Cartaxo “segura” CPI na Câmara, mas MPF deve acionar Polícia Federal para investigar desvio de recursos nas obras da Lagoa

Imagem da Internet

Imagem da Internet

O prefeito Luciano Cartaxo (PSD) conseguiu, até agora, “segurar” o processo de instalação da CPI solicitada pela Oposição para investigar denúncias de desvio de recursos públicos nas obras da Lagoa, do Parque Solon de Lucena. Mas, o esforço pode ter sido em vão. Além de um Mandado de Segurança com pedido de liminar em favor da CPI, que deve ser julgado nos próximos dias, o prefeito deve enfrentar investigação da Polícia Federal, acionada pelo Ministério Público Federal.

Relatório da Controladoria Geral da União aponta desvio de uma soma superior a R$ 9 milhões nas obras. Os recursos são, em sua maioria, federais, oriundos de convênio entre o Governo Federal e a Prefeitura de João Pessoa. O Ministério Público Federal entrou no caso por provocação da bancada de Oposição, com base no relatório da CGU. Entrevistado pela Rádio Tabajara nesta terça-feira, o procurador federal Yordan Moreira Delgado explicou que o MPF abrirá um processo administrativo para constatar ou não as irregularidades e a Polícia Federal se encarregará da parte criminal.

O procurador disse que não pode adiantar muita coisa agora, mas lembrou que o relatório da CGU aponta sobrepreço nos valores pagos por serviços executados nas obras da Lagoa. “Está claro, e já foi divulgado, que a Controladoria Geral da União verificou que houve sobrepreço”, sustentou.

Sobrepreço significa superfaturamento, como insistem os vereadores oposicionistas. A Constatação da CGU, além de combustível para as investigações do MPF e da PF, talvez seja o caminho para desvendar também o mistério do “desaparecimento” das 200 mil toneladas de lixo que a Prefeitura de João Pessoa garante ter retirado das obras da Lagoa. Uma coisa é certa: não será por falta de CPI que as denúncias deixarão de ser apuradas.

Desta vez, o lixo não será jogado para debaixo do tapete.

Cássio demonstra indignação com dirigente da Contag e diz que não se intimidará com ameaças

Imagem da Internet

Imagem da Internet

Brasília – O líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), afirmou que a ameaça do secretário de finanças e administração da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Aristides Santos, em que o militante defendeu a invasão das terras pertencentes aos parlamentares favoráveis ao impedimento de Dilma Rousseff, é uma tentativa de destruir a democracia.

Santos fez a declaração durante um ato no Palácio do Planalto oficialmente destinado à regularização de terras de quilombolas e à reforma agrária.

‘Não vão nos intimidar”

O senador tucano destacou o fato de a ameaça ter sido feita em um evento do governo federal. “O governo já destruiu uma das pilastras mais importantes conquistadas pelo Brasil, que foi a estabilidade econômica e o equilíbrio fiscal do país, e agora quer destruir outra conquista do povo brasileiro, que é a democracia, o respeito às divergências, com todo esse processo de incitamento à violência a partir do próprio Palácio do Planalto. Como se não bastasse ter destruído a economia do Brasil, que foi uma conquista do Plano Real, eles agora tentam destruir a própria democracia com esse processo vão de intimidação. Só que eles não vão nos intimidar, não vão ganhar no grito”, destacou o parlamentar.

Durante o evento no Palácio do Planalto, o secretário da Contag afirmou que “a forma de enfrentar a bancada da bala contra o golpe é ocupar as propriedades deles ainda lá nas bases, lá no campo. E é a Contag, é os movimentos sociais do campo que vão fazer isso. Ontem dizíamos na passeata: vamos ocupar os gabinetes, mas também as fazendas deles. Porque se eles são capazes de incomodar um ministro do Supremo Tribunal Federal, nós vamos incomodar também as casas, as fazendas e as propriedades deles”.

O discurso levou o líder da Oposição na Câmara, o deputado federal Miguel Haddad (PSDB-SP), a anunciar uma representação contra Aristides Santos por incitação à violência. O tucano também criticou o fato de o Palácio do Planalto estar sendo transformado em palanque para os defensores do governo Dilma.

Com Assessoria

Assembleia Legislativa aprecia 72 matérias e CPI da Telefonia entrega relatório ao presidente Adriano Galdino

Imagem da Internet

Imagem da Internet

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou 72 matérias na sessão realizada desta terça-feira (5) . Além de projetos de lei, os deputados apreciaram projetos de resolução e 68 requerimentos. Durante a sessão, o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Telefonia Móvel, deputado João Gonçalves, entregou o relatório elaborado na 1ª fase da CPI ao deputado Frei Anastácio, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Casa.

O presidente da Assembleia, Adriano Galdino, elogiou o trabalho que vem sendo realizado pela CPI da Telefonia e acrescentou que desde seu início a comissão tem incomodado a todo o setor de telefonia do país. “Tem muita coisa de podre acontecendo nessa questão de telefonia no Brasil por conta das preocupações do setor com essa CPI, que é a única no Brasil, todas as demais pararam, cederam às pressões do setor”, declarou Adriano.

Já o deputado João Gonçalves usou a tribuna para ressaltar que a CPI da Telefonia da Assembleia é a única do país que permanece em atividade. João Gonçalves disse que os integrantes da comissão não têm se conformado com o que vem sendo apresentado pelas operadoras e elogiou o desempenho do relator, o deputado Bosco Carneiro. “Bosco tem estudado e procurado, com todos os recursos, fazer uma assessoria à luz do direito para que esses mandatários que vêm de Brasília possam sair com a impressão que aqui nesta Casa temos uma CPI séria”, afirmou o presidente.

O deputado Frei Anastácio parabenizou o empenho de todos os integrantes da CPI da Telefonia. “Foi uma comissão que funcionou e muito bem. A comissão está de parabéns. Pegou a questão da telefonia móvel e trabalhou tecnicamente e de fato trazendo conteúdo para a população da Paraíba”, ressaltou o presidente da Comissão de Direitos Humanos, Frei Anastácio.

Para o relator da CPI, Bosco Carneiro, a entrega do relatório ao presidente da Comissão de Direitos Humanos, Frei Anastácio, é feita com a convicção de que, no âmbito dos direitos humanos, o parlamentar desempenhará um bom trabalho. “Esse relatório da primeira fase foi concluído. Nós estamos agora na segunda fase e investigando banda larga, telefonia fixa e TV por assinatura. É um assunto que interessa muito aos direitos das minorias, pois envolve a inclusão digital que hoje é inclusão social e nesta segunda fase um dos objetos de investigação é a universalização dos serviços de telefonia”, disse Bosco.

As matérias aprovadas seguem agora para serem apreciadas pelo governador do Estado.

Com Assessoria

Cartaxo volta a negar reajuste aos servidores da Educação e mantém 65 mil estudantes sem aula

Imagem da Internet

Imagem da Internet

Na solenidade de posse coletiva dos novos auxiliares, nesta terça-feira, no Paço Municipal, o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) negou novamente qualquer tipo de reajuste salarial aos servidores municipais e disse que só poderá pensar no assunto após o fim da crise econômica, sem data prevista. A declaração foi uma resposta aos trabalhadores em Educação, que deflagraram o movimento ontem (segunda-feira) em busca de melhorias salariais.

Professores e funcionários querem 11,36% de reajuste, percentual de acréscimo registrado no repasse do Fundeb. O prefeito já avisou que adotará o “percentual zero” de aumento para todos os servidores municipais. Além da Educação, em outras áreas como Saúde os servidores também ameaçam paralisar suas atividades.

A greve na Educação deixou 65 mil alunos sem aula na Capital paraibana.

Diretor do CRM detona Trauminha: “Deveria estar fechado. Não tem condições de funcionar”

Imagem da Internet

Imagem da Internet

O diretor de Fiscalização do Conselho Regional de Medicina da Paraíba, João Alberto, afirmou na manhã desta terça-feira, na sede do órgão, que o Complexo Hospitalar Tarcísio de Miranda Burity, o “Trauminha de Mangabeira”, não tem as mínimas condições de funcionamento, carecendo até de medidas higiênicas para que médicos e funcionários possam exercer suas funções adequadamente. Em coletiva, João Alberto adiantou que vai denunciar a situação ao Ministério Público para que sejam adotadas as medidas jurídicas cabíveis.

Segundo o dirigente do CRM, até baratas foram encontradas nas dependências do hospital, localizado em Mangabeira, colocando em risco a saúde de médicos, funcionários e pacientes. “Alguns setores (do hospital) deveriam estar interditados. Não faremos isso para não dificultar ainda mais o atendimento à população”, explicou.

A Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa também já atestou, através de visita, diversas irregularidades no Trauminha. A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados chegou a fazer relatório apontando uma série de irregularidades no Sistema de Saúde Público de João Pessoa.

Nabor cobra implantação de Unidades de Polícia Solidária para reforçar segurança em Patos

Imagem da Internet

Imagem da Internet

O deputado Nabor Wanderley (PMDB) solicitou ao governador Ricardo Coutinho (PSB), na manhã desta terça-feira, a implantação de duas Unidades de Polícia Solidária (UPS) na cidade de Patos, sua principal base eleitoral, no Sertão paraibano. Segundo ele, apesar de a Polícia Militar vir combatendo de forma efetiva a violência em Patos, resolvendo 95% dos crimes registrados, há necessidade de ampliação do aparato policial para garantir mais tranquilidade à população.

“Quanto mais policiais tivermos, melhor para a população. E as Unidades de Polícia Solidária garantem maior segurança à população, que se sente mais protegida. Esperamos que nosso pedido seja atendido”, afirmou Nabor Wanderley.

João Pessoa, Campina Grande e outras cidades paraibanas já receberam UPSs, instrumento que vem garantindo maior combate à violência e à criminalidade.

MPF inicia investigação de denúncia de desvio de recursos públicos nas obras da Lagoa

Imagem da Internet

Imagem da Internet

A Assessoria de Comunicação do Ministério Público Federal (MPF) na Paraíba revelou, nesta segunda-feira (4), que o procurador da República Yordan Delgado já iniciou as investigações sobre a denúncia da Controladoria Geral da União (CGU), que sugere um desvio de quase R$ 10 milhões das obras de revitalização do Parque Solon de Lucena – Lagoa.

Quase a totalidade dos recursos para a obra da Lagoa é advinda do Governo Federal e, segundo a CGU, teria sido desviada pela Prefeitura de João Pessoa. O relatório da CGU chegou ao Ministério Público Federal (MPF) na Paraíba para instauração de inquérito.

“Conforme o procurador Yordan Delgado, o procedimento que investiga da denúncia de supostas irregularidades nas obras da Lagoa Solon de Lucena está na fase inicial, tendo já sido analisado o relatório da Controladoria Geral da União, que integra os autos. O procurador adiantou que serão tomadas medidas investigativas que, por enquanto, não podem ser anunciadas”, informou ao Paraíba Já a Assessoria de Comunicação do MPF.

CPI da Lagoa

O suposto desvio de recursos das obras da Lagoa também dever ser investigado pela Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP). No mês passado, dez vereadores protocolaram o pedido de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apuara as denúncias da CGU.

A CPI da Lagoa, como está sendo chamada, aguarda parecer da Procuradoria Judicia da CMJP para ser instalada. Na semana passada, a bancada de oposição ao prefeito Luciano Cartaxo (PSD) entrou com um mandado de segurança na Justiça para evitar que o pedido de instalação da CPI seja arquivado.

Com Paraíbajá

Prefeito “do diálogo” se nega a receber engenheiros e acaba com piso salarial da categoria

Imagem da Internet

Imagem da Internet

Luciano Cartaxo (PSD), que se autointitula “prefeito do diálogo” acaba de adicionar mais um feito em sua volumosa biografia. Na manhã desta quinta-feira, a Câmara Municipal aprovou projeto de Cartaxo que prevê mudanças na remuneração dos engenheiros. O projeto institui o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração da categoria, mas o que seria motivo de comemoração, foi transformado em tristeza.

O PCCR aprovado pelos vereadores da bancada do prefeito revoga as leis 7.165/92 e 8.137/98, que garantiam, até agora, o piso equivalente a onze salários mínimos pago aos engenheiros da Prefeitura de João Pessoa. A Oposição bem que tentou impedir a mudança. O vereador Lucas de Brito apresentou emenda corrigindo distorções elencadas pelos profissionais, mas a proposta foi rejeitada pela maioria governista.

Presidente do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA), Gilgécia Figueiredo disse que a categoria tentou dialogar com a PMJP. Chegou a pedir audiência, sem sucesso, ao secretário de Planejamento, Zenedh Bezerra. “Tentamos uma reunião com o secretário de Planejamento, mas encontramos uma gestão totalmente fechada para qualquer tipo de negociação. esse projeto retira a conquista do piso salarial da categoria, uma decisão tomada sem antes conversar com as entidades e a própria categoria”, lamentou.

Golcélia alega que fora aprovada uma tabela salarial diferente dos direitos adquiridos pelos engenheiros. O piso ca categoria é de onze salários mínimos, mas, de acordo com o novo texto aprovado, o salário mínimo de 2013 será referência para o piso.

Diante da situação, os engenheiros estudam recorrer à Justiça. E não escondem a decepção com a postura do “prefeito do diálogo”.

Vice-prefeito critica Luciano Cartaxo por escolher empresário para comandar Secom de

Imagem da Internet

Imagem da Internet

Ignorado mais uma vez pelo prefeito Luciano Cartaxo (PSD) a mais recente reforma administrativa, o vice-prefeito Nonato Bandeira, presidente do PPS na Paraíba, criticou a nomeação do empresário Diego Tavares para a Secretaria Municipal de Comunicação. Bandeira evitou avaliar a reforma, mas fez questão de falar sobre a escolha do novo titular da Secom.

“É uma prerrogativa dele (de Cartaxo) como gestor nomear e exonerar para os cargos políticos. Não precisa consultar vice-prefeito. Vou opinar sobre a Comunicação, que é a minha área. Quero parabenizar a escolha de Eduardo Carneiro para secretário adjunto. É um grande nome. Mas, não colocaria na secretaria executiva um nome que não fosse profissional da área de comunicação”, afirmou Bandeira, acrescentando que a escolha seria o mesmo que colocar um jornalista (ele, por exemplo) na Procuradoria Municipal.

Nonato Bandeira disse que não foi consultado nem muito menos comunicado sobre a reforma administrativa do prefeito. “Soube através da Imprensa”, explicou, durante entrevista ao Sistema Correio de Comunicação.

Cartaxo surpreende mais uma vez e nomeia empresário para comandar a Secretaria de Comunicação

O empresário Diego Tavares será o novo secretário de Comunicação Social da Prefeitura de João Pessoa. O nome foi confirmado na tarde desta segunda-feira pelo prefeito Luciano Cartaxo (PSD). Diego é filho do ex-deputado federal Edme Tavares e foi considerado uma surpresa na reforma da equipe anunciada por Cartaxo. Não por falta de experiência. Diego já ocupou cargos no Governo do Estado e na própria PMJP. Mas, pela pasta que o jovem empresário ocupará.

Veja abaixo a relação dos novos secretários:

Secretaria da Gestão Governamental e Articulação Política
Zennedy Bezerra

Secretaria do Planejamento
Daniella Bandeira

Secretaria Chefe do Gabinete do Prefeito
Hildevânio Macêdo

Secretaria de Comunicação
Diego Tavares
Adjunto: Eduardo Carneiro

Secretaria Executiva do Orçamento Participativo
Roberto Ivens Martinho Barbosa Filho

Secretaria do Desenvolvimento Urbano
Nilton Marinho Coelho Vaulene Rodrigues

Secretaria do Meio Ambiente
Abelardo Jurema Neto
Adjubto: Djalma Pereira de Castro Filho

Secretaria do Turismo
Secretário: Fernando Milanez

Secretaria de Defesa do Consumidor (Procon)
Secretário: Marcos Santos
Adjunto: Ricardo Holanda

Instituto de Previdência do Município (IPM)
Secretário: Moacir do Carmo Tenório Júnior

Secretaria da Infraestrutura (Seinfra)
Adjunto: Expedito Leite

Secretaria de Habitação Social (Semhab)
Adjunto: José Bezerra Pontes Filho

Secretaria do Trabalho, Produção e Renda (Setrab)
Adjunto: Paulo Roberto Fernandes Vieira

Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres (SEPPM)
Adjunta: Vera Maria Nóbrega de Lucena

Secretaria das Finanças (Sefin)
Adjunto: Ellan Ferreira de Miranda

Secretaria da Receita (Serem)
Adjunta; Raquel Lessandra Oliveira de Sousa