Prefeitura de João Pessoa paga folha de maio aos servidores nos próximos dias 29 e 31

A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por meio da Secretaria de Administração (Sead), realiza o pagamento dos salários dos servidores, referentes ao mês de maio, nas próximas quarta (29) e sexta-feira (31). O pagamento não ocorre em dias seguidos em virtude do feriado de Corpus Christi, celebrado na quinta-feira (30).

A tabela de pagamentos foi liberada pelo secretário de Administração, Roberto Wagner Mariz Queiroga. De acordo com o calendário, a Prefeitura paga primeiro aos aposentados e pensionistas do Instituto Previdenciário Municipal (IPM), na quarta-feira (29). Já na sexta, recebem os salários os servidores da ativa lotados nas secretarias, autarquias e órgãos da administração direta e indireta da PMJP.

Os pagamentos são feitos através das agências do Banco do Brasil e efetuados sempre dentro do mês trabalhado. Roberto Wagner relembra que esta ação faz parte da política de valorização do servidor público municipal implementada pelo prefeito Luciano Cartaxo.

Secom/JP

 

Governo do Estado antecipa para sábado a última audiência pública do Orçamento Democrático

A última Audiência Regional do Orçamento Democrático Estadual, prevista para acontecer no dia 8 de junho, na cidade de Itaporanga (7ª Região Geoadministrativa), será antecipada para o próximo sábado (1), devido a alterações na agenda do governador Ricardo Coutinho. A plenária acontece a partir das 19 h, no Ginásio de Esporte “O Madrugão”, localizado no bairro Xique-Xique.

A 7ª Região é composta por 18 municípios: Aguiar, Boa Ventura, Conceição, Coremas, Curral Velho, Diamante, Ibiara, Igaracy, Itaporanga, Nova Olinda, Olho D´Água, Pedra Branca, Piancó, Santa Inês, Santana de Mangueira, Santana dos Garrotes, São José de Caiana e Serra Grande.

A audiência na cidade de Itaporanga encerra a primeira etapa do Ciclo 2013 do Orçamento Democrático, que realizou 16 encontros regionais em todo o Estado.

Secom

Tese de rompimento parece sepultada; Dúvida agora é saber se Ricardo aceitará Cícero Lucena em sua chapa

Ricardo consolida aliança com Cássio, mas quer evitar Cícero (Foto da Internet)

Ricardo consolida aliança com Cássio, mas quer evitar Cícero (Foto da Internet)

A posse do experiente Franklin Araújo na presidência da PBGás, ocorrida na manhã de hoje, parece ter enterrado de vez a tese de rompimento entre o governador Ricardo Coutinho (PSB) e o senador Cássio Cunha Lima (PSDB). Se, depois disso, a oposição continuar insistindo, corre o risco de “nadar e morrer na praia”.

É uma situação que nos remete a outro velho e conhecido adágio popular: “Errar é humano, insistir no erro é burrice”. Portanto, será muita burrice dos oposicionistas manterem, a partir desta data, o sonho de comprometimento da aliança entre PSB e PSDB, celebrada nas eleições de 2010.

Superada essa fase, a dúvida que resta agora é se Ricardo aceitará a última condição imposta por Cássio: ceder a vaga de senador para Cícero Lucena (PSDB) em troca de apoio à sua reeleição. Aliás, seria mais um apelo do que uma condição. O próprio Cícero já admitiu publicamente a possibilidade de composição.

Mas, ao ser abordado em relação ao assunto, durante a solenidade de posse, o governador “saiu de fininho”, alegando que caberia ao tucano responder sobre o possível apoio ao seu projeto de reeleição. Sobre a vaga em sua chapa, Ricardo disse que não é hora para tratar das eleições de 2014. Ou seja, pelo menos agora não quer nem ouvir falar em dividir palanque com o senador, que ainda responde a processos da “Confraria”. É como se o governador estivesse com medo de “manchar” a chapa majoritária da coligação, dando de mão beijada o discurso de campanha que a oposição tanto procura.

Se Cássio quiser facilitar a indicação de nomes para as duas vagas (vice e senador), terá que buscar outra alternativa. A mais cotada, até o presente, é deslocar Rômulo Gouveia para disputar o Senado e Ronaldinho Cunha Lima para a vice. Seria o sonho de consumo do “Gordinho”, mas pode se transformar num pasadelo para Cássio. Se for eleito, Ronaldo não poderá assumir o Governo do Estado nenhuma vez. Dizem os experts no assunto (juristas) que isso tornaria o irmão inelegível para disputar a sucessão de 2018.

 

 

 

 

Cícero Lucena já admite compor com Ricardo Coutinho em troca da vaga para o Senado em 2014

Como o blog antecipou, o senador Cícero Lucena (PSDB) está doidinho, desesperado, para viabilizar sua reeleição em 2014. Está naquele estágio do “fazemos qualquer negócio”. Por isso, já admite até compor a chapa encabeçada pelo governador Ricardo Coutinho (PSB), caso o PSDB decida manter a aliança celebrada com o PSB  em 2010.

Na entrevista que deu a uma emissora de rádio, ontem, Cícero não deixa dúvidas sobre seu propósito ao defender a candidatura de Cássio Cunha Lima ao Governo do Estado. Tanto que avisou: não colocará obstáculos, se a maioria do PSDB decidir pelo apoio ao socialista. “Assim como defendo a candidatura de Cássio, não serei radical caso essa minha tese seja derrotada”, garantiu o tucano.

Esqueceu apenas de acrescentar: “Desde que meu nome conste na chapa como candidato ao Senado”. Caso contrário…

Cícero Lucena: sem radicalismo, mas com interesse próprio (Fota da Internet)

Cícero: sem radicalismo, mas com interesse próprio (Foto da Internet)

Braga tem aliados demitidos do Estado, mas não deixa claro se vai para a oposição

O deputado e ex-governador Wilson Braga (PEN) teve apadrinhados demitidos do Governo do Estado. A “canetada” foi divulgada na edição de hoje do Diário Oficlal e confirmada pelo próprio parlamentar em plenário. “O Governo demitiu meus aliados, incluindo os filhos de Fábio Arruda”, disse Braga, com ar triste, referindo-se ao ex-prefeito do município de Boa Ventura.

Braga contou que teve uma conversa, antes das demissões, com o líder do governo, deputado Hervázio Bezerra (PSDB), a quem confidenciou que não teria problema em fazer parte da bancada de sustentação do governador Ricardo Coutinho (PSB), desde que não fosse forçado a votar a favor de matérias contrárias ao interesse do funcionalismo público.

“Não tenho como votar contra o servidor público. Expliquei isso a ele (Hervázio), mas parece que o Governo não aceitou”, afirmou Braga.

Apesar das perdas, Braga não falou em reforçar a bancada de oposição na Casa de Epitácio Pessoa. Também não disse se continuará votando a favor das matérias do Governo. O jeito é esperar pelo primeiro teste em plenário.

Braga não disse se vai para a oposição (Foto da Internet)

Braga não disse se vai para a oposição (Foto da Internet)

 

 

Projeto de Cássio prevê aprovação prévia de projeto para liberação de grandes obras

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB/PB) apresentou nesta quarta-feira (22) um Projeto de Lei (PL) que obriga a aprovação pela autoridade competente de um projeto executivo antes do início de obras com valor estimado igual ou superior a R$ 100 milhões. De acordo com a Lei Geral de Licitações e Contratos, o projeto executivo é um conjunto de elementos necessários e suficientes para a execução completa da obra, segundo as normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas e Técnicas.

“Um dos grandes problemas dos contratos de obra pública no Brasil é a falta de planejamento e a forma atropelada como são conduzidos os processos licitatórios”, disse o senador em sua justificativa para o PL.

Atualmente, exigem-se apenas os projetos básicos para obras e serviços de engenharia. Muitos deles, não têm um grau de detalhamento suficiente que permitam aos licitantes executar custos e prazos com segurança. Isso provoca subjetivismo e aumenta a possibilidade de celebração de aditivos, que oneram a obra.

“Se já existisse legislação neste sentido, por exemplo, a transposição do Rio São Francisco, que beneficiará milhões de nordestinos, já estaria concluída. A falta de um projeto executivo foi o motivo do atraso e do gasto excessivo com as construções”, disse o senador Cássio. O PL altera o artigo 7º da Lei de Licitações 8.666, de 21 de junho de 1993.

Assessoria do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)

Foto: Jaciara Aires

 

 

TCE rejeita prestação de contas de 2011 e manda ex-prefeito devolver R$ 68 mil ao Fundeb

Fábio Nogueira preside o Tribunal de Contas do Estado (Foto da Internet)

Fábio Nogueira preside o Tribunal de Contas (Foto da Internet)

O Tribunal de Contas da Paraíba, reunido nesta quarta-feira (22), emitiu parecer contrário à aprovação as contas de 2011 do ex-prefeito de Lastro José Vivaldo Diniz por irregularidades que incluíram aplicações em Remuneração e Valorização do Magistério (RVM) abaixo do limite mínimo constitucional. Decidiu, ainda, que seja restituída à conta do Fundeb a importância de R$ 68 mil com recursos provenientes de outras fontes de receita do município, isto é, sem desembolso pessoal do gestor, conforme voto do conselheiro André Carlo Torres Pontes, relator do processo.

Tiveram suas contas aprovadas os ex-prefeitos de Boqueirão (Carlos José Castro Marques, exercício de 2011) e Olivedos (Josimar Gonçalves Costa, 2009). Também, as Câmaras Municipais de São João do Rio do Peixe, Cabedelo, Queimadas e Riacho de Santo Antonio, referentes ao exercício de 2011.

Duas outras Câmaras Municipais, as de Cachoeira dos Índios e Bom Jesus, tiveram as contas de 2011 desaprovadas em decorrência da remuneração indevidamente recebida pelos vereadores, no primeiro caso, por sessões extraordinárias realizadas no decorrer do exercício.

Em grau de recurso, o TCE manteve, por maioria, o julgamento irregular (pela 1ª Câmara Deliberativa) da inexigibilidade de licitação nº 04/2005 e do consequente termo de parceria celebrado pela Secretaria de Saúde de João Pessoa com a Oscip Ibrai para a instalação de usinas de oxigênio e gás medicinal na rede hospitalar do município. À então secretária Roseana Maria Barbosa Meira foi aplicada a multa de R$ 2.805,10. Os processos constantes da pauta de julgamentos desta quarta-feira corresponderam à movimentação de recursos públicos superiores a R$ 772 mil.

Conduzida pelo presidente Fábio Nogueira, a sessão plenária teve as participações dos conselheiros Umberto Porto, Arnóbio Viana, Nominando Diniz, Fernando Catão e Arthur Cunha Lima e, ainda, as dos auditores Antonio Cláudio Silva Santos, Antonio Gomes Vieira Filho, Marcos Costa, Oscar Mamede e Renato Sérgio Santiago Melo. O Ministério Público foi representado pela procuradora geral Isabella Barbosa Marinho Falcão.

Ascom- TCE-PB

 

Dunga responde a Ricardo Barbosa: “Melhor ser jumento do que suspensório”

Dunga chamou Ricardo Barbosa de "suspensório" (Foto da Internet)

Dunga chamou Ricardo Barbosa de “suspensório” (Foto da Internet)

A declaração do secretário Ricardo Barbosa, que chamou de jumentos os deputados estaduais paraibanos, continua rendendo. O deputado Carlos Dunga (PTB) usou a tribuna hoje para responder ao auxiliar do governo. “Melhor ser jumento, que é um animal trabalhador, do que ser um suspensório que vive pendurado nos outros”, disparou.

Dunga disse não entender os ataques do secretário, lembrando que os deputados chegaram à Assembleia Legislativa através do voto e da vontade do povo, diferente “daqueles que jamais conseguiram se eleger”. O parlamentar petebista citou ainda que jamais precisou ficar “pendurado no pescoço dos outros, feito suspensório”, para sobreviver.

Os aplausos foram muitos.

Presidente do TCE diz que contratação de atrações para festejos juninos deve seguir Lei das Licitações

Fábio Nogueira

O presidente do Tribunal de Contas da Paraíba, conselheiro Fábio Nogueira, informou que a Corte estará encaminhado expediente aos gestores dos municípios, onde se realizarão festas juninas, alertando-os para o cumprimento das exigências previstas na Lei 8.666, de 21 de junho de 1993, e das Resoluções Normativas 03/2009 e 01/2013 do TCE, quanto à efetuação de despesas para a contratação das atrações para as festividades.

O conselheiro Fábio Nogueira ressaltou que a Lei 8.666, que estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações e locações, deve ser observada, sobretudo no que preceitua o artigo 25: “É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição”.

Nesse artigo 25, está especificado, no inciso III, que a contratação de profissional de qualquer setor artístico, deve se dar diretamente ou através de empresário exclusivo, desde que o artista seja consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública.

A RN – 03/2009 regulamenta os procedimentos a serem adotados para contratação de bandas, grupos musicais, profissionais ou empresas do setor artístico, sujeitos ao exame do Tribunal; enquanto a RN – 01/2013 determina o envio de documentos relativos à realização de festividades. Os gestores, além da obediência a essas normas, segundo o conselheiro Fábio Nogueira, também serão orientados a encaminharem, previamente, a programação dos festejos.

O conselheiro Fábio Nogueira lembrou que muitos dos municípios paraibanos que, tradicionalmente, realizam festividades no mês de junho, decretaram estado de calamidade em razão do prolongado período de estiagem, que vem comprometendo a economia e, consequentemente, o bem estar da população.

De acordo com o presidente do TCE, Fábio Nogueira, essas normas se inspiram nos princípios constitucionais que regem a Administração Pública, “com destaque para os da legalidade, moralidade, economicidade, legitimidade e razoabilidade, a fim de que se evitem os gastos excessivos com contratações e se assegure o equilíbrio das contas públicas”.

Conforme lembrou o conselheiro Fábio Nogueira, a intenção do TCE não é impedir a realização dos festejos, mas um apelo ao bom senso dos gestores quanto à utilização dos recursos públicos. “Há casos em que, pela tradição e pela formatação, o evento resulta em um incremento à economia do município, mas, nem nesses casos deixarão de se analisar todos os demonstrativos financeiros que os gestores se obrigam a encaminhar ao Tribunal”.

Até 30 dias, após o último dia do evento, os gestores estão obrigados a enviar ao Tribunal, documentos comprobatórios das despesas realizadas, com informações sobre certames licitatórios; quadros demonstrativos de convênios e afins e das receitas públicas auferidas com as festividades; e também deverão demonstrar a adequação das receitas e despesas ao Cronograma Mensal de Desembolso e às Metas Bimestrais de Arrecadação.

O gestor que deixar de enviar a documentação, ou descumprir o prazo, poderá arcar com o pagamento de multa no valor de R$ 1.000,00, acrescidos de R$ 100,00 diários, até o limite previsto no artigo 56 da Lei Complementar nº. 18/93 (Lei Orgânica do TCE), no valor de R$ 7.882,17. No caso de descumprimento da RN-03/2009, ou em que não se observar o princípio constitucional da razoabilidade, poderá ser imputada multa, e/ou ressarcimento ao erário, na forma também prevista na LC nº. 18/93.

 

Filiado ao PSDB, irmão de Romero defende PT de Dilma e garante que prefeito não será vice de Ricardo

Moacir Rodrigues anuncia saída do PSDB (Foto da Internet)

Moacir Rodrigues anuncia saída do PSDB e diz que Romero não será vice (Foto da Internet)

O prefeito Romero Rodrigues (PSDB), de Campina Grande, não será candidato a vice-governador na chapa do governador Ricardo Coutinho (PSB). Quem garante é o irmão dele, Moacir Rodrigues, que não só aposta na permanência do prefeito até o final do mandato, como adianta que não ficará no PSDB.

“Sou aliado da presidente Dilma e do PT. Não tenho como permanecer no PSDB, partido que é adversário de Dilma”, disse Rodrigues, sem medo de possíveis reações dos tucanos.

Pré-candidato a deputado federal e atual secretário executivo de Interiorização do Estado, Moacir planeja ajudar o irmão, buscando verbas em Brasília, na administração campinense. “Tenho boas amizades em Brasília e se for eleito deputado federal poderei ajudar muito mais”, prevê.

O irmão de Romero não sabe ainda qual será seu destino partidário, mas está entre PSB e PT. PSDB, nunca mais.

Só não arrisca o futuro partidário de Romero.