Com aumento do número de vereadores, Câmara Municipal deve dobrar gastos com salários a partir de 2013

Em 2013 a Câmara Municipal de João Pessoa passa a ter seis vereadores a mais, com sua composição passando de 21 para 27 cadeiras. A entrada destes novos parlamentares somada ao aumento de salário, que passa a vigorar em janeiro, não saíram barato. Isso porque apenas com a remuneração dos vereadores, a Câmara vai passar a gastar cerca de R$ 4,8 milhões anualmente. Esse número é mais do que o dobro do que é pago atualmente.
Até o próximo mês de dezembro os vereadores da capital paraibana vão receber R$ 9,2 mil, mas os que tomarem posse em janeiro passarão a receber a partir de janeiro o valor de R$ 15 mil. O reajuste de 61,6% foi proporcionado por um projeto de lei aprovado pelos parlamentares no mês de julho.
Levando em conta os valores que são pagos hoje em dia, a Câmara Municipal tem uma despesa mensal de cerca de R$ 189 mil mensais e R$ 2,1 milhões por ano.
Apenas os seis novos vereadores vão representar um aumento de R$ 90 mil em gastos por mês. No total, o legislativo vai ‘desembolsar’ a partir de 2013 o montante de R$ 405 mil por mês e R$ 4,8 milhões por ano.
O aumento nas despesas não para por aí, pois com o aumento dos vereadores cresce também a quantidade de funcionários da Câmara Municipal. Cada um dos parlamentares têm o direito de nomear 18 assessores para os seus gabinetes. Os salários destes servidores podem chegar a até R$ 2 mil.
A equipe de reportagem entrou em contato com o presidente da Câmara Municipal, Durval Ferreira (PP), para saber se foi feito um planejamento na Casa para conviver com esse aumento de despesas, mas as ligações telefônicas não foram atendidas.
De acordo com a coordenação de comunicação do legislativo, o aumento nos gastos já está previsto na Lei Orçamentária Anual de 2013 , que ainda está em tramitação na Câmara. Em 2012 a previsão de repasse da Prefeitura para a Câmara, conforme Lei Orçamentária em vigor, foi de R$ 38 milhões.
De acordo com o secretário de Planejamento municipal, Aldo Prestes, uma lei municipal determina que o percentual do duodécimo enviado mensalmente à Câmara seja de até 4,5% da receita corrente líquida da prefeitura. Para 2013 a LOA prevê a manutenção desse mesmo percentual, mas a definição do valor só ocorrerá de fato quando a lei for aprovada pelos vereadores.

Reforma e mais gastos
Além dos salários dos vereadores e dos funcionários, a Câmara Municipal de João Pessoa também terá gastos extras com uma reforma que deverá ser feita no prédio sede nos próximos meses. A obra vai precisar ser feita para que o legislativo se adeque ao maior número de parlamentares.

A Câmara informou que serão construídos novos gabinetes e alguns setores administrativos serão relocados para um prédio anexo para também se transformarem em gabinetes. De acordo com a comunicação, ainda não há data para o início das reformas, nem o valor total que será investido na obra.

Ainda de acordo com a comunicação da Câmara, está sendo feito um levantamento da atual estrutura física e do investimento financeiro que será preciso para a execução da reforma. Depois disso haverá uma licitação para a realização das obras.

Redação do PBagora com G1

Deputado paraibano entregará a Dilma relatório sobre paralisação das obras da transposição do São Francisco

Com obras em atraso e projetos que sequer foram concebidos, a Transposição do Rio São Francisco prossegue apenas no papel e na mídia institucional do Governo e a realidade tem preocupado o Nordeste, especialmente por ocasião de uma grande seca que assola a região.

A imprensa nacional, a exemplo da Rede Globo, começou de forma tímida a mostrar a lentidão da obra, mas são as lideranças políticas da Paraíba que deram um passo significativo para denunciar o descaso governamental com o projeto. A Assembléia Legislativa da Paraíba formou uma comissão com políticos e representantes do Executivo e da sociedade e eles fizeram uma visita para fiscalizar o andamento das obras.

O resultado foi percebido de imediato. Máquinas paradas, material abandonado e nenhum funcionário trabalhando é a realidade da maior parte dos trechos que compõem a Transposição do São Francisco. A constatação foi feita pelo deputado Assis Quintans, que preside uma comissão de fiscalização formada pela Assembleia Legislativa da Paraíba, e que junto a representantes de vários segmentos fez uma visita técnica ao canteiro de obras e elaboraram um relatório.

Segundo o parlamentar, esse relatório ficará pronto nesta segunda-feira em forma de publicação e junto a assinaturas de vários líderes do Estado será entregue enquanto manifesto a presidente Dilma Roussef. “Eu viajo terça-feira para Brasília e fico lá o tempo que for necessário para mobilizar a bancada federal dos 4 estados beneficiados com a Transposição, para a qual vou propor que assinem um manifesto e façam chegar as mãos da presidente mostrando a situação testemunhada por nossa visita a todo o percusso da obra”, destacou.

Quintans afirmou faltando aproximadamente 5 quilômetros para chegar em solo pertencente ao município de Monteiro, os trabalhos foram interrompidos porque a antiga licitação acabou e uma nova ainda não foi feita. Ele ressaltou que um dos trechos mais importantes, que é a barragem do Mochotó, não foi sequer licitado e em outros faltam até projetos executivos.

Quintans disse ainda que é tecnicamente impossível que as obras estejam concluídas em 2015 como foi prometido e espera que por ocasião das próximas eleições, o Governo não engane a população brasileira com inaugurações falsas de apenas parte do projeto.

A Transposição do Rio São Francisco começou em 2007 orçada em R$ 4,5 bilhões e hoje custa R$ 8,2 bilhões.

PB Agora
Com de Olho no Cariri

Assembleia Legislativa promove rodada de entrevistas com candidatos a presidente da OAB

A Assembleia Legislativa do Estado vai realizar a partir desta terça-feira (20), uma rodada de entrevistas com os candidatos que estão disputando a presidência da Ordem dos Advogados do Brasil na Paraíba (OAB-PB).

As entrevistas serão exibidas pela TV Assembleia, no último bloco do programa Plenário Agora, que começa às 9h. Os candidatos serão entrevistados pelo apresentador Marcelo José com a participação do comentarista Sales Fernandes.

A apresentação dos candidatos vai acontecer durante a semana nos dias 20, 21 e 22 deste mês, onde cada dia contará com a participação de um pretendente. Eles terão 10 minutos de tempo para apresentarem suas propostas. As datas foram combinadas e marcadas de acordo com a agenda de cada um deles.

O primeiro candidato a ser entrevistado é Caius Marcellus, que apresenta suas propostas nesta terça-feira (20). Em seguida, na quarta-feira (21), é a vez do Advogado Odom Bezerra. Na quinta-feira (22), o Plenário Agora finaliza com Hermano Gadelha.
As eleições da OAB-PB acontecem no próximo dia 26. Três chapas disputam a presidência da instituição: “A Ordem é Maior”, “A Ordem é do advogado” e a “Ordem é Renovar”.

Assessoria

Elisa Virgínia acusa Nonato Bandeira de articular “G10” e decide apoiar Durval Ferreira

Com mais de cinco mil votos sem contar com a estrutura da prefeitura, a vereadora reeleita Eliza Virgínia (PSDB) está trocando o G-10 para integrar o grupo do presidente Durval Ferreira (PP) na eleição da Câmara Municipal de João Pessoa.
Disse durante entrevista no programa Rede Verdade, da TV Arapuan, que “não posso ingressar num grupo onde tem Nonato Bandeira como o principal articulador”. Eliza declarou que percebeu ao analisar recente  declaração do vereador Raoni Mendes (PDT).
Ela tinha colocado seu nome à disposição, mas Raoni afirmou a um portal  da cidade que o candidato do G-10 sairia entre os nomes que participou  do consórcio partidário que apoiou o prefeito eleito Luciano Cartaxo  (PT).
“Assim sendo é melhor sair porque não teria a mínima condição de  disputa, até porque Nonato Bandeira articula um nome de sua confiança  para dividir o poder com o prefeito Luciano Cartaxo”, frisou.

Marcone Ferreira

Ricardo anuncia mudança de postura em relação aos deputados para reforçar projeto de reeleição

De olho na reeleição em 2014, o governador Ricardo Coutinho (PSB) anunciou mudança de postura em relação à Assembleia Legislativa. Não disse como será o novo tratamento aos deputados, mas deu uma pista: quer estabelecer uma relação “paz e amor”.

De forma genérica, a expressão significa uma relação sem disputas, sem brigas, buscando sempre soluções consensuais. Numa avaliação específica, entretanto, pode significar ouvir e ceder mais do que cobrar. Seria a fórmula de tentar retomar o controle sobre a maioria na Casa.

Não é de hoje que deputados reclamam a falta de “atenção” por parte do Palácio da Redenção. As queixas, aliás, quase sempre são usadas para justificar as dificuldades encontradas pelo governo para aprovar matérias de seu interesse. Quando não é derrotado, o quorum é prejudicado e a votação adiada.

O governador até que tentou arrefecer os ânimos dos aliados. Colocou um deputado como chefe da Casa Civil, lugar que recebe dois de cada três pedidos encaminhados à administração estadual. Mas, não adianta colocar um deputado sem autonomia para resolver os problemas dos próprios colegas. Primeiro foi Lindolfo Pires. Depois, Adriano Galdino. E as queixas continuam.

Resta esperar então que o próprio Ricardo Coutinho entre em cena. Afinal de contas, ele sabe como ninguém quais são as principais reivindicações dos deputados. Sabe também o que pode e o que não pode resolver. Mais ainda, sabe o que precisa fazer para consolidar seu projeto político futuro.

Prefeito eleito Luciano Cartaxo mantém audiências com ministros em Brasília

Nesta última terça-feira (13), o prefeito eleito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT), esteve em Brasília para audiências importantes. Durante todo o dia participou de reuniões nos ministérios e no Congresso Nacional. No Palácio do Planalto, esteve com o ministro-chefe da Secretaria-Geral  da Presidência do Brasil, Gilberto Carvalho, onde teve a oportunidade de apresentar propostas relativas ao desenvolvimento de João Pessoa. “Todo esse processo de exposição de ideias tem sido fundamental para nossa administração. Seremos grandes parceiros do Governo Federal na elaboração de projetos estruturantes para o município”, afirmou Cartaxo.

No final da tarde, o prefeito eleito participou da reunião da bancada da Paraíba na Câmara dos Deputados. Luciano Cartaxo apresentou algumas ideias para recuperar emendas do orçamento ainda deste ano e também propor novas emendas de recursos para 2013. “Tivemos a oportunidade de abrir um debate franco sobre a atual situação de João Pessoa. Tenho certeza que poderei contar com ajuda de toda bancada. Percebi que os parlamentares tem um carinho muito especial com os 730 mil moradores do nosso município”, declarou.

Cartaxo citou ainda as principais áreas da cidade que demandam recursos importantes. Prioridades como a habitação, saneamento básico, construção de escolas e compras de equipamentos comunitários, mas sem esquecer do turismo e infraestrutura que também são essenciais para o crescimento de João Pessoa. “Tem muita coisa que queremos priorizar e aprimorar. Por isso, visitas a Capital Federal se tornarão rotina. Precisamos ampliar nosso orçamento para atender todas as áreas da cidade”, disse.

 

Presidente da Assembleia Legislativa visita superintendente do Banco do Brasil na Paraíba

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), deputado Ricardo Marcelo (PEN), fez uma visita de cortesia nesta quarta-feira (14) ao superintendente do Banco do Brasil no Estado, Evaldo Emiliano de Souza. Os dois falaram sobre o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Legislativo, serviços oferecidos pelo banco e ações para promover o desenvolvimento da Paraíba.

O encontro aconteceu na sede da Superintendência do BB, na Avenida Epitácio Pessoa, em João Pessoa, e também contou com a participação do superintendente de Negócios, Varejo e Governo daParaíba, Daniel Oliveira; e do gerente geral da instituição bancária, Christiano José dos Santos.

Durante o encontro foram tratados diversos temas, a exemplo dos serviços prestados pela instituição bancária. O BB tem uma participação de aproximadamente 60% no mercado paraibano e o objetivo é potencializar as ações em todos os municípios do Estado.

O presidente e o superintendente também falaram da necessidade de promover ações que permitam o desenvolvimento do Estado e abordaram o tema seca. Evaldo Emiliano falou sobre o relatório que a ALPB realizou, resultado da inspeção às obras de transposição das águas do Rio São Francisco e elogiou a iniciativa.

Ricardo Marcelo disse que a ALPB sempre vem se envolvendo em grandes temas e que a transposição é uma das bandeiras de luta do Legislativo. Ele destacou ainda que o trabalho feito pela comissão virou uma publicação que vai ser entregue ao Governo Federal e a todos os deputados e senadores para que eles possam se engajar na luta pela água para matar a sede dos nordestinos.

Retribuição – Em setembro deste ano, logo após assumir o cargo, o superintendente fez uma visita de cortesia a Ricardo Marcelo para estreitar a relação com o Poder Legislativo e falar um pouco de negócios e do funcionamento do Banco do Brasil na Paraíba.“Para nós é fundamental essa parceria com o Banco do Brasil e nós viemos aqui para também retribuir a visita que nos foi feita pelo superintende”, comentou o presidente.

Oposição quebra quorum e mantém pauta “trancada” na Assembleia Legislativa

Não foi desta vez que os deputados conseguiram destravar a pauta. Nem mesmo os vetos do governador Ricardo Coutinho (PSB) foram apreciados na sessão desta quarta-feira. A bancada de oposição “quebrou” o quorum. Com apenas 17 parlamentares em plenário, o presidente em exercício Edmilson Soares (PEN) não teve outra alternativa a não ser encerrar o processo de votação e iniciar o grande expediente.

Antes, houve troca de farpas entre governistas e oposicionistas. O próprio Edmilson Soares travou pesado bate boca com Olenka Maranhão (PMDB). Ao final, ficou prejudicada a pauta, restando apenas os discursos dos poucos deputados que ainda permaneceram em plenário.

Toda celeuma foi criada por causa do veto do governador às emendas apresentadas pelos deputados à LDO de 2013. A oposição queria discutir a decisão, que já contava com parecer contrário da Comissão de Constituição e Justiça. O líder do governo, Hervázio Bezerra (PSDB), contestou alegando que o período de discussão havia passado e a matéria já estava em regime de votação. O presidente em exercício confirmou. Foi o bastante para iniciar o “levante” oposicionista.

Vice-líder da bancada, o deputado Aníbal Marcolino (PEN) pediu que os colegas da oposição se retirassem do plenário. A confusão foi generalizada. Uma nova contagem dos presentes foi feita e, sem os oposicionistas, constatou-se que o quorum de 19 parlamentares não foi atingido. Apenas 17 estavam presentes. Edmilson Soares encerrou  o processo de votação sob protesto da liderança do governo.

Quem saiu ganhando, eu não sei. Mas, sei quem saiu perdendo: a Assembleia Legislativa e a sociedade paraibana. A pauta continua trancada e as votações suspensas. Até que o impasse seja resolvido e o veto à LDO votado. Aliás, não só ele, mas também os outros que constam da pauta.

 

Se Cássio não pretende ser candidato em 2014, por que então quer saber se é elegível?

O vice-prefeito eleito de Campina Grande, Ronaldo Cunha Lima Filho, confirmou ontem o que o irmão, Cássio Cunha Lima, tentou esconder para não milindrar ainda mais sua relação com o governador Ricardo Coutinho: Cássio fará uma consulta jurídica para saber se pode disputar a eleição de governador em 2014.

Ronaldinho, por outro lado, garantiu que Cássio não deseja ser candidato e sim repetir a aliança vitoriosa de 2010, apoiando a reeleição de Ricardo Coutinho. Mas, se Cássio não deseja disputar o Governo do Estado por que então quer saber se é elegível? Qual seria a intenção do senador buscando uma resposta jurídica que poderia provocar um verdadeiro tsunami no cenário político paraibano?

São essas indagações que os dois filhos de Ronaldo precisam responder para convencer o atual governador de que o acordo celebrado em 2010 não está com os dias contados. Desconfiado, Ricardo já vem acenando para outras possibilidades de alianças, inclusive com o PMDB de José Maranhão, mostrando que está devidamente antenado com a movimentação dos Cunha Lima, seja no campo político ou jurídico.

Assessores do governador chegaram a admitir a reaproximação entre os dois grupos, repetindo a campanha municipal de 2008 em João Pessoa, onde Ricardo foi eleito prefeito tendo Manoel Júnior como vice. Por mais difícil que seja, a operação “rifaria” de cara um dos principais opositores da reeleição do governador, o prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rego.

Daria também, a Ricardo, apoio do maior partido da Paraíba, o PMDB, com mais de 50 prefeitos eleitos em outubro passado. Somado aos aliados que já tem, o governador teria em mãos um contingente eleitoral digno de enfrentar nas urnas qualquer adversário, incluindo Cássio Cunha Lima. Se ele for elegível, claro.

Durval recebe “sinal verde” de Cartaxo, consolida reeleição e agora busca o consenso

Para o bom entededor, meia palavra basta. O prefeito eleito Luciano Cartaxo falou pouco sobre a eleição da nova Mesa Diretora da Câmara Municipal de João Pessoa, mas o pouco que disse foi suficiente para todos entenderem que ele não pretende se contrapor à maioria dos vereadores. E a maioria está, desde o início, com Durval Ferreira (PP).

Experiente, Durval logo entendeu que só viabilizaria sua reeleição com votos. E tratou de conseguí-los. De cara, apresentou documento assinado por ele e mais 16 colegas, incluindo novos e antigos, referendando seu nome. E documento assinado, todos sabem, é compromisso assumido. Os poucos que se atrevem a desconhecer sua própria assinatura perdem a palavra, a confiança e tantas outras virtudes necessárias a um homem público.

Mais dois aderiram ao movimento e a lista de apoios de Durval chegou a 19 dos 27 parlamentares. Nesta segunda-feira, pode bater na casa dos vinte. Resta apenas a confirmação.

Além da vantagem numérica, Durval contou com a sensibilidade de Cartaxo. Político experiente, ex-vereador, o prefeito eleito sabe que “peitar” a maioria para impor o nome do presidente não seria aconselhável. Poderia criar um clima hostil entre Executivo e Legislativo logo no início do seu mandato. Para não desmerecer a minoria, Cartaxo deixou claro que todos têm condições de assumir o cargo.

Para “bater o martelo”, ou melhor, para permitir que Durval “batesse o martelo”, o prefeito lembrou a lealdade do atual presidente e do PP, seu partido, “companheiros de primeira hora”. E completou afirmando que não se meteria no processo de escolha da nova Mesa. Falou pouco, mas disse tudo. Pelo menos tudo que Durval e seus 18 seguidores queriam ouvir. O resto, é jogar conversa fora.