Cássio ignora projetos pessoais e perde aliados históricos para articular “Frente” contra Ricardo Coutinho em 2018

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O senador Cássio Cunha Lima conseguiu se transformar num nome nacional, como queria. Lidera a bancada do PSDB no Senado, foi um dos principais responsáveis pelo afastamento da presidente Dilma Roussef e é o mais cotado para suceder o também senador Aécio Neves na presidência do partido tucano. Mesmo com tantas vitórias acumuladas, Cássio não esquece a derrota de 2014, quando se “curvou” à liderança do atual governador, Ricardo Coutinho (PSB). Quatro anos antes, Cássio transformou Ricardo numa liderança estadual, ajudando-o a se eleger governador pela primeira vez, iniciativa que o fez perder aliados históricos e lhe causa arrependimento.

Tanto que, depois de conquistar o espaço que buscava em nível nacional, Cássio elegeu como prioridade tentar reverter ações do passado, incluindo a ajuda que deu para ascensão do ex-aliado socialista. Em 2010, quando resolveu assumir o projeto de Ricardo Coutinho, o ex-governador tucano deixou muitos aliados para trás. Na cabeça, mantinha a ideia fixa de derrotar o atual senador José Maranhão, único político a desbancar seu pai, Ronaldo Cunha Lima, numa convenção partidária. E conseguiu.

Com Maranhão derrotado e Ricardo no poder, Cássio novamente teve que abrir mão de amigos e aliados para preservar o acordo eleitoral fechado com o então governador. Mas, foi por pouco tempo. Em 2014, o senador rompeu e disputou a eleição para o Governo do Estado com Ricardo Coutinho. Perdeu, mas manteve o mandato de senador. Por ironia, conquistado ao lado do ex-aliado. Agora, a situação é outra. Cássio tem que disputar nova eleição. Com um cenário diferente, o tucano começou a articular uma “Frente” contra o atual governador, mesmo tendo que abrir mão de projetos pessoais.

O sonho de consumo de Cássio seria, em tese, derrotar Ricardo numa disputa direta para o Governo do Estado. Coisa impossível, pelo menos por enquanto. Ricardo não pode disputar o Palácio da Redenção em 2018. Depois, a derrota em novo confronto poderia significar o ostracismo para o senador tucano. Ou, no mínimo, a “rendição”. É tudo que Cássio não quer. Tanto que, na aliança com o prefeito Luciano Cartaxo (PSD), ficou implícita a possibilidade do atual prefeito de João Pessoa, caso reeleito, encabeçar a chapa das oposições em 2018. Cássio disputaria, nesse caso, a reeleição.

Como são duas vagas para o Senado, uma seria dele (de Cássio) e a outra de Ricardo, faltando combinar com o eleitorado, claro. Em caso de derrota de Cartaxo em outubro próximo, Cássio ainda teria outra opção para encabeçar uma eventual chapa de oposição: o ex-senador Cícero Lucena.

Seja qual for o cenário, duas coisas estão certas: Cássio não será, pelo menos a preço de hoje, candidato a governador e apoiará um nome que se contraponha ao grupo de Ricardo Coutinho. Além disso, o tucano tentará superar seu principal adversário em número de votos para o Senado Federal.

São somente conjecturas, embora amparadas pelos movimentos dos atores em cena.

Cartaxo torce por lançamento de outro candidato pelo PMDB para indicar vice “de sua confiança”

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O cenário, mais uma vez, favorece ao prefeito Luciano Cartaxo (PSD). Ele conseguiu tirar do páreo o deputado federal Manoel Júnior, único que poderia levar a disputa a um segundo turno. Mais que isso, conquistou o apoio do parlamentar e, de quebra, provocou novo “racha” no PMDB. Diante do quadro, Cartaxo estaria aguardando o PMDB resolver seus problemas internos para voltar a dialogar, certo? Errado.

Cartaxo quer mesmo que o PMDB lance outro nome para substituir Manoel Júnior. Com isso, não teria mais a obrigação de indicar o deputado ou outro nome de sua escolha para a vaga de vice. O prefeito deseja, como companheiro de chapa, alguém de sua “extrema confiança”. Alguém como o ex-secretário Zenedh Bezerra.

Quando Zenedh e Diego Tavares deixaram a equipe de Cartaxo para dedicação exclusiva à campanha, o blog registrou a medida como parte da estratégia de Cartaxo para repetir façanha de Ricardo Coutinho, quando candidato a prefeito, que deu um “drible” nos aliados e impôs o nome de Luciano Agra como vice. Na ocasião, Ricardo ocupava posição privilegiada nas pesquisas, assim com acontece hoje com o atual prefeito.

Não será nenhuma surpresa, portanto, se cartaxo anunciar o nome de Zenedh como “alternativa” para o dilema envolvendo o PMDB. Até porque, quem conhece o senador José Maranhão sabe que, a esta altura do campeonato, dificilmente ele concordará com a decisão de Manoel Júnior.

Se não lançar outro candidato a prefeito, possibilidade mais provável, o PMDB renovará a aliança com o PSB, indicando o vice de Cida Ramos. Essas são as opções.

CPI da Telefonia ouve empresas sobre vendas nos cartões de crédito

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga os danos aos consumidores causados pelas empresas de telefonia celular, telefonia fixa, banda larga e internet móvel realizou nesta sexta-feira (22) uma reunião com o consultor da Cielo, Jefferson Amando, com objetivo de responder aos questionamentos dos deputados sobre as vendas feitas com cartão de crédito pelas operadoras investigadas.

Além do presidente da CPI, deputado João Gonçalves, também participou do encontro o relator da Comissão, Bosco Carneiro, e assessores da empresa. O encontro ocorreu na superintendência do Banco do Brasil. Para João Gonçalves, o encontro serviu para adiantar uma sessão pública que iria ser realizada no mês de agosto, mas a empresa se antecipou em prestar as informações, colaborando com os trabalhos dos parlamentares.

Já o relator Bosco Carneiro garantiu que o encontro permitiu que a Comissão coletasse mais informações sobre o recolhimento de impostos quando há recarga de celular. “As informações prestadas pela diretoria da Cielo no dia de hoje vão ajudar muito nas investigações e elaboração do relatório final dos trabalhos”, resumiu.

O consultor da Cielo, Jefferson Amando, que também já ocupou a vice-presidência da empresa, destacou que a antecipação em prestar informações à CPI se deve ao fato da empresa querer colaborar com os trabalhos da Comissão.

Com Ascom

“Estou pronta para qualquer cenário”, afirma Cida Ramos

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Escolhida pelo PSB para disputar a prefeitura de João Pessoa, a professora Cida Ramos, que figurou, recentemente, como segundo nas pesquisas de intenção de voto divulgadas na Paraíba minimizou, nesta sexta-feira (22), a desistência da postulação do deputado federal Manoel Júnior (PMDB) pela prefeitura de João Pessoa e avisou que está pronta, seja qual for o cenário.

Cida alertou, no entanto, que toda ação tem consequência e que o parlamentar tem o livre arbítrio para escolher o caminho que melhor lhe encaixa.

“Eu penso que cada um sabe fazer suas escolhas e suas consequências. Cada um é livre para escolher o caminho que quiser. Estou muito tranquila e qualquer decisão que tenha não terá impacto na minha campanha. Na política a gente espera tudo. Eu posso dizer que eu estou pronta para qualquer cenário”, arrematou.

Com PBAgora

Adriana Andrade desiste de concorrer à reeleição pela prefeitura de Pilões

Adriana Andrade

A prefeita da cidade de Pilões, Adriana Andrade, confirmou, durante entrevista à imprensa, ainda na tarde de ontem, quinta-feira (21), a desistência da disputa pela reeleição nas eleições municipais deste ano.

O anúncio foi feito em meio a lágrimas. Ela alegou foro íntimo para tomar a decisão. Como tem uma filha praticamente recém nascida, ela explicou que não era justo deixar a bebê de apenas quatro meses de vida para se dedicar dia e noite ao ritmo de uma campanha eleitoral.

Antes de tomar a decisão Adriana disse que conversou com seu grupo, eleitores e familiares e pediu desculpas a todos.

Adriana passa a apoiar a candidatura de Iremar Flor, seu tio e ex-prefeito de Pilões, que vai disputar novamente o cargo.

Nos últimos dias a prefeita perdeu o apoio de várias lideranças políticas e membros de sua administração, inclusive o vice-prefeito Dr Martinho Ferraz.

Com PBAgora

Raimundo Lira assume posição pró-Ricardo e defende vice do PMDB na chapa de Cida

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A desistência de Manoel Júnior levou lideranças do PMDB, até então conciliadoras, a assumir posição em favor da retomada da aliança com o PSB, do governador Ricardo Coutinho. O primeiro foi o senador Raimundo Lira, que sugeriu a composição em João Pessoa e outras cidades paraibanas. Lira, inclusive, disse que o PMDB deveria indicar o vice da professora Cida Ramos, pré-candidata socialista à prefeita da Capital.

Em troca da vice de Cida, o PSB indicaria o vice em Campina Grande, Patos e Guarabira, onde os dois partidos também enfrentam dificuldades para vencer a disputa sozinhos. “Assim, os dois partidos saem unidos, na capital, em Campina, em Patos e em Guarabira, para as eleições deste ano, em coligações fortes e com amplas chances de vitória, fortalecendo a aliança PMDB/PSB no Estado”, justificou Lira.

Manoel Júnior desiste, anuncia apoio a Cartaxo e mantém mistério sobre vice. “Não abro mão de indicar”

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O deputado federal Manoel Júnior acaba de confirmar desistência de disputar a Prefeitura de João Pessoa nas eleições de outubro próximo. Em coletiva na sede do PMDB, na Avenida Beira Rio, Júnior também declarou apoio ao projeto de reeleição do prefeito Luciano Cartaxo (PSD). Mas, preferiu não falar sobre a “queda de braço” que vem travando com o senado José Maranhão, presidente do PMDB na Paraíba. “Estou declinando (da candidatura a prefeito) para que o PMDB tenha candidaturas proporcionais”, justificou.

Júnior manteve o mistério sobre a vaga de vice. Disse que não abre mão do direito de indicar o nome para a vaga, podendo ser ele próprio ou outro de sua confiança. “O nome será indicado e o direito de indicar é meu. Não abro mão disso”, sustentou.

Ainda de acordo com o deputado, a partir de agora haverá um trabalho conjunto com o prefeito Luciano cartaxo no sentido de procurar resolver os problemas da cidade, muitos deles denunciados por ele próprio. “Não retiro nada do que disse”, garantiu \júnior, referindo-se às críticas feitas à gestão de Cartaxo.

O deputado federal Manoel Junior (PMDB) anunciou no fim da manhã desta sexta-feira (22) sua desistência de concorrer às eleições de 2016 como candidato a prefeito de João Pessoa.

“Estou declinando em favor de uma aliança que possa dar ao PMDB uma candidatura proporcional”, declarou o deputado.

Ele alega que não há condições suficientes de infraestrutura para possibilitar a candidatura.

O anúncio foi feito em coletiva de imprensa na sede do Diretório do PMDB em João Pessoa depois de uma reunião com o presidente do partido José Maranhão.

Ficou decidido ainda que a convenção partidária do PMDB acontecerá no próximo sábado (30). Na ocasião devem ser homologados os nomes dos candidatos a vereador em João Pessoa.

Nesta semana, Manoel Junior esteve reunido com o presidente interino Michel Temer, presidente do partido. Logo após a reunião, o deputado paraibano anunciou que iria realizar a coletiva de imprensa para anunciar seu futuro nas eleições de outubro.

De acordo com Manoel, a executiva municipal se reuniu nesta quinta -feira e deliberou, por unanimidade, pela possibilidade de apoiar a candidatura à reeleição de Luciano Cartaxo, pré -candidato do PSD.

PMDB ameaça barrar Manoel Júnior na vice de Cartaxo para manter candidatura própria

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A “queda de braço” entre o senador José Maranhão, presidente do diretório estadual do PMDB, e o deputado federal Manoel Júnior, pré-candidato a prefeito e presidente do diretório municipal de João Pessoa, continua intensa. Manoel Júnior já comunicou a Luciano Cartaxo (PSD) que não será mais candidato e, segundo fontes peemedebistas, o partido ameaça barrar sua indicação para vice na chapa do atual prefeito.

Júnior tem uma coletiva agendada para hoje, às 10:30h, na sede do PMDB, quando deve anunciar oficialmente a desistência e o apoio à reeleição de Cartaxo. O PMDB, sob o comando de Maranhão, aguarda a concretização do fato para tomar as medidas cabíveis. A primeira, seria insistir na candidatura própria e, se preciso, intervir no diretório municipal, controlado por Manoel Júnior, para assegurar a indicação de outro nome.

“Se Manoel Júnior insistir em ir sozinho para Cartaxo, o PMDB manterá a candidatura própria”, alertou um peemedebista graduado, lembrando que o deputado pode “sobrar na curva” quanto à indicação para a vaga de vice de Cartaxo.

Sem ter mais o que fazer, Cartaxo mantém contatos com lideranças do PSDB, leia-se Ruy Carneiro e Cássio Cunha Lima, aguardando pronunciamento de Manoel Júnior e, principalmente, a posição do PMDB. O prefeito já trabalha com a hipótese de não contar com o partido de Maranhão em seu palanque.

PMDB ameaça barrar Manoel Júnior na vice de Cartaxo e manter candidatura própria em João Pessoa

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A “queda de braço” entre o senador José Maranhão, presidente do diretório estadual do PMDB, e o deputado federal Manoel Júnior, pré-candidato a prefeito e presidente do diretório municipal de João Pessoa, continua intensa. Manoel Júnior já comunicou a Luciano Cartaxo (PSD) que não será mais candidato e, segundo fontes peemedebistas, o partido ameaça barrar sua indicação para vice na chapa do atual prefeito.

Júnior tem uma coletiva agendada para hoje, às 10:30h, na sede do PMDB, quando deve anunciar oficialmente a desistência e o apoio à reeleição de Cartaxo. O PMDB, sob o comando de Maranhão, aguarda a concretização do fato para tomar as medidas cabíveis. A primeira, seria insistir na candidatura própria e, se preciso, intervir no diretório municipal, controlado por Manoel Júnior, para assegurar a indicação de outro nome.

“Se Manoel Júnior insistir em ir sozinho para Cartaxo, o PMDB manterá a candidatura própria”, alertou um peemedebista graduado, lembrando que o deputado pode “sobrar na curva” quanto à indicação para a vaga de vice de Cartaxo.

Sem ter mais o que fazer, Cartaxo mantém contatos com lideranças do PSDB, leia-se Ruy Carneiro e Cássio Cunha Lima, aguardando pronunciamento de Manoel Júnior e, principalmente, a posição do PMDB. O prefeito já trabalha com a hipótese de não contar com o partido de Maranhão em seu palanque.

DEM deve confirmar candidatura de Fernando Sobrinho em convenção agendada para 03 de agosto

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A Justiça Eleitoral liberou a realização de convenções partidárias. Após isso, várias siglas começaram a anunciar suas datas e horários. O presidente do Democratas (DEM) na cidade de Cabedelo, o vereador Fernando Sobrinho, disse que a convenção do seu partido ocorrerá dia 03 de agosto, na rua Pastor José Alves de Oliveira, s/n, Camalaú, próximo a Novo Rumo Honda (BR 230).

Fernando é pré-candidato a prefeito da cidade portuária, e segundo ele, sua perspectiva é de que a convenção seja marcada pela renovação do município e que os partidos que marcharão juntos obtenham a vitória.

Com PBAgora