Senador Raimundo Lira defende chapa com Maranhão na “cabeça” e excluindo PSDB

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O senador Raimundo Lira defendeu, na noite desta segunda-feira, a chapa que considera ideal para resolver divergências e vencer as eleições de 2018 na Paraíba. A proposta inclui o senador José Maranhão como candidato ao Governo do Estado, tendo Lucélio Cartaxo para vice, o próprio Lira e o governador Ricardo Coutinho disputando as duas vagas ao Senado Federal. A chapa, no caso, contemplaria PMDB, PSD e PSB, excluindo apenas o PSDB do também senador Cássio Cunha Lima.

Entrevistado no programa Frente a Frente, da TV Arapuan, comandado pelo jornalista Heron Cid, Lira considerou a chapa imbatível por reunir representação dos principais partidos e as maiores lideranças políticas do Estado. Lira disse ainda que não vê problema em reunir colocar no mesmo palanque novamente o senador José Maranhão e o governador Ricardo Coutinho, hoje adversários. “O PMDB é o partido dos opostos e pode muito bem comportar essa aliança”, justificou.

Lira também negou intenção de deixar o PMDB e defendeu a experiência” de Maranhão como principal atributo para disputar novamente o Palácio da Redenção. “No momento, é o melhor nome que temos”, garantiu.

Se a fogueira já tava queimando com a decisão do PMDB, imagine agora. Mas, como é clima junino….

Cássio Cunha Lima reage às cobranças do prefeito Romero Rodrigues: “Nunca levei carão nem do meu pai”

https://youtu.be/HqfpMJyG1W4

O senador Cássio Cunha Lima lamentou o “tom elevado” usado pelo prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues para defender o lançamento de candidatura própria ao Governo do Estado pelo PSDB e defendeu a realização de uma reunião para resolver as divergências internas. “Se existem problemas, devem ser resolvidos dentro do partido e não através de declarações públicas. A carapuça não me cabe de form nenhuma até porque não tenho mais idade de estar levando carão público. Nunca levei carão nem do meu pai”, afirmou.

Cássio disse que a Imprensa não é o canal adequado para resolver problemas internos do partido. O canal adequado seria a conversa, o diálogo. “São problemas que precisam ser discutidos e serão superados”, garantiu.

Com Maispb

Veneziano afirma que lançamento de pré-candidatura de Romero Rodrigues é uma farsa

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O deputado federal e ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rego (PMDB) disse, nesta segunda-feira, que o surgimento da pré-candidatura do atual prefeito Romero Rodrigues (PSDB) ao Governo do Estado é uma farsa para pressionar o PSD, do prefeito de joão Pessoa, Luciano Cartaxo, em futuras negociações. Segundo Veneziano, Romero tenta “valorizar o passe” do PSDB, estimulado pela cúpula do partido.

“Quem não lembra do que fizeram com a ex-prefeita Cozete Barbosa, que sequer conseguiu chegar ao segundo turno da eleição em Campina Grande, mesmo depois de ter feito tudo o que fez para eleger Cássio Cunha Lima governador?”, questionou o peemedebista.

Ainda de acordo com o cabeludo, o Grupo Cunha Lima tornou-se “especialista” no uso desse tipo de estratégia para minar as pretensões de aliados e fortalecer as verdadeiras pretensões de seus integrantes.

Veneziano foi entrevistado no Sistema Arapuan de Comunicação.

PMDB tira indicativo de candidatura própria, Maranhão é o nome mais cotado e Lira decide disputar reeleição

Acabou agora a reunião do PMDB. O partido tirou indicativo de candidatura própria ao Governo do Estado e o nome do senador José Maranhão é o mais cotado para encabeçar a chapa majoritária. Só que a decisão final deve ficar para 2018, pouco antes das convenções. O senador Raimundo Lira anunciou que será candidato à reeleição, descartando a cabeça de chapa.

Ainda como saldo da reunião, o PMDB decidiu também “liberar” os filiados em relação á ocupação de cargos no Governo do Estado e na Prefeitura de João Pessoa. Mas, Maranhão fez questão de distinguir os dois casos. “Nós estamos participando do governo de Luciano Cartaxo, a quem ajudamos a eleger. No caso do Governo do Estado, não estamos mais porque Ricardo Coutinho quis impor condições que o PMDB não pode aceitar. O PMDB tem história de luta pela democracia e não pode abrir mãos de seus ideais, de sua ideologia”, explicou.

Maranhão também explicou que o fato de pretender lançar candidato a governador em 2018, não significa dizer que o PMDB está rompendo a aliança com PSD e PSDB, que reelegeu Luciano Cartaxo no ano passado. “Essa decisão (de candidatura) só deve ocorrer nas convenções. Até lá, manteremos o diálogo com os aliados. Luciano Cartaxo ainda não é candidato. E será que só o PMDB não pode ter pré-candidato?”, questionou.

Segundo o senador, o PMDB tem vários nomes em condições de disputar o Governo do Estado, citando como exemplo o ex-governador Roberto Paulino e o deputado federal Veneziano Vital do Rego, mas se “o partido me convocar sou um soldado à disposição”.

Paulino defende candidatura própria e adiamento da decisão final do PMDB para 2018

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O ex-governador Roberto Paulino defendeu, agora a pouco, candidatura própria do PMDB ao Governo do Estado, mas que a decisão final sobre as eleições de 2018 seja tomada apenas no ano que vem. Paulino citou o nome do senador Raimundo Lira para encabeçar a chapa peemedebista. “É um nome limpo, sem ligações com escândalos, que vem fazendo um grande trabalho no Senado da República, beneficiando a Paraíba”, justificou.

Segundo Paulino, o PMDB é um partido com lideranças expressivas, como o senador José Maranhão e o deputado Veneziano Vital do Rego, e não pode virar figura coadjuvante no processo eleitoral de 2018. “O PMDB tem nomes e tem estrutura. Não podemos ser coadjuvantes”, argumentou.

Ainda de acordo com o ex-governador, o PMDB pode tirar, da reunião que ocorre em sua sede, neste momento, um indicativo de candidatura própria e deixar as “portas abertas” para conversar com os demais partidos, a exemplo do PSD, do prefeito Luciano Cartaxo, do PSDB, do senador Cássio Cunha Lima, e do PSB, do governador Ricardo Coutinho. “Não há necessidade de agora darmos um cheque em branco ao candidato de outro partido. Vamos conversar e deixar a decisão final para 2018”, insistiu.

A reunião do PMDB prossegue e não tem hora para acabar.

Veneziano já admite apoiar candidatura própria, mas manda recado ao PMDB: “Só se for pra valer”

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As principais lideranças do PMDB paraibano continuam reunidas na sede do diretório estadual, na Avenida Beira Rio, em João Pessoa, discutindo proposta de unificação e de participação no processo eleitoral de 2018. Antes do encontro, o deputado federal e ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rego, admitiu apoiar a tese de lançamento de candidatura própria, como prega o senador José maranhão, mas fez questão de mandar um recado para o partido: “Só se for de verdade (a candidatura). Não adianta fazer como nas eleições de 2016, quando defenderam candidatura própria e acabaram fazendo aliança”, sustentou.

O senador Raimundo Lira também assumiu posição mais amena em relação ao comando do PMDB, principalmente. Embora defenda a substituição de Maranhão, Lira colocou como prioridade a unificação partidária para disputar as eleições do ano que vem. Talvez por conta de declarações anteriores do vice-prefeito Manoel Júnior, admitindo espaço na chapa peemedebista para que ele possa concorrer à reeleição.

O deputado federal Hugo Motta e o ex-governador Roberto Paulino não chegaram ainda á sede do PMDB. participam da reunião od senadores José Maranhão e Raimundo Lira, o tesoureiro Antonio Souza, os deputados federais André Amaral e Veneziano Vital, e os deputados estaduais Rniery Paulino e Ricardo Marcelo.

Palavra de Maranhão sobre candidatura ao Governo do Estado será decisiva para rumo do PMDB em 2018

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O posicionamento do senador e presidente do PMDB, José Maranhão, sobre uma possível candidatura própria ao Governo do Estado, será decisivo para o desfecho da reunião desta segunda-feira, na sede do diretório estadual, quando o partido tentará unificar suas forças políticas para disputar as eleições de 2018 na Paraíba. Até o mês passado, Maranhão parecia irredutível na defesa da candidatura em faixa própria, mas, ultimamente, tem revelado falta de interesse no processo, talvez por questão de estratégia.

Até pouco tempo também, o presidente do diretório de João Pessoa, Manoel Júnior, pregava que o PMDB deveria disputar em faixa própria a sucessão estadual. Mas, mudou de ideia alegando que o próprio Maranhão não teria interesse em encabeçar uma eventual chapa peemedebista. Júnior trocou o termo “candidatura própria” por “participação na chapa majoritária” em seu discurso e passou a trabalhar abertamente pelo apoio do partido ao prefeito Luciano Cartaxo (PSD), repetindo a aliança de 2016.

A mudança faz sentido. Para ser candidato a governador, Cartaxo terá que renunciar ao mandato atual e entregar a Prefeitura de João Pessoa, a maior do Estado, ao PMDB. Mais precisamente ao próprio Manoel Júnior, seu vice.

O grupo comandado pelo senador Raimundo Lira também é contra a candidatura própria. Lira e seus aliados, entretanto, querem ver o PMDB no palanque do governador Ricardo Coutinho (PSB), com aconteceu em 2014. Aliás, dependendo do resultado do encontro, não será surpresa se o deputado e ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rego, anunciar sua saída do PMDB e filiação ao PSB.

Além dele, os deputados federais Hugo Motta e André Amaral também apoiam a composição com o PSB. O grupo não deixou ainda o PMDB com medo da perda dos mandatos, com base na lei da fidelidade.

Pego na Lei Seca, líder da Oposição na Assembleia Legislativa tem Carteira de Habilitação cassada

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O deputado Tovar Correia Lima (PSDB), líder da bancada de Oposição na Assembleia Legislativa, foi pego na Lei Seca e teve a carteira de motorista cassada por doze meses. A decisão foi publicada na edição deste domingo do Diário Oficial do Estado, em resolução do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

De acordo com a resolução Tovar foi condenado em parecer jurídico do Detran, com base na lei 1175/08, por dirigir embriagado.

Para ter direito à CNH de volta, o parlamentar tucano terá que se submeter ao curso de reciclagem, também previsto na legislação, com direção de um ano, mesmo prazo de retenção do documento.

Abaixo, a decisão do Detran:

“PARAÍBA – DETRAN/PB, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Artigo 9º, I, da Lei nº 3.848, de 15.06.76, combinado com o Decreto nº 7.065, de 08.10.76, modifi cado pelo Artigo nº 24, do Decreto Estadual nº 7.960, de 07 de março de 1979 e, considerando os termos do Parecer Coletivo nº 084/2017, proveniente da Assessoria Jurídica deste Departamento;

I – RESOLVE suspender o direito de dirigir veículo automotor e submeter a curso de reciclagem, os condutores abaixo relacionados, por infringência à legislação de trânsito tipificada no art. 165 do Código de Trânsito Brasileiro – CTB, alterado pela Lei nº 11.705 de 19 de junho de 2008 “Lei Seca”, combinado com os arts. 3º, II, 8º, 10º, 13º, 16º, I, “c”, 17º, 18º e 19º da Resolução nº 182/2005 do CONTRAN e os artigos 256, VII e 268, II do C.T.B, devendo cada um dos referidos condutores entregar a sua Carteira Nacional de Habilitação – CNH a este órgão, após o recebimento da presente decisão:

027171/2013-9/DETRAN Tovar Alves Correia Lima 007.610.793-00/PB 251630-5/BPTRAN 3ª CIA Art. 165 do CTB 12 (doze) meses”.

FLAMENGO 2 X 2 VASCO: Resultado de jogo do campeonato carioca retrata situação do Brasil

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O jogo Flamengo e Vasco, no final da tarde e início de noite deste domingo (26), tinha tudo pare entrar para a história como mais um grande clássico do campeonato carioca e do futebol brasileiro. Qualquer que fosse o placar. A rivalidade é grande e antiga, não permitindo outra interpretação. Mas, a arbitragem resolveu mudar essa regra.

O Flamengo vencia o Vasco por dois a um quando, já no final do segundo tempo, o juiz Luiz Antonio Silva dos Santos resolveu ser o protagonista do jogo, marcando um pênalti inexistente contra o rubro-negro. Silva viu uma bola cruzada na área pelo jogador do Vasco tocar na mão do lateral Renê, do Flamengo, e assinalou a cobrança. Respaldado pelo auxiliar, o juiz viu o que as câmeras de televisão e os milhares de telespectadores que acompanharam a partida contestaram: a bola esbarrou na barriga do zagueiro, bem longe da mão.

Mesmo assim, o pênalti foi marcado e convertido por Nanê, jogador do Vasco, que até então nada tinha a ver com o erro do juiz. Logo em seguida, no entanto, o meio-campista vascaíno acabou “entregando” sua dor de consciência ao revelar que “já tivemos muitas vezes contra nós”, num claríssimo reconhecimento da ilegalidade do lance.

O cenário retrata, de maneira fiel, a situação atual do Brasil, onde todo mundo quer levar vantagem, independente dos métodos utilizados. Até mesmo no esporte, o que vale é o resultado e não a forma como se conquiste. O jogador do time beneficiado insinua que sua equipe já teria sido prejudicada. Portanto, o erro da arbitragem seria apenas uma “compensação” por atos do passado. Embora injustificável, a reação ao menos tem sentido. Poderia ser encarada como um desabafo.

Quanto à equipe de arbitragem, essa sim tem muito o que explicar. Preferiu adotar o “jeitinho brasileiro” para ajudar uma das equipes e comprometer a imagem de um dos maiores clássicos do futebol nacional e mundial. Nem o torcedor mais fanático abriria mão de seus princípios, muito menos em época de Lava Jato, para recorrer à atitudes tão inesperadas e inoportunas.

Flamengo x Vasco
Árbitro: Luiz Antonio Silva dos Santos
Auxiliares: Daniel do Espírito Santo e Diego Luiz Couto Barcelos

Romero “toma gosto” pela sucessão de 2018 e insiste em candidatura do PSDB: “Não podemos ser coadjuvantes”

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O senador Cássio Cunha Lima terá muito trabalho para mediar o processo da sucessão estadual no âmbito das oposições e evitar defecções na aliança que reelegeu o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, em 2016. E o ponto de partida deve seu próprio partido, o PSDB, onde cresce a tendência em defesa da candidatura própria. Primeiro, foi o presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, Marcus Vinicius. Depois, sua colega de bancada, Eliza Virgínia.

Agora, o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, resolveu “comprar a briga” em favor dos tucanos, por razões óbvias. Rodrigues é cotado, junto com Cássio, como alternativa para disputar o Governo do Estado. No início, o prefeito se manifestou de forma tímida, priorizando a manutenção da aliança de 2016 e seguindo o caminho do primo ex-governador.

Depois que foi citado como opção, Romero “tomou gosto” pela ideia e não parece disposto a recuar do discurso de candidatura própria, mesmo sabendo que PSD e PMDB, aliados do PSDB na Capital, também estão de olho na cadeira hoje ocupada pelo governador Ricardo Coutinho (PSB). O prefeito Luciano Cartaxo e o senador José Maranhão não escondem suas pretensões de disputar o Governo do Estado.

E Romero anda pregando a tese por onde passa. Sabe que, se não for escolhido, Cássio certamente será candidato tucano novamente. Ou seja, fica tudo em casa. Aliás, em recente entrevista que concedeu a uma emissora de rádio do Brejo paraibano, o prefeito mostrou-se mais preocupado com a gestão, reafirmando o propósito de cumprir promessa feita logo após ser reeleito: fazer um mandato melhor que o primeiro.

O cumprimento do compromisso público é importante não apenas para manter sua palavra, mas também para amparar uma possível ascensão de Romero em nível estadual. Se sua administração estiver bem, a popularidade estará em alta. E o prefeito poderá pensar em voos mais altos. Caso contrário, terá que concluir o mandato ou renunciar para mergulhar em novas aventuras em outubro do ano que vem.