Socialistas descartam possibilidade de reaproximação entre Ricardo e Cartaxo

O presidente do PSB em João Pessoa, Ronaldo Barbosa, desmentiu que o governador Ricardo Coutinho (PSB) tenha enviado uma pessoa para negociar uma reaproximação com o prefeito de João Pessoa Luciano Cartaxo (PSD).
“Isso é boato construído por aqueles que têm medo da candidatura de João Azevedo, aqueles que não sabem fazer política com p maiúsculo”, respondeu.

Luis Torres, secretário de Comunicação Institucional do Estado, também manteve o tom de Barbosa ao rebater o boato. Para ele, essa é a estratégia de quem está incomodado com a candidatura do PSB porque “não cuida de João Pessoa”.

“Começou a temporada de boatos, mentiras e factoides. Eles estão incomodado apesar de disfarçar que não”, disse o secretário.

Para arrematar, Torres citou Gandhi: “primeiro eles nos ignoram, depois eles nos ridicularizam e aí eles nos combatem e nós vencemos”.

Leila Fonseca revela convites de outros partidos para disputar sucessão municipal em João Pessoa

Após noticias da destituição da direção do PROS na Paraíba, a professora Leila Fonseca participou de uma entrevista no sistema Arapuan, na manhã de hoje (4) sobre a intervenção no PRÓS, falando que não teve nenhuma surpresa.

“Não tive nenhuma surpresa, tendo em vista que na semana passada, eu recebi uma ligação da executiva nacional dizendo que continuava na presidência da executiva municipal, eu falei da minha tristeza com a postura da nacional em relação à estadual, que houve uma interdição sem motivos nenhum e isso conseqüentemente trouxe várias conseqüências para o partido, tendo em vista que no estado da Paraíba, o antigo presidente Moisés já estava organizando as executivas em vários lugares do estado e tendo uma representação muito boa, inclusive em Campina Grande com quatro vereadores. Mas diante da postura da nacional, causou um constrangimento e um enfraquecimento para o partido. Pois muitas pessoas ficaram tristes e assim começaram a se desfiliar do partido”, afirmou.
Sobre a questão que o governador teria participação na intervenção no partido, Leila disse que, ‘ainda não sei informar, mas é o que se comenta que teve sim intervenção do governador’, resumiu.

Leila ainda falou sobre sua candidatura na prefeitura da capital paraibana: “Eu estou muito tranquila com isso, mas agora eu estou concluindo o meu doutorado, então o meu foco é esse, mas eu venho recebendo convite de outros partidos, inclusive para lançar candidatura na majoritária e como vice também”, afirmou.

Sobre os partidos que a convidou, Leila preferiu não comentar quais são. “Prefiro no momento não falar, pois, já venho conversando com outros presidentes de partidos e acho que agora não é o momento, pois eu estou pensando e analisando as propostas”.

Leila ainda relatou que não foi notificada dá tal desinstituição da presidência, e que só está sabendo através das noticias dadas pela mídia.

Com Paraiba.com

Maranhão é escolhido senador mais atuante da Paraíba em enquete do Congresso em Foco

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O senador José Maranhão (PMDB-PB) foi escolhido o senador paraibano mais atuante no ano de 2015 pelos internautas. A premiação é realizada pelo site Congresso em Foco, especializado na cobertura jornalística do Congresso.

Dentre os senadores paraibanos, o senador José Maranhão e Raimundo Lira aparecem entre os 50 senadores mais bem avaliados na opinião dos jornalistas, onde José Maranhão, é o paraibano melhor colocado no ranking, seguido de Raimundo Lira também do PMDB.

O Prêmio Congresso em Foco identifica e homenageia os melhores parlamentares do ano em escolha feita por votação na internet. Essa foi a nona edição do evento.

O senador José Maranhão, preside a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal, a mais importante do Congresso Nacional, que no ano de 2015, teve uma atuação destacada, principalmente em temas com viés sociais.
Maranhão é escolhido senador mais atuante da Paraíba

Com Assessoria

Pedido de vistas adia conclusão de julgamento de ações no TRE contra Ricardo Coutinho

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba iniciou na tarde desta quinta-feira, 4, o julgamento de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) contra o governador Ricardo Coutinho (PSB) por supostos atos administrativos vedados em período eleitoral. A sessão foi suspensa quando o placar estava com três votos pelo indeferimento da ação. O relator do processo, juiz Tércio Chaves, fez uma espécie de desabafo antes de iniciar seu voto, nega que haja morosidade nas ações que correm no Tribunal contra o governador, como insinuam membros da oposição.

O Ministério Público confirmou relatório pedindo o indeferimento da ação e em seguida o relator da ação, juiz Tércio Chaves, iniciou seu voto, mas antes fez um desabafo contra criticas que a Corte vem recebendo da oposição, principalmente do senador Cássio Cunha Lima (PSDB), que tem ocupado a mídia para pedir que não haja dois pesos e duas medias, se referindo ao processo em que foi julgado.

“Cada ação tem sua nuance própria. Umas que envolvem perícia, outras que não, enfim está se iniciando o julgamento na data de hoje, que foi a primeira data oportuna que a Justiça disponibilizou. Não se vê em nenhum momento que o Judiciário deixou o processo retiro por qualquer motivo. Quis falar isso que somos alvo a todo momento de criticas. A Justiça também que rebater, não pode está dando a cara a tapa a todo momento. Cada ação é uma ação, não pode haver comparação”, disse o relator.

Para o relator, não se pode falar em dois pesos e duas medidas, já que cada ação tem suas peculiaridades, e também o Corte eleitoral sofre mudanças e até mesmo existe mudanças de jurisprudência numa mesma formação.

Depois do desabafo, o relator votou pelo indeferimento e foi seguida pelos juízes Silvio Porto, e Breno Wanderley.

O juiz Leandro dos Santos pediu vistas e adiou o termino da sessão.

Com Wscom.com.br

RECADO AO PMDB? PSB decide cobrar reciprocidade de apoio para fechar alianças partidárias

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O PT apoiou a reeleição de Ricardo Coutinho em 2014. O PSB abriu vaga em sua chapa e votou no então petista Lucélio Cartaxo, irmão do prefeito Luciano Cartaxo, para o Senado. Os dois partidos romperam a aliança em situação de igualdade: ninguém saiu devendo. É assim que o PSB pretende trabalhar também nas eleições deste ano. Para fechar uma aliança, os socialistas exigirão reciprocidade de apoio.

A nova postura do PSB, anunciada por seu presidente estadual, Edvaldo Rosas, está sendo encarada muito mais como um “recado” ao PMDB do que como estratégia eleitoral. Sabem os socialistas que em cidades pequenas não é fácil exigir reciprocidade de apoios. Tudo vai depender da situação eleitoral dos candidatos majoritários.”Se um candidato está bem em determinado município, ele pode vencer com ou sem apoio do PSB ou de qualquer outro partido. Então, seria muito mais aconselhável ao PSB, que é governo, trabalhar para manter uma base sólida a partir das eleições municipais”, explicou um tarimbado político da Capital.

Situação diferente das cidades grandes, como João Pessoa e Campina, onde o PSB depende de alianças para pensar em vencer a disputa. Nos dois principais colégios eleitorais, pode haver segundo turno. Uma nova eleição onde geralmente vence quem reúne mais apoios. Talvez seja esse o objetivo principal do PSB. Dar um recado ao PMDB: “Ou voces nos apoiam em João Pessoa, onde somos mais fortes, ou não terão nosso apoio em Campina, onde somos mais fracos”.

Se for assim, os dois partidos podem sair perdendo se as condições do PSB não forem aceitas.

DESESPERO? Após Oposição decidir acionar Gaeco e PF, surgem especulações sobre suposta reaproximação entre Cartaxo e Ricardo

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Com gargalhadas. Assim teria reagido o governador Ricardo Coutinho (PSB) diante de especulações sobre uma possível reconciliação com o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD). Segundo um interlocutor de Ricardo, a tese seria prova maior do desespero do prefeito, que está próximo de responder por pelo menos dois grandes escândalos: o suposto desvio de R$ 1 milhão por ano da Zona Azul e de quase R$ 10 milhões das obras de reforma da Lagoa do Parque Solon de Lucena, ambas feitas pelo vereador do PSB, Renato Martins, sendo a última com base em relatório da Controladoria Geral da União (CGU).

Ricardo Coutinho já decidiu apoiar João Azevedo, escolhido pré-candidato a prefeito pelo PSB. “O problema do prefeito Luciano Cartaxo é que, a partir de agora, ele começará a responder judicialmente pelas irregularidades de sua gestão. Talvez por isso, o prefeito e seus aliados estejam procurando uma tábua de salvação”, afirmou um socialista graduado que preferiu não se identificar.

Coincidência ou não, as especulações sobre uma possível reaproximação entre Cartaxo e Ricardo surgiram após a bancada de Oposição na Câmara Municipal decidir acionar o GAECO – Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado – e a Polícia Federal para investigarem as denúncias de desvio de recursos públicos na gestão do atual prefeito.

Realmente, é muita coincidência.

VENEZIANO NA GILHOTINA: STF nega pedido para arquivar investigações sobre licitações em Campina Grande

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O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, negou pedido de arquivamento de uma investigação contra o deputado federal Veneziano Vital do Rêgo (PMDB). O caso envolve irregularidades em licitações na prefeitura de Campina Grande destinadas à locação de ônibus escolares.
No pedido de arquivamento, Veneziano alega não ter nenhuma participação nas irregularidades, uma vez que na condição de prefeito coube apenas fazer a homologação dos certames e assinatura dos contratos, depois de regular processo administrativo.

Ainda segundo Veneziano, as licitações foram requisitadas pelo secretário de educação, Flávio Romero Guimarães, efetuadas no âmbito da secretaria de Administração, cujo titular à época era Constantino Soares Souto e chaceladas por Anna Thereza Chaves Loureiro, da Consultoria Jurídica.

Apesar das explicações, o procurador geral da República, Rodrigo Janot, manteve aberta a investigação, por entender que “há elementos nos autos que indicam o seu possível envolvimento nas ilicitudes apontadas pelo Tribunal de Contas do Estado da Paraíba”. Ele requereu que a prefeitura de Campina Grande envie no prazo de 30 dias cópias dos processos de pagamentos feitos no ano de 2005 em benefício de José Eudes da Silva, da empresa Eudes Turismo.

Também requereu a inquirição de Constantino Soares Souto, então secretário da Administração, Anna Thereza Chaves Loureiro, presidente da CPL, bem como de José Carlos Maciel de Azevedo e José Eudes da Silva.

Com Paraiba.com

Cansados das promessas de Cartaxo, médicos da rede municipal de saúde ameaçam greve após carnaval

Foto:  divulgação

Foto: divulgação

Os médicos da rede municipal de saúde de João Pessoa devem entrar em greve a partir do dia 15. A categoria vai realizar assembleia geral para definir quais setores devem ser atingidos com o movimento. Em princípio, devem ser suspensos os atendimentos eletivos na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e nos Postos de Saúde Familiar (PSF).

Os médicos se queixam da falta de diálogo e de boa vontade do prefeito Luciano Cartaxo para resolver os principais impasses na saúde, entre as quais a melhoria nas condições de trabalho e reajuste salarial.

“Por falta de um Plano de Cargos e Carreiras e Remuneração, os médicos vinculados a Prefeitura se aposentam com pouco mais de dois salários mínimos”, denuncia o presidente do sindicato dos Médicos da Paraíba.

Tarcísio Campos ainda responsabiliza a administração do prefeito Cartaxo de provocar os caos na saúde. “Falta de médicos a remédios nas Upas”, denuncia.

Campos lamenta ainda o cansaço dos profissionais em esperar por uma decisão do prefeito de João Pessoa. “Ele (Cartaxo) simplesmente não atende e o processo de negociações que estava em andamento parou há tempo”, desabafa.

O presidente do Simed-PB lembra que em setembro do ano passado os médicos paralisaram por dois dias suas atividades como sinal de advertência pelos mesmos motivos. “Apesar das promessas nada foi resolvido”.

Com Clickpb

João Azevedo acusa Cartaxo de abandonar periferia da Capital, desprezar turismo e investir apenas na Comunicação

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Pré-candidato do PSB a sucessão municipal, em outubro próximo, João Azevedo não tem dúvidas de que o atual prefeito, Luciano Cartaxo (PSD), abandonou a periferia de João Pessoa e priorizou gastos com comunicação para compensar o desgaste da imagem de sua gestão. Azevedo disse que a prova maior do abandono são as denúncias e queixas registradas nas plenárias que vem fazendo nos bairros pessoenses para ouvir a população.

Segundo o socialista, além da periferia, Cartaxo “deixou de lado” também a área de turismo, cortando investimentos e inibindo o crescimento da indústria que mais se desenvolve no mundo. “A própria população se queixa que a periferia está abandonada. Depois, não se tem sequer um secretário de Turismo, mas a Prefeitura investiu R$ 34 milhões em Comunicação”, disparou.

Azevedo ocupa atualmente a Secretaria Estadual da Infraestrutura, mas deve entregar o cargo em março, antes do prazo final previsto para junho, para se dedicar à campanha eleitoral. Ele garante que, se vencer as eleições, fará parcerias com o Governo do Estado para “João Pessoa voltar a se desenvolver”.

Netinho ignora Câmara Municipal de Santa Rita e não comparece à sessão de abertura dos trabalhos

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O prefeito de Santa Rita, Severino Alves Barbosa, o Netinho de Várzea Nova (PR), não compareceu à sessão da Câmara Municipal, desta terça-feira (02), para ler a Mensagem – de praxe – do Poder Executivo ao Legislativo, na reabertura dos trabalhos da Casa.

Ele foi convidado pela mesa diretora da Casa, mas ignorou a solenidade, não se fez presente e nem mandou representante.

Para o presidente da Câmara, vereador Anésio Miranda (PSB), o gesto do prefeito só concorre para acirrar, ainda mais, as dificuldades de relacionamento que ele mantém com os representantes da população de Santa Rita, não apenas no que toca ao Legislativo, mas, também, aos movimentos da sociedade civil organizada,.

“Além de constituir flagrante e grotesco desrespeito ao princípio constitucional que preconiza a harmonia entre os Poderes”, completou.

LOA

Segundo Anésio Miranda, a Câmara fez esforço concentrado, entre o final do ano passado e janeiro deste, para debater a Lei Orçamentária Anual (LOA) 2016, que, devidamente aprovada, retornou ao chefe do Executivo municipal, para sanção, com direito a vetos, mas, até agora, encontra-se na forma como saiu da Casa.

Passados os primeiros 15 dias de retorno à Prefeitura, caso o prefeito não se manifeste a respeito da sanção da matéria, de acordo com Anésio Miranda, a peça orçamentária deverá ser promulgada pela Câmara de Vereadores, cumprindo-se ao que prevê o Regimento Interno (RI) do poder Legislativo, como forma de resguardar o interesse públicos e os direitos da população.

Com MaisPB