DEU O TROCO: Coligação de Emerson Panta pede impugnação da candidatura de Zé Paulo em Santa Rita

Imagem da Internet

Imagem da Internet

As eleições majoritárias em Santa Rita, na Grande João Pessoa, tem tudo para ser judicializada. Semana passada, a coligação “Pra Santa Rita Avançar”, encabeçada pelo deputado estadual Zé Paulo (PSB), protocolou na Justiça Eleitoral pedido de impugnação do candidato Emerson Panta, do PSDB, com base nas Lei das Inelegibilidades e na Lei da Ficha Limpa. Na noite desta quarta-feira, foi a vez de Panta dar o troco. A coligação “Frente Pela Reconstrução de Santa Rita”, que apoia a candidatura do médico, pediu a impugnação do candidato socialista.

Os advogados da coligação de Panta garantem que Zé Paulo foi condenado a prisão, em 2009, pela prática do crime de sonegação e fraude fiscal. Alegam ainda que houve falsificação no comprovante de escolaridade do candidato Zé Paulo.

A defesa de Zé Paulo informou que ainda não foi notificada, mas que acredita que não há problemas. “As mesmas denúncias foram feitas nas eleições de 2014 quando Zé Paulo disputou uma vaga na Assembleia Legislativa”.

Com informações do ClickPB

Deputado promove evento para debater transposição, mas não acredita na presença da bancada federal paraibana

Imagem da Internet

Imagem da Internet

O deputado Jeová Campos (PSB) convidou deputados e senadores paraibanos para participar de evento em Cajazeiras, no próximo sábado, para discutir a continuidade do projeto de transposição do Rio São Francisco, obra que pode resolver em definitivo o problema da falta d’água no Nordeste. Presidente da Frente Parlamentar das Águas da Assembleia Legislativa, Campos demonstrou pouca esperança na presença da bancada federal paraibana e insinuou falta de interesse no problema.

O evento foi organizado após a empreiteira Mendes Júnior abandonar a obra, prevista para conclusão até o final de 2016. Segundo Jeová Campos, foram convidados também o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, técnicos do governo federal e do Governo do Estado, além dos parlamentares da Paraíba e de outros Estados do nordeste.

“Estamos falando de um assunto de extrema importância para o Estado e para o Nordeste e esperamos que a classe política paraibana, nossa bancada federal, prestigie. Temos que saber quem vai substituir a Mendes Júnior porque a obra não pode parar”, afirmou Campos.

Coligação nega que Manoel Júnior tenha qualquer pendência com Justiça Eleitoral

Imagem da Internet

Imagem da Internet

A coligação ‘Força da União por João Pessoa’, do prefeito e candidato a reeleição Luciano Cartaxo (PSD), emitiu uma Nota de Esclarecimento, sobre o pedido de impugnação do Ministério Público Eleitoral (MPE) ao registro de candidatura do deputado federal Manoel Júnior (PMDB), candidato a vice na chapa. Segundo a Nota, o peemedebista está em dia com a Justiça Eleitoral e diz que o MPE não observou que ele não possui condenação criminal.

Confira abaixo a Nota na íntegra:

*NOTA DE ESCLARECIMENTO*

Com muita surpresa, tomamos conhecimento de que o Ministério Público Eleitoral ingressou com uma Ação de Impugnação do registro de candidatura do nosso futuro vice-prefeito Manoel Júnior, sob a alegação de uma multa por crime eleitoral.

Na verdade, no pedido de registro de candidatura foram anexadas certidões emitidas pela própria Justiça Eleitoral, atestando que Manoel Junior está quite com a justiça e não sofreu qualquer condenação. O Ministério Público não observou que o candidato a vice-prefeito jamais teve qualquer condenação criminal. A única representação que recebeu foi por propaganda irregular, pela afixação de uma placa publicitária nas eleições de 2014.

O deputado já pagou a multa no valor de R$ 2 mil, meses antes do registro da candidatura. Todas as informações foram encaminhadas ao Ministério Público, como constam os autos do processo. Não há, portanto, qualquer irregularidade no pedido de registro de candidatura de Manoel Júnior, tendo a COLIGAÇÃO A FORÇA DA UNIÃO POR JOÃO PESSOA convicção de que a questão será esclarecida junto com a Justiça Eleitoral. *COLIGAÇÃO A FORÇA DA UNIÃO POR JOÃO PESSOA*

Com Assessoria

TCE aprecia prestações de contas de nove prefeituras na sessão desta quarta-feira

Imagem da Internet

Imagem da Internet

O Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB) julgará, na sessão da manhã desta quarta-feira (24), as contas oriundas de nove Prefeituras e quatro de Câmaras Municipais.

Terão suas contas averiguadas pelo TCE os prefeitos de Pedra Branca (Allan Feliphe Bastos de Sousa), Piancó (Francisco Sales de Lima Lacerda), Picuí (Acácio Araújo Dantas) e Nova Floresta (João Elias da Silveira Neto Azevedo), atinentes ao exercício de 2013.

Também, os de Casserengue (Luis Carlos Francisco dos Santos), Matinhas (Maria de Fátima Silva), Marizópolis (José Vieira da Silva e José Lins Braga, ambos se sucederam no período), Remígio (Melchior Naelson Batista da Silva), Pirpirituba (Rinaldo de Lucena Guedes) e Triunfo (Damísio Mangueira da Silva), relativas, neste caso, a 2014.

As Câmaras de Vereadores com prestações de contas anuais na pauta do TCE são as de Esperança, Belém do Brejo do Cruz, Araruna e Gurinhém, todas referentes ao exercício de 2014.

Com Ascom

MPE ingressa com 162 ações de impugnação de candidaturas na 64ª zona eleitoral em João Pessoa

MPPB

As promotoras eleitorais Silvana de Azevedo Targino (titular) e Gláucia Maria de Carvalho (auxiliar), da 64ª Zona Eleitoral de João Pessoa, ajuizaram 162 Ações de Impugnação de Registro de Candidatura (Airc) de candidatos a vereador da capital. A maioria das impugnações é por falta de documentação (certificados negativos criminais das Justiças Estadual e Federal; escolaridade não comprovada; etc.) ou por não estarem em dia com a Justiça Eleitoral.

Individualmente, os candidatos a vereador apresentam à Justiça Eleitoral o Requerimento de Registro de Candidatura (RRC). Essas informações e documentação é que são analisadas pelos promotores eleitorais.

“As impugnações foram por várias razões, geralmente por falta de documentação”, explica a promotora Silvana Targino, lembrando que, a cada edital de candidatura publicada, o promotor eleitoral tem um prazo de cinco dias para analisar os documentos e ajuizar ou não o pedido de impugnação. “É um trabalho muito intenso. E fizemos a quatro mãos, com a promotora Gláucia Carvalho nos auxiliando”.

A promotora também destaca que, na análise dos Demonstrativos de Regularidade de Atos Partidários (Drap) apresentados pelas agremiações partidárias, foi detectado que alguns partidos não adequaram o percentual de gênero, ou seja: de acordo com a legislação, dentre o número de candidatos a vereador de um partido político, um dos gêneros (homem ou mulher) deve representar pelo menos 30% do total de candidatos dessa legenda.

Além das ações de impugnação de registro de candidatura e da fiscalização do registro de candidaturas, ainda são de competência da promotora Silvana de Azevedo Targino (64ª Zona) a fiscalização dos comitês financeiros; a prestação de contas dos candidatos; e a totalização e diplomação.

Com Assessoria

Partidos disputam eleição de maior bancada na Câmara Municipal de Campina Grande

Os principais partidos de Campina Grande não buscam apenas eleger o prefeito da cidade. O PMDB, o PSDB, o PSB, o PPS, o PSOL e o PEN lançaram candidaturas próprias a prefeito, mas também querem conquistar uma bancada forte na Câmara de Vereadores.

As 23 cadeiras na Casa de Félix Araújo, estão sendo cobiçadas por todas as legendas. Uma disputa tem chamado atenção entre o PSB e o PSDC. Para conseguir eleger o maior número de vereadores o PSB que atualmente conta com dois parlamentares, teve que fazer uma coligação estratégica na proporcional.

O líder do PSB e um dos coordenadores da campanha de Adriano Galdino na coligação “Pra Mudar Campina”, vereador Murilo Galdino disse que a coligação majoritária foi feita com oito partidos e foram feitas três coligações proporcionais.

Ele relatou que o PSB não poderia coligar com partidos com vereadores com mandatos e na proporcional coligou apenas com o PR. O PTdoB e o PSL fizeram uma coligação e existe outra maior que compõe com quatro partidos da base e com o Solidariedade, que é um partido que ficou neutro na majoritária, segundo Murilo Murillo Galdino ainda disse que o PSB pretende aumentar de dois a quatro vereadores na Câmara Municipal de Campina Grande.

Presidente do PSDC: “Nossa bancada de vereadores será a maior de Campina Grande”

O presidente do PSDC de Campina Grande, Ronaldo Menezes, garantiu que o seu partido terá a maior bancada na Casa e potencial para arregimentar votos, mesmo não tendo participado de pleitos anteriores.

A expectativa do PSDC é que quatro vereadores sejam eleitos em Campina Grande e ocupem um cargo na Câmara Municipal da cidade. – Nós temos dois ex-vereadores, tem dois que já assumiram o mandato e tem algo em torno de 15 candidatos que, em eleições passadas, ultrapassaram mil votos. Nós temos esse patamar de candidatos que nos dá essa segurança de que a nossa bancada individualmente será a maior de Campina Grande – assegurou.

Ronaldo revelou que outros partidos desejavam fazer aliança com o PSDC, mas não foi possível porque o partido tinha um grande número de candidatos.

– Quase todos, tanto da oposição, como da situação, buscaram aliança com o PSDC. Queriam apoio na majoritária porque já sabiam do nosso posicionamento de sair sozinho. No caso da aliança que nós participamos do nosso prefeito se entendeu que queria uma boa aliança e alguns partidos conosco, mas houve a negativa da direção do partido e terminou nosso partido saindo sozinho – concluiu.

O PSDB, o PSD e o PMDB, também trabalham para ampliar suas bancadas na Câmara de Vereadores da cidade. O líder do PMDB Olímpio Oliveira garnate que o partido deve eleger entre dois e três vereadores. A expectativa dos tucanos também é conquistar a bancada majoritária.

Com PB Agora

Impasse entre Situação e Oposição leva Galdino a encerrar sessão na Assembleia Legislativa

Imagem da Internet

Imagem da Internet

O impasse criado entre as bancadas de Situação e Oposição em relação à votação do projeto do Governo do Estado que trata de incentivos fiscais à empresas paraibanas levou o presidente Adriano Galdino (PSB) a encerrar a sessão ordinária e adiar a votação da ordem do dia nesta terça-feira. Os governistas queriam a votação do projeto em regime de urgência urgentíssima, de acordo com pedido do Palácio da Redenção, mas os oposicionistas propuseram adiar a votação pelo menos até o final da sessão.

A Oposição alegou que o projeto, da forma como está, vai provocar dificuldades e até o fechamento de muitas pequenas empresas. O líder da bancada, deputado Renato gadelha (PSC), chegou a sugerir que representantes do empresariado fossem ouvidos antes da votação. O projeto prevê a devolução pelas empresas do lucro acima dos 10% de isenção que recebem para um fundo Especial gerido pelo Governo do Estado.

O deputado Gervasio Maia (PSB) rebateu o argumento dos oposicionistas lembrando que a classe empresarial já foi ouvida durante diversas reuniões que tiveram com o Governo do Estado. Maia disse ainda que medida semelhante vem sendo implantada em vários outros estados da Federação. “Aqui, ninguém está escondendo nada porque temos um governo transparente que cumpre suas obrigações”, sustentou.

A bancada de Oposição chegou a deixar o plenário, sob os protestos do líder do governo Hervásio Bezerra (PSB). “Não precisamos dos votos da Oposição. Vamos votar a matéria e quem tiver maioria que vença. Já perdi várias votações aqui de cabeça erguida”, afirmou.

Após receber pedido de obstrução da liderança de Oposição, o presidente Adriano Galdino, visivelmente contrariado, decidiu suspender a ordem do dia e encerrar a sessão. Galdino ha via acertado com os líderes que nas terças-feiras haveria esforço concentrado e os deputados seriam liberados nas quintas para participar das campanhas eleitorais.

CPI DA TELEFONIA: TIM se compromete a investir quase R$ 33 milhões na Paraíba

Imagem da Internet

Imagem da Internet

O presidente Adriano Galdino (PSB) elogiou agora a pouco o trabalho da CPI da Telefonia, que investiga irregularidades no setor de telefonia móvel e banda larga na Paraíba. Galdino lembrou que, dessa vez, “a CPI não terminou em pizza”. O presidente da CPI, João Gonçalves (PDT), agradeceu o apoio recebido da Mesa Diretora da Casa, lembrando que o trabalho da comissão não acaba com o assinatura do Termo de Ajuste de Conduta com a TIM Celular, empresa que se comprometeu a investir na melhoria dos serviços no Estado.

“Em momento algum o presidente Adriano galdino cedeu às pressões ou deixou de dar apoio à CPI. As empresas tentaram judicializar o caso, mas perderam (no Judiciário) aqui e em Brasília. O que queríamos mostrar era a seriedade do trabalho dessa CPI. A partir do cumprimento do que foi acordado, a TIM fica fora do relatório da CPI da Telefonia”, afirmou Gonçalves.

O relator da CPI, Bosco Carneiro (PSL), disse que a TIM se comprometeu a investir pouco mais de R$ 33 milhões até o final dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito, além de implantar o sistema 3G em mais de trinta municípios paraibanos. A empresa também encaminhará à CPI 15 mil cartilhas de orientação ao consumidor. “Mas, o trabalho continua. Esperamos que as outras operadoras também fechem acordo para melhoria do serviço de telecomunicação da Paraíba”, afirmou carneiro.

Sérgio Brasílis, diretor de Relações Institucionais da TIM, agradeceu a oportunidade de expor os investimentos que a empresa vem fazendo e ainda fará na Paraíba. Segundo ele, a TIM está disposta a fazer não só que se comprometeu, mas também o que estiver a seu alcance para melhorar a qualidade dos serviços prestados aos paraibanos. “Até dezembro, a TIM investirá R$ 10 milhões para implantar a tecnologia 3G em 34 municípios paraibanos”, adiantou o dirigente.

O Termo de Ajuste de Conduta foi assinado no plenário da Assembleia Legislativa.

Sergio Brasilies e Felipe Leão, dirigentes da TIM

MAIS UMA: Em decisão unânime, TRE absolve Ricardo Coutinho na chamada Aije Fiscal

Imagem da Internet

Imagem da Internet

O governador Ricardo Coutinho (PSB) foi absolvido em mais uma ação no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba que questionava as eleições estaduais de 2014. O processo havia sido movido pela Coligação do senador Cássio Cunha Lima (PSDB).

A decisão saiu na tarde de ontem, segunda-feira (22). Na ação que envolvia a concessão de incentivos fiscais, na chamada Aije fiscal, ficou comprovado que não houve uso da máquina por parte do socialista.

O voto que faltava era apenas o do juiz federal Emiliano Zapata, que acompanhou o relator pela não configuração do uso da máquina. Zapata havia pedido vistas do processo.

Com o último voto computado, Ricardo Coutinho foi absolvido por unanimidade pela Corte Eleitoral.

Essa é a segunda ação movida pela coligação tucana contra Ricardo Coutinho que é julgada improcedente pelo Tribunal Regional Eleitoral.

Na semana passada o governador também foi absolvido na ação que apurava a concessão de benefícios em favor de policiais. Ainda restam outras oito ações tramitando no TRE que também questionam a eleição de 2014.

Com PBAgora

Juíza nega liminar e TRE deve julgar pedido de inelegibilidade de Flávio Panta em Santa Rita

Imagem da Ingternet

Imagem da Ingternet

A juíza de Natal, Ana Claudia Secundo da Luz e Lemos, indeferiu o pedido de tutela provisória cautelar impetrado pelo candidato a prefeito de Santa Rita, Emerson Panta (PSDB), que tinha o objetivo de suspender os efeitos do processo administrativo disciplinar que culminou com sua demissão por abandono de emprego na Prefeitura da cidade.

O tucano sustentou que o processo feriu o princípio do contraditório e da ampla defesa e reconhece que encontra-se impedido para disputar um mandato eletivo por inelegibilidade por conta de sua demissão.

Em seu despacho a magistrada alega que as provas documentais levantadas pela defesa não são suficientes para assegurar a liminar.

“Verifico que apenas as provas documentais não são suficientes para formar o juízo de verossimilhança necessário à concessão de liminar pretendida pelo autor, devendo transcorrer o fluxo normal do processo, com o contraditório a ele inerente, para ao final, avaliar o direito pleiteado”, sustentou.

No último fim de semana, a coligação ‘Pra Santa Rita Avançar’ protocolou o pedido de impugnação do candidato a prefeito Emerson Panta, sob a alegação de que ele está inelegível por ter sido condenado em processos administrativos, acusado de abandono de emprego nas prefeituras de Natal e João Pessoa.

Para os advogados autores da ação, em razão das condenações, e que, por ter sido demitido em decorrência desses julgamentos, Panta “está inelegível e enquadrado na Lei 64/90 (Lei das Inelegibilidades)”

A petição assinala o “Art. 1º”, que diz: “São inelegíveis: I – para qualquer cargo: (…) o) os que forem demitidos do serviço público em decorrência de processo administrativo ou judicial, pelo prazo de 8 (oito) anos, contado da decisão, salvo se o ato houver sido suspenso ou anulado pelo Poder Judiciário;”.

Decisão sobre Panta

Com Assessoria