Ex-senador paraibano inicia visitas às bases e garante estar preparado par disputar eleições de 2018

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Enquanto muitos ainda fazem mistério e preferem manter em segredo suas pretensões políticas, o presidente estadual do PTB e ex-senador, Wilson Santiago, mostrou total disposição para disputar as eleições de 2018. Em contato com o Portal MaisPB, Santiago afirmou estar preparado para entrar na disputa.

“Temos que ir conversando. Ainda está muito longe. Eu estou pronto, mas resta saber como estará o cenário em 2018”, explicou, ao Portal MaisPB, Wilson Santiago.

O PTB atualmente é um dos partidos que apoiam o governo de Ricardo Coutinho (PSB). Nas eleições de 2014 ele foi candidato ao Senado na chapa encabeçada por Cássio Cunha Linha (PSDB), mas não conseguiu se eleger.

Com MaisPB

Rômulo Gouveia assegura que obras da Transposição são serão retardadas: “Garantia foi do próprio ministro”

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O deputado federal Rômulo Gouveia, presidente do PSD na Paraíba, assegurou que as obras da Transposição do Rio São Francisco, no trecho que beneficia a Paraíba, não serão paralisadas ou retardadas por conta da decisão da Justiça do Trabalho. Gouveia, que esteve com o ministro Helder Barbalho na tarde desta quinta-feira, disse que o Ministério da Integração Nacional já determinou que as empreiteiras responsáveis pela obra corrijam as falhas apontadas pelas autoridades para que não haja paralisação.

“A garantia foi do próprio ministro (da Integração Nacional). Os problemas atingem um pequeno trecho em Pernambuco, mas devem ser solucionados nas próximas horas”, afirmou o parlamentar paraibano, que é também relator da Comissão de Acompanhamento das Obras da Transposição.

Ainda bem. Com a urgência que a Transposição requer, a suspensão das obras seria uma espécie de “tiro de misericórdia” nas milhares de famílias paraibanas que sofrem com os efeitos da seca e aguardam pelas águas do São Francisco.

Câmara Municipal de Campina Grande mantém aumento de 26,3% e 13º salário de vereadores

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A sessão ordinária desta quinta-feira era a última oportunidade do ano para revogação do reajuste 26,3% e da criação do 13º salário para os vereadores de Campina Grande. E os vereadores sabiam tanto disso, que penas cinco resolveram comparecer. A reunião foi considerada declaratória e encerrada por falta de quorum. Agora, as duas decisões só poderão ser revistas no ano que vem, quando os trabalhos da Casa forem retomados.

O comportamento vergonho dos vereadores campinenses já havia sido destaque na mídia nacional. Manifestantes chegaram a jogar esterco (fezes de animais) na sede da Câmara Municipal, em protesto contra a decisão. Em época de crise econômica e corte de gastos, seria quase impossível justificar o reajuste salarial dos parlamentares. Muito menos acompanhado com a implantação do pagamento de 13º salário.

Os manifestantes voltaram à sede do Poder Legislativo nesta quinta-feira. Embora não tenham repetido o ato da sessão anterior, deixaram o local decepcionados novamente.

Municípios paraibanos recebem R$ 3,6 milhões em emendas de Cássio destinadas á área de saúde

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Quase três milhões e seiscentos mil reais em emendas destinadas à saúde pública foram liberados pelo Governo Federal a partir de emendas parlamentares do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) para diversos municípios paraibanos apenas nos últimos 7 dias.

Todos os valores foram liberados entre os dias 15 e 21 de dezembro e beneficiaram os municípios de Conceição que recebeu 500 mil; Monteiro, também 500 mil reais; Já Serra da Raiz recebeu 310 mil reais e Pilões, 280 mil reais; Dona Inês, 280 mil; Ouro Velho R$ 282.266,00; Serra Grande, 311 mil reais; Duas Estradas, 280 mil; São José do Bonfim, 311.583,00 mil e Queimadas, R$ 308.051,00 e Cajazeiras, 225.736,00.

As emendas liberadas, que somaram exatamente R$ 3.588.635,66 são destinadas unicamente para o setor de saúde destes municípios e servirão para a aquisição material permanente, custeio ao piso da atenção básica e também para o custeio de média e alta complexidade.

O senador Cássio destacou que se manterá firme na cobrança pela liberação de recursos para todos os municípios paraibanos que a exemplo do Governo Federal também atravessam grande crise financeira, “desde o meu primeiro dia de mandato do Senado que deixei as portas do meu gabinete aberto para todos os prefeitos da Paraíba, independente dos seus posicionamentos políticos e todos os pleitos relacionados à saúde pública terão minha atenção redobrada para a liberação de recursos”.

Durval retira candidatura e Marcus Vinicius deve ser eleito por unanimidade para presidência da Câmara Municipal

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O atual presidente Durval Ferreira (PP) segurou o quanto pode, lutou o quanto devia, mas acabou reconhecendo a maioria conquistada pelo adversário, Marcus Vinicius (PSDB). Durval anunciou a retirada de sua candidatura nesta quarta-feira e o apoio ao vereador tucano, de quem considera amigo. Durval disse que deixou a disputa “de cabeça erguida” e parabenizou o colega pela articulação que consagrou sua maioria.

Com a decisão, Marcus Vinícius deve ser eleito novo presidente da Câmara Municipal por unanimidade. Pouco antes do anúncio de Durval, Vinicius recebeu apoio de mais três vereadores, passando a contar com vinte votos contra sete de Durval. A debandada levou o presidente a admitir que não teria mais chances de vitória e retirar a candidatura.

Marcus Vinicius comemorou a decisão e registrou chapa para a eleição da Mesa Diretora. Além do seu nome para presidente, a chapa tem a seguinte composição: 1º Vice-Presidente: Lucas de Brito (PSL), 2º Vice-Presidente: João dos Santos (PR), 1ª Secretária: Raíssa Lacerda (PSD), 2º Secretário: Dinho (PMN) 3º Secretário: Eduardo Carneiro (PRTB).

O candidato tucano também disse que vai procurar os demais vereadores para tentar alcançar a unanimidade na votação para presidente.

Eduardo Carneiro oficializa apoio a Marcus Vinicius que espera receber mais duas adesões

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O vereador Eduardo Carneiro (PRTB) foi apresentado na manhã desta quarta-feira como novo integrante do grupo que apoia a candidatura de Marcus Vinicius à presidente da Câmara Municipal de João Pessoa. Carneiro já havia declarado apoio à Vinicius, deixando o grupo comandado pelo atual presidente, Durval Ferreira (PP), candidato à reeleição. O encontro serviu apenas para oficializar o apoio.

Durante nova reunião do grupo, promovida por Vinicius, Eduardo Carneiro disse que a proposta de renovação na Câmara Municipal foi a causa principal de sua mudança.

Embora satisfeito com o favoritismo de sua candidatura, o tucano disse que ainda espera mais duas adesões para fechar a lista de apoios. Marcus Vinicius garantiu também que pretende lutar pela manutenção da harmonia entre os Poderes, caso seja eleito presidente do Legislativo.

Além do candidato, assinaram documento de apoio os vereadores Eliza Virgínia (PSDB), Bispo Zé Luis (PRB), Luis Flávio (PSDB), Raíssa Lacerda (PSD), João Corujinha (PSDC), Milanez Neto (PTB), Tanilson Soares (PSB), Sandra Marrocos (PSDB), Leo Bezerra (PSB), João dos Santos (PR), Humberto Pontes (PT do B), Lucas de Brito (PSL), Marcos Henriques (PT), Chico do Sindicato (PT do B), Eduardo Carneiro (PRTB) e Bruno Farias (PPS).

Ação no STF pode levar Brasil à eleições diretas em 2017 caso Michel temer seja cassado pela Justiça Eleitoral

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Uma ação que pode levar à convocação de eleições diretas para presidente, caso Michel Temer seja cassado pela Justiça Eleitoral, está pronta para ser julgada no Supremo Tribunal Federal (STF).

Como o ministro relator da causa, Luís Roberto Barroso, já liberou a ação, basta uma decisão da presidente do STF, Carmén Lúcia, para que o Supremo analise a questão. A Corte entrou em recesso nesta semana e retorna ao trabalho em fevereiro.

A ação vem tramitando no Supremo sem alarde e seu potencial de provocar eleições diretas tem sido ignorado. Por enquanto, prevalece em Brasília a percepção de que, caso Temer seja destituído pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), seria necessário aprovar uma PEC (proposta de emenda constitucional) para viabilizar eleições diretas no país. A base de Temer, porém, tem bloqueado essa discussão no Congresso.

O TSE deve julgar no próximo ano se a chapa presidencial eleita em 2014, composta por Dilma Rousseff e Temer, cometeu ilegalidades na campanha e, por isso, deve ser cassada.

O artigo 81 da Constituição Federal prevê que, caso os cargos de presidente e vice fiquem vagos após a metade do mandado de quatro anos, o presidente que concluirá o tempo restante deve ser eleito pelo Congresso.

No entanto, o próprio Congresso aprovou em 2015 uma alteração no Código Eleitoral e estabeleceu que, caso a cassação pela Justiça Eleitoral ocorra faltando ao menos seis meses para término do mandato, a eleição deve ser direta.

A questão foi parar no Supremo. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, moveu em maio uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI 5.525) em que pede que a corte considere a mudança do Código Eleitoral incompatível com a Constituição – ou seja, sustenta que a eleição teria que ser indireta caso a chapa presidencial seja cassada a partir de 2017.

Já a Clínica Direitos Fundamentais da UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) pediu em outubro para participar da ação como amicus curiae (amigo da corte) e lançou uma argumentação contrária, sustentando que a mudança no Código Eleitoral é constitucional.

Pouco depois, Barroso concluiu seu voto – que só será conhecido no momento do julgamento – e liberou a ação para ser pautada.

Constitucionalistas de peso entrevistados pela BBC Brasil, entre eles o ex-ministro do STF Ayres Britto, se dividiram sobre se o STF deve ou não considerar constitucional a eleição direta, caso Temer seja cassado pelo TSE.

Hoje, a maioria da população apóia a antecipação da eleição presidencial no país. Segundo pesquisa do Instituto Datafolha da semana passada, 63% dos entrevistados são favoráveis à renúncia de Temer neste ano para que haja eleição direta antes de 2018.

Qual o argumento a favor da eleição direta?
Recesso do STF começa nesta terça-feira e vai até fevereiro; Carmem Lúcia terá que decidir quando caso será julgado
Recesso do STF começa nesta terça-feira e vai até fevereiro; Carmem Lúcia terá que decidir quando caso será julgado
Foto: EPA
O professor titular de direito constitucional da UERJ Daniel Sarmento é o advogado que elaborou a argumentação da Clínica de Direitos.

Seu principal argumento é que a nova redação do Código Eleitoral cria uma distinção entre a situação em que os cargos ficam vagos por decisão da Justiça Eleitoral e as demais situações, como afastamento por impeachment, morte ou doença.

Dessa forma, se presidente e vice forem afastados por questões não eleitorais (impeachment, morte, etc) após metade do mandato, o artigo 81 da Constituição continuará a ser aplicado e a eleição deverá ser indireta.

No entanto, se a chapa for cassada pela Justiça Eleitoral significa que a eleição foi inválida e o direito do eleitor ao voto não foi respeitado. Dessa forma, nessa situação específica, deveria ocorrer eleição direta.

O advogado ressalta ainda que o direito ao voto direto é cláusula pétrea – ou seja, faz parte dos direitos mais importantes da Constituição, aqueles que não podem ser modificados nem por PEC.

Sarmento argumenta também que uma decisão do Supremo pela constitucionalidade da eleição direta faria prevalecer a vontade do próprio Congresso, que aprovou a alteração do Código Eleitoral.

“O Congresso quer fazer eleição direta, e vai o Supremo dizer ‘não, não pode’? Vivemos uma crise enorme no país, e há uma expectativa da sociedade de resolução democrática dessa crise”, defende.

Para Oscar Vilhena Vieira, diretor da Escola da Direito da FGV-SP, o argumento levantado por Sarmento “é bastante razoável”. Embora considere que a solução ideal seria a aprovação de uma PEC no Congresso, Vieira acredita que o STF pode vir a tomar uma decisão política, caso Temer seja afastado e a crise se agrave.

“Se a questão se colocar de uma forma contundente, o Supremo eventualmente tem uma saída. Acho que a distinção oferecida pelo Daniel (Sarmento) é plausível”, afirmou.

Virgílio Afonso da Silva, professor titular de direito constitucional da USP, também concorda com a argumentação de Sarmento. Ele observa que antes da alteração do Código Eleitoral, a Justiça Eleitoral, ao cassar prefeitos e governadores, em geral dava a posse para o segundo colocado na eleição.

Na sua opinião, o fato de o TSE não ter aplicado o artigo 81 da Constituição para esses casos reforça o argumento de que a vacância por cassação da chapa é diferente das outras situações. O artigo 81 fala apenas dos cargos de presidente e vice, mas o TSE poderia ter feito um paralelo para os casos de prefeitos e governadores, ressalta o professor da USP.

“Se a pior das soluções, chamar o segundo colocado, era aceita pelo TSE e pelo STF, eles não podem agora dizer que fazer eleição direta é inconstitucional”, argumenta ainda Afonso da Silva.

E quais os argumentos contra a eleição direta?
A pedido da BBC Brasil, o ex-presidente do Supremo Carlos Ayres Britto também analisou os argumentos de Sarmento. Embora tenha dito que sua tese “impressiona”, considerou que a argumentação “não resiste a uma análise mais detida”.

Britto destacou que a Constituição, já na sua redação original, de 1988, prevê no artigo 14 a possibilidade de o mandato presidencial ser impugnado pela Justiça Eleitoral.

“O artigo 81 foi redigido com o legislador constituinte já sabendo que havia a hipótese de perda do mandato por decisão da Justiça Eleitoral. Então por que fazer a separação (entre vacância por decisão do TSE e outras situações)?

Não parece aí que a distinção entre uma coisa e outra tenha consistência argumentativa”, afirmou.

Apesar disso, o ex-ministro do STF considera que, caso Temer seja cassado, a solução ideal seria a realização de eleições diretas, após o Congresso aprovar uma PEC.

“Daria muito mais legitimidade, até porque o atual Congresso não está creditado o suficiente para eleger ninguém. Melhor devolver ao povo, mediante PEC, o poder de eleger seu ocupante central”, afirmou.

O professor titular de direito constitucional da UFRJ José Ribas Vieira e o pesquisador da mesma instituição Mário Cesar Andrade analisaram conjuntamente os argumentos de Sarmento e também discordaram de sua tese.

Segundo eles, embora o professor da UERJ esteja “bem intencionado”, a Constituição é clara e “não prevê exceções”.

“Nesses tempos em que a interpretação da Constituição tem sido utilizada para a satisfação de desejos políticos dos mais diferentes matizes, compete-nos a seriedade de nos atermos ao texto constitucional, sem malabarismos”, escreveram à BBC Brasil.

Daniel Sarmento defende que cassação da chapa Dilma-Temer significaria que direito ao voto não foi respeitado
Daniel Sarmento defende que cassação da chapa Dilma-Temer significaria que direito ao voto não foi respeitado
Foto: Gláucio Dettmar/ CNJ
O que esperar do TSE e do Congresso?
A ação que pede a cassação da chapa de Dilma e Temer foi movida pelo PSDB logo após a eleição de 2014.

O partido acusa a chapa vitoriosa de diversas ilegalidades, como arrecadação de doações que seriam na verdade recursos desviados da Petrobras. São também apontadas irregularidades nas despesas da campanha, como suposta contratações de gráficas que não teriam comprovado os serviços prestados.

Essas despesas estão sendo periciadas. A expectativa é que o caso será levado a julgamento no próximo ano, mas não há data marcada ainda.

O enfraquecimento de Temer, por causa da crise econômica e das denúncias de corrupção envolvendo a si próprio e membros do seu governo, tende a deixar o TSE mais fortalecido para cassá-lo.

Por outro lado, a defesa do presidente tenta convencer o TSE de que as contas da campanha de Dilma e Temer eram separadas – o objetivo é que eventual cassação atinja só a eleição da petista.

O presidente tem maioria no Congresso e vem conseguindo evitar o avanço de propostas de emenda constitucional prevendo eleições diretas.

Autor de uma delas, o deputado Miro Teixera (Rede-RJ) acredita que, se o TSE cassar Temer, a pressão popular impulsionaria uma rápida aprovação de eleições diretas pelo Congresso. Em todo caso, se o STF não prever expressamente a inconstitucionalidade do novo Código Eleitoral, Teixeira acredita deveria ser convocada eleição direta.

“O Código Eleitoral já diz que a eleição é direta. Está valendo”, defendeu.

“Eu não tenho dúvida que, se houver a necessidade de substituição do presidente, essa substituição não se dará pelo voto indireto. Não restará edifício em pé na Praça dos Três Poderes se decidirem o contrário”, ressaltou.

Com BBC.COM e Portal Terra

Com mais de 300 propostas apresentadas, Veneziano faz balanço positivo de atuação na Câmara dos Deputados

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O deputado federal Veneziano Vital do Rêgo (PMDB-PB) fez, nesta quarta-feira (21), um balanço de sua atuação parlamentar desde que assumiu seu mandato como um dos parlamentares federais mais votados do Estado. Ele informou que apresentou 310 proposições legislativas e integra a relatoria de 54 iniciativas parlamentares, em áreas como educação, saúde, meio ambiente, acessibilidade, habitação e produção alternativa de energia.

Amparado em um mandato participativo e atuante, a atividade parlamentar de Veneziano traz a sensibilidade ao articular políticas em defesa das minorias, sem se omitir das problemáticas que permeiam a Educação, a Saúde, a Segurança Pública e, assim, os direitos fundamentais de todo cidadão.

Entre os projetos destacados, Veneziano citou a aprovação pela Comissão de Desenvolvimento Urbano do Projeto de Lei 4092/15, de sua autoria, que destina recursos aos municípios para realização de projetos de eficiência energética nos sistemas de iluminação pública; Como também a aprovação do seu Projeto de Lei nº 2829/2015, que propõe uma nova seleção aos beneficiários de financiamentos habitacionais no âmbito do Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social – SNHIS; e o Projeto de Lei nº 2222/2015 também aprovado pela Comissão de Desenvolvimento Urbano que estabelece um incentivo aos usuários que promoverem o descarte ambientalmente adequado de resíduos sólidos impactantes no serviço de esgotamento. O incentivo será dado por meio de desconto no valor cobrado pelo serviço público de esgotamento sanitário, a ser estabelecido quando da estipulação da remuneração do serviço. Confira as mais de 300 proposições legislativas de autoria de Veneziano como deputado federal no link: https://goo.gl/TDxqTy

O deputado ainda destacou 54 projetos relatados por ele, como o PL-2207/2015 que está com pauta pronta na CCJC que cria o programa de incentivo de inserção dos egressos jovens – PIIEJ – no mercado de trabalho, como aprendizes, a partir de alteração da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. Explicação: Altera o Decreto-lei nº 5.452, de 1943; O PL-6855 que altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), para ampliar as atribuições do Conselho Tutelar; o projeto do ex-senador e atual ministro do TCU Vital do Rêgo que altera os arts. 27 e 28 da Lei nº 9.615, de 24 de março de 1998, que institui normas gerais sobre desporto e dá outras providências, para dar maior transparência à cláusula indenizatória desportiva do contrato especial de trabalho desportivo e para exigir que percentual da cláusula indenizatória desportiva seja utilizado para a quitação de débitos fiscais, previdenciários e trabalhistas. Veja os demais proposições relaAs ações desenvolvidas pelo deputado não se limitam à Câmara e tampouco às teorias, mas ultrapassam fronteiras e são embasadas na realidade. Nesse sentido, Veneziano também participou de intercâmbio promovido pelo Governo Chinês, junto com outros quatro parlamentares brasileiros. O objetivo foi discutir investimentos chineses no Brasil, principalmente a partir da abertura de capitais, para o nosso país.

“Temos pautado nossas ações, desde o primeiro dia, em uma atuação ampla e independente, que faça referência aos anseios da população. Já são mais de 310 proposições e 54 relatorias. O objetivo é atenuar as problemáticas e, por isso, temos dado importância à aproximação com a sociedade. É preciso ouvir o povo. Quanto aos meses futuros, ratifico o meu compromisso, não apenas com esta Casa, mas com cada cidadão paraibano”, afirmou o deputado Veneziano.

Com Assessoria de comunicação

Ricardo Coutinho surpreende e aproveita período natalino para desejar “vida longa” aos adversários

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Vida longa, esse é o desejo do governador Ricardo Coutinho (PSB), aos seus adversários políticos que criticam sua gestão. Nesta terça-feira (20) o socialista realizou uma coletiva de imprensa, para fazer um balanço da sua gestão e alfinetando seus críticos. Para Ricardo eles deveriam ficar felizes pelas obras realizadas em sua gestão e pensar em quando o suceder ser capaz de fazer mais e melhor.

“Eu peço a Deus é que os meus adversários tenham uma vida muito longa. Esse Governo fez coisas pelas estradas, que não haverá outro governo, nem teve antes, que consiga fazer tanto. Pessoas que perderam o sendo crítico das coisas, que ficam dando entrevistas transloucadas, essas pessoas deveriam aplaudir e ficarem felizes, pois quando eu sair do governo, quero que quem me suceda tenha capacidade de fazer mais”, criticou.

Ricardo complementou suas observações, salientando que ele não é adepto a política do quando pior melhor, mas sim de construir uma gestão cada vez superior as expectativas.

“Nós não temos essa mesquinharia tão própria, infelizmente, a alguns dentro da política, de querer o quanto pior melhor, eu quero o quanto melhor, melhor, porque é assim que a humanidade de constrói”, afirmou.

Com paraibaja

Cássio volta a defender aliança com Cartaxo e PMDB, evitar falar em nomes e cobra julgamento de ações contra Ricardo Coutinho

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O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) considerou precipitado qualquer debate sobre o projeto da oposição para 2018 na Paraíba, defendeu a unidade da aliança formada pelo seu partido com o PMDB e o PSD, e evitou apontar nomes preferenciais para a chapa. Foi o que ele disse na noite desta segunda-feira (19) no Frente a Frente, da TV Arapuan, apresentado pelo jornalista Heron Cid, na sua primeira entrevista após quatro meses de silêncio e reclusão, durante licença parlamentar.

“Esse não é o momento de se colocar nomes. Aquele tem tiver melhor condição e viabilidade no momento oportuno. Você entra numa eleição para ganhar. Vai depender das circunstâncias”, opinou, acrescentando que seu nome estava à disposição para consultas.

O tucano também considerou o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, como uma das alternativas a serem debatidas em 2018. “Luciano tem envergadura para disputar qualquer cargo”, acentuou Cunha Lima.

A lentidão do TRE

Cássio lamentou a demora do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba no julgamento de ações referentes ainda às eleições de 2014 contra o governador Ricardo Coutinho. “A pior justiça é a que tarda, porque institucionaliza a injustiça”, criticou, parafraseando Ruy Barbosa.

Ele lembrou um precedente da própria corte que lhe julgou e cassou em seis meses de mandato. “A sessão durou 40 minutos, sem nenhum pedido de vista e nenhum debate aprofundado. “Não tem como absolver o governador dos crimes que interferem no resultado das eleições. Mas o TRE até aqui não julga”, enfatizou.

Viaduto do Geisel e mentira

A propósito da inauguração do Viaduto do Geisel, Cássio destacou a participação do Governo Federal com mais de 50% dos recursos da intervenção de mobilidade urbana. O tucano contestou declarações do governador Ricardo Coutinho (PSB), que acusou a bancada federal paraibana de atrapalhar a liberação de recursos.

“Ele está mentindo. A bancada federal ajudou e muito”, sustentou.

Para Cássio, o governador se utiliza sempre da estratégia do enfrentamento e da desqualificação quando instado a ter que se posicionar sobre temas desconfortáveis, como, segundo o senador, a falta de planejamento e providências do Estado na convivência com o colapso hídrico.

Política nacional

Na entrevista, o senador Cássio Cunha Lima comparou o Brasil, no Governo Temer, a complexidade de uma manobra feita por um navio transatlântico, que carece de tempo e perícia.

Ele entende que o presidente da República tem adotado as medidas necessárias para tirar o Brasil da crise econômica e renovou o apoio do PSDB ao Governo. “O PSDB tem responsabilidade com o Brasil”.

Cássio citou a proposta do teto dos gastos públicos como exemplo. “Não de pode gastar mais do que se arrecada. Essa foi uma lição que ficou”, apontou o senador.

Com MaisPB