, esteve em Brasília com Delcídio nesta terça. Eles tiveram a primeira conversa na sala onde o senador está preso, na superintendência da Polícia Federal.

Por meio de nota à imprensa, o escritório do advogado Mauricio Leite, confirmou a contratação de Basto. “A defesa do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) informa que o advogado Antonio Augusto Figueiredo Basto foi contratado”, diz o texto. A nota explica que a condução do pedido de revogação de prisão do parlamentar no Supremo Tribunal Federal permanece sob a responsabilidade de Leite.

Delcídio cumpre prisão preventiva, sem prazo para acabar, e ontem foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República. Advogados da Lava Jato entendem que a negociação com a nova defesa sinaliza que Delcídio está disposto a fechar delação premiada – contar o que sabe em troca de redução de pena.

As tratativas com a Procuradoria Geral da República ainda não começaram, mas a defesa avalia que uma delação ainda não está descartada, já que a família de Delcidio o pressiona bastante pra entregar o que sabe e tentar sair da cadeia.

A debnúncia da PGR contra Delcídio o acusa de impedir e embaraçar a investigação de infrações penais que envolvem organização criminosa (com pena de 3 a 8 anos) e patrocínio infiel (6 meses a 3 anos), que é quando o advogado trai o interesse de seu cliente, e exploração de prestígio (com penas de 1 a 5 anos).

Caberá agora à Segunda Turma do STF aceitar ou rejeitar a denúncia. O colegiado é composto pelos ministros Teori Zavascki (relator da Lava Jato na Corte), Gilmar Mendes, Celso de Mello, Cármen Lúcia e Dias Toffoli. Se a denúncia for aceita, os acusados passam a ser considerados réus num processo penal.

Com G1

Cássio é reconduzido por aclamação para liderança da bancada do PSDB no Senado

Cassio lider

Durante a reunião da Bancada do PSDB no Senado realizada nesta terça-feira (8), o senador Cássio Cunha Lima (PB), foi reconduzido por aclamação à liderança do partido no Senado Federal.

Ao ser aclamado, o senador Cássio Cunha Lima destacou que a qualidade dos quadros do PSDB na Casa aumenta ainda mais a responsabilidade para exercer a função de líder do partido “é uma honra, mas também um grande desafio liderar uma bancada que tem senadores com vasta experiência política e administrativa. São ex-governadores, presidenciáveis, homens públicos que são protagonistas com vasta experiência do debate político nacional e que principalmente neste momento delicado pelo qual passa o país, ajudam fortemente na elevação do debate”.

A bancada tucano no Senado é composta por onze senadores, além do líder, Cássio Cunha Lima (PB), tem Aécio Neves (MG); Aloysio Nunes Ferreira (SP); Antônio Anastasia (MG); Ataídes Oliveira (TO); Dalírio Beber(SC); Flexa Ribeiro (PA); José Serra (SP); Paulo Bauer (SC) e Tasso Jereissati (CE).

Cássio assumiu a liderança do PSDB no Senado no início deste ano e tem sido uma das vozes mais participantes do Parlamento cuja atuação o apontou como uma dos cem parlamentares mais influentes do país.

Com Assessoria

Ministro do Supremo Tribunal Federal suspende instalação de Comissão Especial do Impeachment

Imagem da Internet

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O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu na noite desta terça-feira (8) suspender a formação e a instalação da comissão especial que irá analisar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. Fachin determinou que os trabalhos sejam interrompidos até que o plenário do Supremo analise o caso, votação que está marcada para a próxima quarta (16).

Segundo o magistrado, ele suspendeu todo o processo do impeachment para evitar novos atos que, posteriormente, possam ser invalidados pelo Supremo, inclusive prazos.

A decisão liminar (provisória) de Fachin foi tomada no mesmo dia em que a Câmara elegeu, por 272 votos a 199, a chapa alternativa de deputados de oposição e dissidentes da base aliada para a comissão especial que vai analisar o prosseguimento do processo de afastamento da chefe do Executivo federal.

Na tarde desta terça, ao concluir a votação que elegeu parte da comissão especial do impeachment, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), convocou uma nova sessão para a tarde desta quarta-feira (9) para que os líderes dos partidos indiquem os outros 36 membros do colegiado. Com a decisão de Fachin, a nomeação desses outros deputados não deverá ocorrer.

A decisão do ministro do STF também impede os demais procedimentos previstos no processo: eleição de presidente e relator do pedido de impeachment, bem como abertura do prazo para Dilma apresentar sua defesa.
A assessoria de imprensa do presidente da Câmara informou que Eduardo Cunha só irá se manifestar após ser formalmente comunicado da decisão da mais alta corte do país.

O ministro do STF analisou pedido apresentado nesta terça-feira pelo PC do B, antes de a Câmara eleger a chapa oposicionista. Na ação judicial, o partido aliado questionou não apenas a possibilidade de deputados concorrerem às vagas sem indicação pelos líderes de seus partidos, mas também a votação secreta para escolha da chapa e a divisão da comissão por blocos, e não partidos.

O pedido do PC do B foi inserido dentro de uma ação já em trâmite no tribunal que pede a anulação da decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que acolheu o pedido de afastamento de Dilma, na semana passada. Essa ação deve ser julgada no próximo dia 16 de dezembro pelo plenário do STF e poderá suspender todo o processo de impeachment de Dilma Rousseff. Na sessão, também serão julgados diversos pedidos do partido para alterar o trâmite previsto em lei e no regimento da Câmara sobre o andamento do processo. O novo pedido também contestou a formação da comissão por meio de blocos (grupos de partidos) e não diretamente pelos próprios partidos, o que alteraria a divisão das vagas.

Conforme o partido, “tal forma de composição decorre grave distorção. O autor, partido que elegeu 10 deputados federais, tem um único membro na Comissão, metade dos dois membros a serem indicados por partido que elegeu 11 deputados (PROS), e o mesmo número de representantes dos partidos que têm um único deputado na Casa (PTdoB)”.

Ao analisar o pedido do PC do B, Edson Fachin considerou que a votação secreta – que impede a identificação da opção de cada parlamentar – não está prevista no regimento interno da Câmara e na Constituição.

Assim, para evitar novos atos que, posteriormente, podem ser invalidados pelo Supremo, o ministro suspendeu todo o processo do impeachment, inclusive prazos. A decisão valerá até a quarta da semana que vem, dia 16, quando o STF se reunirá em plenário para decidir sobre outros questionamentos do PC do B sobre o caso.

Chapa avulsa – A formação da comissão gerou um impasse entre opositores e defensores do mandato de Dilma. A “chapa alternativa” foi articulada pela oposição para abrigar deputados defensores do impeachment, principalmente do PP e do PMDB, que não haviam sido indicado pelos líderes.

Na ação, o PC do B argumentou que a escolha de um deputado para a comissão por votação em plenário, sem indicação do líder, fere a autonomia partidária. O partido defendeu a existência de uma chapa única para o colegiado, como havia sido previamente acordado entre os líderes na semana passada.

“As candidaturas avulsas consistiriam em arranjo sem previsão normativa em que deputados se candidatam a membros da comissão especial contrariando as indicações de seus partidos, feitas pelos respectivos líderes partidários”, afirma o texto.

Campanha contra impeachment de Dilma na Paraíba une PSB, de Ricardo Coutinho, e PT de Frei Anastácio

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PT, do Frei Anastácio, e PSB, do governador Ricardo Coutinho, estão juntos novamente na Paraíba. Pelo menos na campanha contra o impeachment da presidente Dilma Roussef. Os dois partidos se juntam ao PC do B nesta quarta-feira (09), durante plenária de mobilização em defesa do mandato da presidente, quando serão definidas ações conjuntas nesse sentido. A Frente Brasil Popular, como vem sendo formada a aliança dos três partidos, se reunirá na sede do Sindicato dos Trabalhadores e das Trabalhadoras em Telecomunicações do Estado da Paraíba (Sintell-PB), a partir das 16h. do encontro sairá um documento formalizando as mobilizações de rua contra o impeachment.

O presidente do PT, Charliton Machado, disse que ainda pretende conversar com a bancada do PMDB e com outros partidos no estado, que ainda não se manifestaram contra o impeachment de Dilma. “Estamos indo atrás daqueles que ainda estão abertos a dialogar”.

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Ele também informou que uma comissão também está sendo formada na cidade de Campina Grande com a participação de lideranças politicas locais, objetivando realizar uma programação para desenvolver uma serie de ações na defesa da presidente Dilma. “Vamos ocupar as ruas, as redes sociais, na mídia tradicionais e unir o maior número de representantes políticos para essa caminhada”, disse Charliton.

O presidente explicou que a cúpula nacional do partido orientou as executivas locais para que mobilizem movimentos sindicais e partidos de esquerda para um sentimento comum de “defesa da Constituição” e do “Estado Democrático”. Dentre as atividades previstas, estão assembleias e manifestações de rua. “Defendemos que o recesso parlamentar não aconteça para que haja uma discussão rápida do pedido de impeachment”, comentou Charliton.

Com Clickpb

Ricardo participa de encontro de governadores com Dilma nesta terça-feira para discutir combate ao mosquito da dengue

Imagem da Internet

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O governador do Estado, Ricardo Coutinho, anunciou durante reunião com secretários da área da saúde, segurança, articulação política e comunicação institucional no Palácio da Redenção, na tarde desta segunda-feira (7), que viaja para Brasília, para participar de uma reunião dos governadores de todo o país, convocada pela presidente Dilma Rousseff. A reunião será nesta terça-feira (8) e será realizada para discutir medidas de enfrentamento ao mosquito aedes aegypti.

O mosquito é o vetor causador de doenças como a dengue, a Chikungunya e ainda a Zika. O governador disse que o Estado está tirando recursos de onde não tem para oferecer aos municípios ajuda nessa luta contra o mosquito. “Nós temos veneno contra o aedes aegypti, temos os agentes de saúde, mas o que precisamos também é de mobilização social. Devemos afastar o pânico das pessoas, já que estão espalhando boatos de que as UTIs estão lotadas de crianças. Lembramos que as informações que valem são as do município, a do poder público”, afirmou Ricardo Coutinho, acrescentando que já convocou o Corpo de Bombeiros e ainda vai se reunir com representantes do Exército para ajudarem no combate ao mosquito.

As medidas emergenciais definidas serão anunciadas esta semana, até a próxima sexta-feira, e contará com contratações de agentes de saúde e ainda outras definições que ajudarão a combater focos do mosquito espalhados pelo Estado.

“É fundamental compatibilizar as coisas, não adianta um Estado ir para um canto e a política nacional ir para o outro. O esforço vai ser grande em acordar a sociedade, ninguém ache que combater o mosquito é uma tarefa simples, o controle desse tipo de problema é dos municípios, com os agentes de saúde. Mas o Governo do Estado está presente e atento, eu vou cobrar empenho dos municípios e dos secretários de saúde, para que de forma integrada possamos dar uma resposta eficaz à sociedade”, afirmou, acrescentanto ainda a necessidade da mobilização de toda a população para eliminar os focos e combater o mosquito, começando pelas casas de cada paraibano.

Ricardo Coutinho pede que a bancada federal paraibana se posicione contra impeachment de Dilma Roussef

O governador Ricardo Coutinho (PSB) voltou a se posicionar contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Para o governador da Paraíba, querer assumir a presidência sem que seja pelas urnas seria inadimissível. “É inaceitável alguém achar que vai chegar ao Poder de uma maneira que não é através das urnas. Essa pessoa está equivocada. Tirar uma pessoa que foi eleita democraticamente não leva a lugar nenhum”, afirmou o governador.

Ricardo Coutinho também pediu para a bancada paraibana em Brasília que não aceitem o pedido de saída da presidente. “Jamais subscrevam essa tentativa de golpe porque essa manobra pode trazer consequências irreversíveis para o Brasil”. Ricardo acredita que o foco dos parlamentares paraibanos, neste momento de crise, seja a melhoria de vida da população da Paraíba.

O governador finalizou com um reca do objetivo aos descontentes. “Quem achar que governo não vai bem, pode expressar tudo isso na próxima eleição”.

Com PBAgora

Cartaxo entrega benfeitorias como obras para atingir meta e vira alvo de chacota nas ruas e redes sociais

Imagem da Internet

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O prefeito Luciano Cartaxo (PT) vem entregando benfeitorias contabilizadas como obras para atingir a meta de inaugurações até o final do ano, prometida em praça pública. Pintura de praças, escolas e meio-fios, além da “climatização” de salas de aula são algumas das “grandes realizações” executadas pela gestão atual. Não se sabe ainda se o caso é resultado de falha de assessoramento ou má-fé, mas já transformou o prefeito em alvo de chacotas nas redes sociais e nas ruas da Capital.

Apelidos “carinhosos” como “prefeito das praças”, “prefeito meio-fio” e “prefeito gelado” são comuns na boca do povo, seja nas esquinas e avenidas ou na internet, todos ironizando as ações desenvolvidas pela Prefeitura da Capital e entregues com grande pompa. O advogado Marcos Pires, um dos mais conceituados profissionais da área jurídica paraibana, já rotulou Cartaxo como “prefeito festinha”, uma referência aos pequenos eventos musicais pagos pela Prefeitura de João Pessoa.

Trânsito caótico (Imagem da Internet)

Trânsito caótico (Imagem da Internet)

“Temos o trânsito mais caótico do Brasil e o prefeito se preocupando com coisa pequena, que em nada contribui para a solução dos problemas da cidade”, sustenta Pires, citando que “enquanto o Brasil inteiro está preocupado em ampliar espaços para estacionamentos a PMJP está reduzindo”.

Outro advogado, que preferiu não se identificar, disse que colocar aparelhos de ar-condicionado em salas de aula e pintar bancos e meio-fios de ruas e praças nunca foram obras e sim benfeitorias. “São benfeitorias porque as obras já existem, que são as escolas, as praças e as ruas. O gestor apenas está melhorando as condições dessas obras. Se alguém chama isso de obra está tentando enganar a população”, afirmou.

O jornalista Cristiano Machado postou em seu portal Momentopb que “Cartaxo está entregando mais uma grandiosa obra e sua gestão tem tudo para ser reconhecida internacionalmente”, referindo-se à climatização de mais uma escola, anunciada pelo prefeito. Segundo o jornalista, “o trabalho (climatização) é tão complexo que a Prefeitura de João Pessoa estaria reunindo os melhores técnicos, especialistas e até cientistas renomados para acompanhá-lo e executá-lo”.

A ironia do jornalista não para por aí. Machado imagina que, pelo andar da carruagem, a próxima “grande obra” de Cartaxo será climatizar a Lagoa do Parque Solon de Lucena. “Dizem que já estaria em estudo”, completou.

Guardados os exageros, o fato é que, principalmente após esses escândalos de corrupção que afloraram no Brasil, a população está mais atenta aos movimentos dos gestores, cobrando mais e tentando separar “o joio do trigo”. Em João Pessoa não é diferente. Por ser uma Capital, tem moradores mais esclarecidos que certamente não se deixariam enganar por benfeitorias quando a cidade necessita de obras concretas, efetivas e de grande alcance social. Temos aí a Saúde, Educação e Mobilidade Urbana, só para citar esses exemplos, necessitando de intervenções urgentes e não de “arrumadinhos”.