Ricardo Coutinho “freia” especulações e garante que Azevedo continua pré-candidato a prefeito do PSB

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Desde que foi lançado, o pré-candidato a prefeito pelo PSB, João Azevedo, vem passando por um processo de “queimação” pelos adversários e por alguns aliados interessados em substituí-lo. As investidas se multiplicaram nos últimos dias, provocando reação do próprio Azevedo, que teria sugerido aos profissionais de imnprensa perguntarem ao governador Ricardo Coutinho sobre o tema. Pois bem, Ricardo falou. Nesta segunda-feira, durante entrega do sistema de abastecimento d’água do Conde, o governador foi bem claro, garantindo a permanência de João como pré-candidato do PSB.

A declaração deu um “freio” nas especulações, que ameaçavam a estabilidade política do projeto socialista na Capital. A alegação dos que pregavam a substituição do pré-candidato era que Azevedo não teria “decolado”, ou seja, conquistado apoio popular suficiente para enfrentar os concorrentes. Os defensores de Azevedo lembram duas situações: primeiro, que a campanha nem começou. Segundo, que se fosse assim Ricardo Coutinho não seria governador.

Dessa, João se livrou.

Suplente de 6 mil votos se prepara para assumir vaga na bancada federal paraibana

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Com apenas 6.552 votos e 25 anos de idade, o jovem André Amaral se prepara para assumir vaga na bancada federal paraibana. O deputado federal Manoel Júnior anunciou nesta segunda-feira que vai se licenciar da Câmara dos Deputados para se dedicar integralmente à campanha eleitoral em João Pessoa, onde disputará a sucessão municipal em outubro próximo pelo PMDB.

Manoel Júnior explicou que teria dificuldades em conciliar os trabalhos legislativos em Brasília com as atividades de campanha em João Pessoa devido à distância entre as duas cidades. Já o suplente André Amaral, terá quatro meses para mostrar trabalho na Capital Federal, buscando recursos para o Estado e apresentando propostas que venham a beneficiar os paraibanos.

Amaral também será o mais jovem integrante da bancada paraibana.

Comissão de Impeachment de Dilma deve ouvir defesa e acusação ainda esta semana

Raimundo Lyra

O futuro presidente da comissão especial do impeachment no Senado, senador Raimundo Lira (PMDB-PB), apresentou nesta segunda-feira (25) a previsão do calendário que deve ser adotado pela comissão. Segundo Lira, durante a Ordem do Dia no plenário da Casa, será feita apenas a eleição formal dos 21 titulares e 21 suplentes que foram indicados pelos seis blocos partidários na semana passada.

O senador adiantou que somente na terça-feira (26), às 10h, a comissão especial se reunirá para a eleição do presidente e do relator. Como senador mais velho da comissão, ele mesmo vai dar início aos trabalhos, mas depois terá que passar para o segundo mais idoso, enquanto é feita a eleição para o cargo de presidente, para o qual ele foi indicado.

Apesar das reclamações de parlamentares aliados da presidente Dilma Rousseff, Raimundo Lira confirmou que Antonio Anastasia (PSDB-MG) deverá ser o relator da comissão, mas admitiu que aliados ao governo poderão apresentar outro nome se quiserem. A decisão será do plenário do colegiado.
O futuro presidente da comissão especial adiantou também que ainda nesta semana os advogados que apresentaram o pedido de impeachment de Dilma – Hélio Bicudo, Janaína Paschoal e Miguel Reale Júnior – serão ouvidos pelos senadores. No dia seguinte, será a vez do ministro da Advocacia-Geral da União, José Eduardo Cardozo, fazer a defesa da presidente.

A expectativa é de que o relatório sobre a admissibilidade do processo no Senado seja apresentado na comissão no dia 8 de maio. Depois disso, haverá prazo de 24 horas para vista dos senadores, um tempo para que eles possam analisar o relatório, antes da votação no dia 9 de maio. Votado na comissão, após 48 horas, no dia 12 de maio, independentemente do resultado, ele segue para análise do plenário da Casa. Nos dois casos a votação será feita por maioria simples. Caso aprovada em plenário a admissibilidade do processo contra a presidente, Dilma é imediatamente afastada do cargo por 180 dias.

“Por ser composta por políticos de mais idade, mais experiência, aqui tradicionalmente é uma Casa mais calma, é um poder moderador da República brasileira. Portanto, eu acredito que todas as reuniões, todo o andar da comissão vai ser feito com divergências, com contraditório, mas em um clima de muita tranquilidade”, avaliou.

Com IG

Cagepa cobra débito de R$ 60 milhões e ameaça cortar água da Prefeitura de Campina Grande

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Com um débito de R$ 60 milhões, a Prefeitura de Campina Grande pode ter o fornecimento de água cortado pela Cagepa se até a próxima quinta-feira negociar a dívida. O presidente da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba, Marcos Vinicius Fernandes Neves, disse que a PMCG, além de dever, não se pronunciou ainda quanto à maneira de negociar o valor em parcelamento. “Outras cidades como Cajazeiras e Patos já resolveram negociar suas dívidas, mas Campina Grande até agora manteve o silêncio. Se até o fim do prazo que demos não houver qualquer sinalização para negociar, teremos que cortar o fornecimento”, avisou o dirigente da empresa.

A Cagepa já havia dado um prazo anteriormente para quitação da dívida, mas a PMCG não levou em conta. O novo prazo, dado pelo presidente da companhia, é definitivo. Se a Prefeitura não pagar ou se dispuser a negociar terá o fornecimento d’água cortado até o pagamento dos R$ 60 milhões que deve.

O presidente da Cagepa foi entrevistado na tarde desta segunda-feira no Sistema Arapuan de Comunicação.

Galdino intensifica pré-campanha e participa de mais uma plenária em Campina nesta segunda-feira

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O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado Adriano Galdino, participa, a partir desta segunda feira (25), de uma série de atividades em João Pessoa e Campina Grande. A agenda do pré-candidato a prefeito da Rainha da Borborema conta principalmente com a participação em plenárias do PSB em bairros da cidade.

Nesta segunda-feira (25), o deputado Adriano Galdino participa da plenária “Fala Campina”, que será realizada no bairro Jardim Borborema, a partir das 19h. Já na quinta-feira, Adriano Galdino participa, a partir das 19h, da plenária do PSB “Fala Campina”, que desta vez será realizada no bairro do Multirão.

E na sexta-feira (29) o deputado participa da Sessão Especial sobre Cultura Popular, proposta pelo deputado Bruno Cunha Lima. O evento acontece na FIEP. Na ocasião serão homenageados os artistas Flávio José, Genival Lacerda e os Três do Nordeste. Ainda na sessão, o cantor Santana recebe o título de cidadão paraibano, concedido pela Assembleia Legislativa da Paraíba. Após a sessão, o presidente Adriano Galdino visita a Fundação Assistencial da Paraíba (FAP) e o condomínio cidade Madura.

FECHANDO O CERCO: MP aciona Justiça para obrigar Cartaxo a executar obras prometidas à população

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O cerco está se fechando. Depois das irregularidades no Trauminha, de Mangabeira, atestadas por visitas do Ministério Público, Conselho Regional de Medicina e Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados, o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) enfrenta agora o mesmo “feitiço” que usou para enganar a população e se eleger. A 2ª Promotoria do Meio Ambiente e Patrimônio Social de João Pessoa ajuizou ação civil pública, no último dia 17, junto ao Tribunal de Justiça, para obrigar a Prefeitura de João Pessoa a executar obras previstas no Orçamento Participativo, um “saco de promessas” criado para causar aos moradores a impressão de que seu bairro e sua rua se transformariam num canteiro de obras.

A ação do MP trata apenas de saneamento e calçamento de ruas, mas nada impede que, nos próximos dias, iniciativas semelhantes envolvam outras obras prometidas e não executadas até agora pela atual gestão. No processo, o promotor João Geraldo Carneiro Barbosa, alega, por exemplo, que nos Conjuntos Glauce Burity, no bairro do Grotão, e no bairro João Paulo II, que apesar da omissão do gestor municipal, ainda são cobradas taxas, licenças e impostos dos moradores. “É negada a toda uma comunidade numa forma reveladora de que os pleitos dos humildes integrantes do município de João Pessoa, mais precisamente do Conjunto Glauce Burity, mais se confundem com um engodo participativo”.

A frase do promotor já diz tudo. O que era para ser uma obra em benefício da população, prometida pelo prefeito no Orçamento Participativo, não passa de um engodo.

De acordo com a ação, as ruas do Glauce Burity (22) e do bairro João Paulo II (04) devem ser equipadas de calçamento, meio-fio, linha d’água, drenagem pluvial e esgotamento sanitário. As obras haviam sido aprovadas nos Orçamentos Participativos de 2012/2013 e 2014. “É importante observar que o mesmo gestor que aprova e autoriza a criação de logradouros e loteamentos é o mesmo que faz sem planejamento e sem observância e obediência ao ordenamento legal urbanístico”.

Na ação, 2ª Promotoria do Meio Ambiente e Patrimônio Social de João Pessoa, afirma que a prefeitura não pode se eximir de suas obrigações sob a alegação de não possuir recursos e lembra que não falta dinheiro público para promover festas e propaganda de Governo e que a ausência dos serviços púbicos provoca a proliferação de doenças, em razão de esgoto a céu aberto.

Segundo o promotor de Justiça João Geraldo Barbosa, várias audiências foram realizadas com a prefeitura na tentativa de dar início às obras. Em fevereiro de 2015, a prefeitura afirmou que o projeto havia sido encaminhado ao Ministério das Cidades para repasse de recursos através da Caixa Econômica Federal; o ministério afirmou, por sua vez, que o calendário do Programa Pró-transporte só permitia que a contratação do convênio ocorresse até 30 de janeiro de 2015.

Na ação civil pública, está prevista multa diária no valor de R$ 10 mil ao prefeito Luciano Cartaxo e de Um milhão para a Prefeitura de João Pessoa, e que o dinheiro seja revertido em favor do Fundo Especial de Proteção aos Interesses Difusos da Paraíba.

No mesmo mês de março, o Ministério Público havia protocolado ação no Tribunal de Justiça obrigando a prefeitura da Capital a calçar 16 ruas no bairro Muçumagro, de um total de 103 ruas não pavimentadas em vários bairros de João Pessoa.

Aos poucos, a máscara de Cartaxo vai caindo e o “leque” de obras prometido se transformando em rosário de queixas da população e das autoridades.

Com informações do Clickpb

EXCLUSIVO: Durval deve liberar CPI da Lagoa, mas bancada de Cartaxo quer presidência e relatoria

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Aliados do prefeito Luciano Cartaxo (PSD) estão prestes a mudar de estratégia para evitar investigações sobre o rumoroso caso do lixo da Lagoa, onde a Controladoria Geral da União apontou desvio superior a R$ 9 milhões nas obras de reforma. Segundo um vereador governista, o presidente Durval Ferreira (PP) deve liberar as quatro CPIs solicitadas, incluindo a da Lagoa, até a próxima semana, diante da pressão que vem sofrendo após a inexplicável demora na notificação da decisão judicial sobre Mandado de Segurança impetrado pela Oposição.

Agora devidamente notificado, o presidente da Câmara Municipal não tem como se esquivar de responder aos questionamentos da Justiça e nem necessidade de se expor ao desgaste maior, mesmo que seja para preservar a gestão do aliado. Fala-se que Durval também não reuniu argumentos regimentais ou jurídicos para mandar arquivar as CPIs. Por isso, teria resolvido pela instalação.

Mas isso não significa que Durval e a bancada do prefeito tenham “jogado a toalha”. Pelo contrário: quanto mais se aproxima o período eleitoral, menos Cartaxo quer ouvir falar em apuração da fedentina que tomou conta das obras da Lagoa. Os aliados do prefeito devem apenas mudar de estratégia. De acordo com o vereador governista, que preferiu não se identificar, a ideia é garantir a relatoria e a presidência das quatro CPIs, três delas direcionadas à investigar a gestão do ex-prefeito da Capital, Ricardo Coutinho (PSB), hoje governador da Paraíba.

A ocupação desses postos-chave daria à bancada de Situação o controle do rumo das CPIs, incluindo a da Lagoa. “Temos maioria folgada e isso nos garantirá, regimentalmente, o direito de indicar relatores e presidentes. Até agora é que a bancada pretende”, afirmou o parlamentar governista.

Além disso, a bancada de Situação contará ainda com a vantagem numérica, não apenas na composição das CPIs, mas também em plenário, por onde os relatórios finais certamente passarão. Daí a confiança dos aliados de Cartaxo na nova estratégia. eles só não descobriram ainda como “abafar” as informações que surgirão ao logo das investigações que, aliás, é bom lembrar, já estão sendo feitas pela Polícia Federal e Ministério Público Federal.

SÍTIO DE ATIBAIA: Força-Tarefa da Lava Jato analisa indícios para denunciar ex-presidente Lula

Foto: Jefferson Coppola/Revista Veja

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São Paulo – A força-tarefa da Operação Lava Jato considera ter elementos para levar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao banco dos réus, acusado de envolvimento com a organização criminosa que corrompeu e lavou dinheiro desviado da Petrobras – independentemente da instância em que será processado. O inquérito sobre a compra e reforma do Sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), será a primeira acusação formal entregue à Justiça.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidirá ainda se Lula pode assumir o cargo de ministro da Casa Civil e se ele será denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), considerando o direito ao foro especial por prerrogativa de função, ou se as acusações poderão ser apresentadas pela Procuradoria, em Curitiba, diretamente ao juiz federal Sérgio Moro – dos processos em primeiro grau da Lava Jato.

Em nota, a defesa do ex-presidente afirma que “é muito grave” que integrantes do Ministério Público antecipem “a pretensão em apresentar denúncia” contra Lula.

Alvo em Curitiba de três frentes de apuração na Lava Jato – as outras duas envolvem o tríplex 164 A, da OAS, no Guarujá, e os pagamentos e repasses para o ex-presidente via sua empresa de palestras, a LILS, e para o Instituto Lula -, a que envolve o sítio de Atibaia é a mais robusta, na avaliação dos investigadores. Os inquéritos estão suspensos depois que ele foi nomeado ministro da Casa Civil pela presidente Dilma Rousseff, no dia 17, e o tema foi levado ao Supremo.

A peça apontará a família do ex-prefeito de Campinas (SP) e amigo de Lula Jacó Bittar (PT) como “laranjas” na ocultação da propriedade, adquirida em 2010 pelo valor declarado de R$ 1,5 milhão. Os registros de escritura em nome dos donos oficiais, um “contrato de gaveta” em nome do ex-presidente e da mulher, Marisa Letícia, encontrado nas buscas e depoimentos dos investigados farão parte da acusação.

O compadre e defensor jurídico do ex-presidente Roberto Teixeira também será citado como parte da operação de formalização do negócio. Oficialmente a propriedade está registrada em nome de um dos filhos de Bittar, Fernando Bittar, e do empresário Jonas Suassuna – ambos sócios do filho de Lula. O registro de compra do imóvel foi realizado pelo escritório de Teixeira.

Com base nas notas fiscais localizadas nas buscas e apreensões, depoimentos colhidos e movimentações bancárias analisadas, a Lava Jato também vinculará os desvios de recursos na Petrobras à reforma executada no sítio e a manutenção de bens referentes a Lula. OAS, Odebrecht e o pecuarista José Carlos Bumlai serão vinculados aos serviços executados, como compensação por obras loteadas pelo cartel.

Em documento enviado ao STF, a defesa de Lula sustenta que o sítio foi comprado pelo amigo Jacó Bittar para convívio das duas famílias, após ele deixar a presidência, em 2011.

Ao Estadão, o defensor de Lula Cristiano Zanin Martins informou que o “MPF tem conhecimento, em virtude de provas documentais, de que o sítio foi comprado com recursos provenientes de Jacó Bittar e de seu sócio Jonas Suassuna; (ii) que Fernando Bittar e Jonas Suassuna custearam, com seu próprio patrimônio, reformas e melhorias no imóvel; (iii) que Fernando Bittar e sua família frequentaram o sítio com a mesma intensidade dos membros da família do ex-Presidente Lula, estes últimos na condição de convidados”.

Com Estadão

Pré-candidato do PT culpa Luciano Cartaxo por alagamentos na Capital: “É resultado de sua má gestão”

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Os problemas causados pelas chuvas do último final de semana em João Pessoa não foram ocasionados pelo volume de água em excesso, mas pela falta de gestão da Prefeitura da Capital. Essa é a opinião do professor Charliton Machado, pré-candidato do PT a prefeito. “O que mais uma vez constatamos foi a incapacidade da gestão municipal de dar resposta ao cotidiano dos moradores”, disse Charliton.

Para o pré-candidato do PT a prefeito de João Pessoa, assim como para centenas de moradores da Capital que ficaram impressionados com o caos que tomou conta da cidade, “a chuva promoveu um verdadeiro desastre e praticamente a cidade parou afundada com problemas no escoamento da água”.

Charliton Machado ressaltou que a área do Parque Solon de Lucena (Lagoa), no centro de João Pessoa, ficou intransitável; e nos bairros, dezenas de ruas atingiram um nível de alagamento que os moradores não tinham como entrar ou sair de suas casas.

“Também me preocupou muito as áreas de risco”, afirmou o pré-candidato, acrescentando que mais uma vez constatou-se a incapacidade da gestão municipal de dar resposta ao cotidiano dos moradores, que por sinal, pagam altos impostos para não terem problemas essenciais do dia a dia resolvidos.

Segundo Charliton Machado, ações como limpeza urbana, calçamento de qualidade, nivelamento correto das avenidas não são realizadas pelo poder executivo municipal com frequência e se acontece é feito de qualquer jeito. “A cidade voltou a ser o caos do passado. É preciso que haja uma mudança radical na forma de pensar a cidade, principalmente repensar a ação da Defesa Civil”, avaliou o professor, lembrando que a chuva é um fenômeno da natureza e a cidade precisa estar pronta para recebê-la.

“Quem mora em João Pessoa sabe os locais que alagam, será que só o prefeito Luciano Cartaxo não sabe? Se não sabe, quer dizer que ele não vive a cidade, não transita pelos bairros. Vou aqui citar apenas três locais: na Av. Epitácio Pessoa temos um grande alagamento perto do Colégio Lourdinas, nos Bancários na Av. Sérgio Guerra perto do Espaço do Ser, e no Centro temos a frente da CBTU”, destacou Charliton Machado, concluindo que falta comprometimento e administração da gestão atual para um trabalho eficaz de prevenção.

Com Clickpb

Cássio defende que PSDB fique fora de um eventual governo de Michel Temer

cassio cargos

O líder do PSDB no Senado e membro da direção executiva da legenda, Senador Cássio Cunha Lima (PSDB), defendeu nesta sexta-feira 22 que nenhum tucano com mandato aceite cargos em um eventual governo do vice-presidente, Michel Temer.

“Eu particularmente acho que o PSDB deve ficar muito longe de qualquer marca ou viés fisiológico”, disse o senador a jornalistas, ao participar do Fórum Empresarial, evento organizado por João Doria que reúne empresários e políticos de oposição em Foz do Iguaçu, no Paraná.

A linha defendida por Cunha Lima segue a dos governadores tucanos Pedro Taques (MT), Beto Richa (PR) e Geraldo Alckmin (SP). Alguns tucanos defendem que quem no partido aceitar um cargo em um possível governo do PMDB se licencie da sigla e se comprometa a não concorrer à Presidência em 2018.

Questionado sobre o caso específico do senador José Serra (PSDB-SP), que pode assumir o ministério da Fazenda, Cunha Lima respondeu: “Se criaria uma nova regra: quem tem mandato não vai para o governo. A partir daí os partidos poderiam sugerir nomes. É o momento de quebrar paradigmas. Não é apenas o PSDB que deveria abdicar de participação no governo. Todos os partidos políticos deveriam fazê-lo. É preciso mudar a lógica da formação de coalizão”.

Com Brasil 247